Tradutor: Marcelo Mendes
Editora: Arqueiro
Edição de: 2018
Páginas: 352
Onde comprar: Amazon
Sinopse: Anna Fox mora sozinha na bela casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma fobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo (muito) vinho, assistindo a filmes antigos, conversando com estranhos na internet e... espionando os vizinhos. Quando os Russells – pai, mãe e o filho adolescente – se mudam para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela família perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê na casa deles algo que a deixa aterrorizada e faz seu mundo – e seus segredos chocantes – começar a ruir. Mas será que o que testemunhou aconteceu mesmo? O que é realidade? O que é imaginação? Existe realmente alguém em perigo? E quem está no controle? Neste thriller diabolicamente viciante, ninguém – e nada – é o que parece.
Quando este livro foi lançado eu li muitas resenhas sobre ele. A maior parte delas dizia maravilhas do livro, ao ponto de o considerar um dos melhores thrillers lidos, favorito do ano e coisas assim... Como sou uma apaixonada por suspenses, sobretudo os psicológicos, fiquei morrendo de vontade de ler a história, queria amar o livro também, me surpreender como outros leitores tinham se surpreendido, ficar fascinada com os acontecimentos... Enfim... Desejei tanto o livro que o adquiri e passei na frente de outros suspenses que estavam na pilha de leitura há muito mais tempo. O resultado? Uma baita decepção! Este livro até pode ser o favorito de muitos leitores, mas de modo algum entrou para a minha lista de amados. No máximo, merece 3 estrelas. Isso porque estou boazinha. Porque, para ser sincera, não o considero sequer digno disso.
Eu comecei a leitura predisposta a amar o livro. Estava muito empolgada e o bom é que não conhecia spoilers. Se peguei spoiler em algum momento não me recordo, portanto, a história toda seria uma surpresa para mim. Só que logo nas primeiras páginas notei que as coisas não seriam bem como eu imaginava. A leitura era lenta, arrastada, do tipo que você não tem muito ânimo de seguir sem interromper, sabe? Eu conseguia me separar da história com tranquilidade, sem nenhum desejo de virar a noite lendo ou deixar de fazer outras coisas para estar com o livro. Pelo contrário! Quando o largava para ler outra coisa sentia até certo alívio. Sério. E isso é péssimo. Detesto quando pego um livro que só me provoca decepções e tédio.




