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17 de junho de 2020

Me Chame pelo Seu Nome - André Aciman

Título Original: Call Me By Your Name
Tradutora: Alessandra Esteche
Editora: Intrínseca
Edição de: 2018
Páginas: 288

31ª leitura de 2020

Sinopse: É verão na Riviera Italiana. Como todos os anos, o pai de Elio recebe na casa da família um jovem acadêmico para ajudá-lo com suas pesquisas universitárias. O escolhido dessa temporada é Oliver, um americano tão atraente quando evasivo, que aproveita o clima ensolarado do Mediterrâneo para trabalhar e, claro, se divertir nas horas vagas. Aos poucos, entre banhos de piscina, discussões sobre arte e literatura, passeios de bicicleta, festas no vilarejo e ausências repentinas, um romance intenso como o verão floresce entre Elio e o visitante. Conforme tateiam o instável e desconhecido terreno que os separa, aquilo que inicialmente parecia uma relação de indiferença supera o medo e a obsessão para culminar em uma troca tão íntima que marcará os dois pela vida inteira. Com rara sensibilidade, André Aciman destrincha as facetas do desejo, da descoberta da sexualidade e do início da vida adulta, fazendo de Me chame pelo seu nome uma crua e memorável elegia à paixão.



Este é um romance que teve um período de grande sucesso no Brasil e em todo canto eu ouvia falar dele. Li muitas resenhas na época, que me passaram a ideia de que encontraria no livro uma grande e arrebatadora história de amor. E como eu sou uma apaixonada por romances, logo procurei adquirir o livro e colocá-lo como prioridade na minha lista de leituras, passando a frente de livros que estavam há muito mais tempo na minha estante. 

E quando finalmente pude iniciar a leitura, estava cheia de expectativas. Nem me liguei no quanto a sinopse era clara, falando de "paixão" e não amor. Eu acreditava que encontraria um amor profundo, que me emocionaria muito, que me conquistaria. Por isso, foi grande a minha decepção ao encontrar um protagonista tão imaturo, obcecado, capaz de fazer uma tolice atrás da outra, que mais me irritava do que qualquer outra coisa. 

Luna, ele só tem 17 anos! Dá um desconto. Sim, esse foi meu principal motivo para continuar lendo. Tentava me lembrar de como eu própria era tola na adolescência, de como já tinha lido outros romances com personagens bem imaturos e os tinha tolerado.rs Acho que estou numa fase de pouca paciência para personagem imaturo e o Elio deu o azar de eu ler a história dele justamente nesta fase.
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