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13 de fevereiro de 2012

O Preço da Paixão - Miranda Lee (Maratona de Banca 2011 - Fevereiro)



Em Fevereiro: Título com a palavra Paixão



Jake Winters ainda preserva um ar de bad boy. Só que o adolescente rebelde se transformou em um advogado rico e bem-sucedido de Sidney. E quando Jake volta para a vida de Angelina, ela sente que ele não verá com bons olhos a notícia de que a breve paixão juvenil dos dois a deixou grávida. Ele só quer ter um caso. Será que Angelina vai conseguir se entregar a Jake e ainda assim manter o segredo...?







Palavras de uma leitora...




- E para encerrar a Maratona de Banca 2011, eu escolhi outro livro ao acaso, mas, felizmente, dessa vez não me decepcionei.rsrs... O último livro que eu tinha lido da Miranda Lee, foi uma verdadeira decepção, mas o mesmo não aconteceu com a leitura de "O Preço da Paixão". Achei o livro suave, romântico e mais realista em alguns assuntos. Não digo que foi uma leitura inesquecível, mas foi ótimo para passar o tempo. Eu consegui relaxar com esse livro, rir e até mesmo me emocionar. É o tipo de história que eu estava precisando ler.





Um pequeno resumo:


Jake Winters era um garoto rebelde. A infância ao lado de sua mãe deixou sérias marcas naquele adolescente de 17 anos. Graças às constantes "lições" de sua mãe, Jake se tornou um adolescente que tinha prazer em desafiar o perigo, o mundo e machucar a si mesmo. Aos 17 anos, ele já tinha feito de tudo um pouco. Não obedecia regras. Não pensava no amanhã. Não tinha esperanças... mas tudo mudou quando ele conheceu Angelina Mastroianni.


Jake estava trabalhando na colheita de uvas do vinhedo do pai de Angelina. Não era um trabalho que ele apreciava. Tudo era muito chato e apenas a presença daquela menina conseguia alegrar seus dias. Ela era linda, doce e Jake resolveu que ela seria dele. Seduzir garotas nunca tinha sido um problema. Se ele tinha conseguido antes, com certeza conseguiria de novo. E assim... ele passou a se aproximar de Angelina.


Depois de algumas semanas de conversa, finalmente ele conseguiu o que queria. Mas a experiência não foi tão agradável para os dois. Angelina ficou assustada no último instante e Jake continuou mesmo depois dela parar. Mas o pior veio poucos minutos depois, quando o pai de Angelina os pegou juntos. Antônio não perdeu tempo falando e partiu direto para a agressão, espancando o garoto sem piedade. Depois de achar que ele já tinha apanhado o suficiente, o pai de Angelina resolveu acusar o adolescente, que iria completar 18 anos em breve, de assédio sexual. Jake, um garoto sem família ou alguém que se importasse com ele, não teria a menor chance contra o poderoso Antônio Mastroianni e pela primeira vez, desde que começou a ser um menino revoltado, ele sentiu medo. Não queria ir para a cadeia. Queria viver. Queria uma oportunidade, mas sentiu que tudo estava perdido.

Porém, o relacionamento complicado entre Jake e Angelina, acabou dando a Jake a chance que ele queria. Ao ficar frente a frente com o juiz que decidiria seu destino, Jake ficou ainda mais rebelde. E em vez daquele juiz enxergar nele o criminoso que Antônio via, ele apenas viu um adolescente sozinho, que era muito mais do que aparentava ser. Alguém que tinha sido machucado e assim como um animal ferido, se defendia como podia. Edward viu em Jake um menino que merecia que alguém acreditasse nele e não levou adiante as acusações de Antônio. Resolveu inocentar aquele adolescente e levá-lo para sua casa.

Edward era um homem bem-sucedido, tinha uma esposa maravilhosa, que ele amava mais do que a própria vida, mas não tinha algo que tanto queria: um filho. Dorothy não podia ter filhos e por amá-la tanto, ele jamais teve coragem de dizer o quanto desejava ser pai. Durante anos resolveu trabalhar com jovens que precisavam que alguém os defendesse, mas era a primeira vez que levava um deles para casa. Inicialmente, Dorothy não gostou muito da ideia de ter aquele garoto "estranho" na sua casa, mas com o tempo, amá-lo acabou sendo inevitável. Entre eles surgiu um lado impossível de ser rompido. Edward e Dorothy apostaram em Jake e graças a eles, Jake se tornou um advogado muito importante, que defendia quem precisava, como um dia tinham feito com ele. E assim... 16 anos se passam.

Edward infelizmente os deixou e Dorothy deseja recomeçar em outro lugar. Realizar um dos sonhos de Edward e assim, ambos acabam retornando ao passado de Jake. Dorothy deseja comprar uma propriedade no vale Hunter, o mesmo vale onde Jake conheceu Angelina e assim, um reencontro eletrizante acaba acontecendo. Provando a eles que nem o tempo pode matar um amor verdadeiro. Ao reencontrar Angelina, Jake descobre que nunca a esqueceu. Percebe por que era tão difícil manter um relacionamento... e ao tê-la novamente em seus braços, ele também percebe que ela é a única que o faz pensar em família e casamento. Ele que tinha jurado jamais se casar, passa a sonhar em ter uma vida ao lado daquela mulher que mexeu tanto com ele quando era apenas uma adolescente e continuava mexendo apesar dos anos. Mas... O que acontecerá quando Jake descobrir que aquela única noite com Angelina, 16 anos atrás, o tornou pai? Como Jake irá reagir quando descobrir que tem um filho de 15 anos?





"Um dos melhores advogados devia tirar proveito de seu sangue frio, de jamais deixar as emoções dominarem o pensamento. Mas quantas namorada reclamaram da minha falta de sensibilidade? Do meu egoísmo? Da minha inabilidade de realmente gostar delas, de me comprometer?

Posso ser capaz de defender grandes casos e vencer vereditos, obtendo pagamentos compensatórios de meus clientes, mas não posso manter uma mulher em minha vida por mais do que alguns meses.

E eu me importo?

Não o bastante."




- Bem... Eu achei esta história muito boa. Muito mais humana do que "A Indomada e o Sheik", por exemplo. Jake me conquistou logo que comecei a saber mais sobre ele. Ele é muito diferente de alguns outros mocinhos da série Paixão que conheci. Apesar de gostar de coisas fúteis, ele não é fútil. Como assim? Desde o início percebemos o que tem prioridade para Jake. As pessoas. Ele se importa com as outras pessoas, apesar de se achar egoísta. Ele é humano e defende seus clientes com lógica e... emoção. Como no caso da mulher que estava morrendo de câncer pulmonar, por exemplo. Ele se envolveu muito com aquele caso e conseguiu vencer. Gostei de quando ele decidiu não aceitar a sociedade com aqueles homens que só se interessavam com dinheiro e não se importavam se estavam defendendo um criminoso ou não. Só o dinheiro importava. E gostei ainda mais de como o Jake ficou meio perdido depois de reencontrar a Angelina. De como ele ficava a semana toda desejando ligar para ela e em como só pensou em contar para ela quando conseguiu vencer o caso daquela mulher que estava morrendo. De como ele gostava de almoçar no parque, em vez de num restaurante luxuoso, do modo como correu quando o pai daquele menino saiu com ele da igreja e Jake pensava que ele iria bater no menino, porque a criança não se comportava. Jake é muito sensível e é simplesmente maravilhoso, gente. Eu sorria com as atitudes dele, me divertia com o relacionamento dele com a Angelina. Enfim... Ele me conquistou. Me conquistou por ter aproveitado a chance que recebeu da vida, me conquistou por não ter deixado que seu passado o tornasse uma pessoa fria e cruel, o que realmente poderia ter acontecido. Me conquistou porque eu percebi que quando "seduziu" a Angelina, ele já estava apaixonado por ela. O amor que sentiam naquela época ainda era algo muito novo para os dois e creio que o tempo só serviu para fortalecê-lo. 




"Mas foi muito difícil começar. Difícil e angustiante. Ninguém podia compreender o que ela passara. Sentia-se tão sozinha, sem a mãe para confortá-la, e com um pai que a condenava.


Antônio Mastroianni não falou com ela até o dia em que Alex nasceu. Até o dia em que segurara a mão de Angelina durante o parto e, finalmente, notara que ela não era somente a filha que o desapontara, mas um ser humano que ia passar momentos muito difíceis sozinho.

Depois disso, a situação melhorou entre eles, mas nada mudaria o fato de ela ter se tornado mãe solteira aos 16 anos. Quando Alex nasceu, ela já tinha saído da escola e perdido todos os colegas. Quando voltou do hospital, ficava sozinha em casa com o bebê chorando, com cólicas, e seu pai tentava ajudar, mas não levava o menor jeito. Algumas vezes, ela teve vontade de gritar com toda força.

Em vez disso, simplesmente sentava-se e chorava com Alex."


- Eu não sei o que teria acontecido se o pai da Angelina não tivesse reagido como reagiu. Mas acho que ele foi muito cruel com aquele adolescente. Já ouviram dizer que as aparências podem enganar? Em vários casos, é verdade. Tudo bem que o Jake era muito rebelde, mas talvez, se ele tivesse lhe dado uma chance, tivesse acreditado nele como aquele juiz acreditou, a separação de tantos anos não tivesse acontecido e Angelina não tivesse ficado sozinha para criar Alex. Eles eram dois adolescentes que se sentiram atraídos um pelo outro. Eram muito jovens e não cometeram nenhum crime verdadeiro. Se apaixonaram e talvez, se Antônio não tivesse espancado Jake e o acusado, com o passar do tempo, as coisas só melhorassem entre eles. Antônio poderia ter apostado no Jake, mas preferiu fazer a filha sofrer, só porque Jake não era "adequado". Não concordo com a atitude dele. Ele só atrapalhou as coisas e fez a própria filha infeliz. Enfim...


- Eu gostei muito desta história e a acho totalmente digna de 5 estrelas. Ela não é aquela história que mexe muito com nossas emoções e se torna inesquecível, mas é linda e merece cinco estrelas. Ótima para quem deseja ler um livro leve. Recomendo a história. :)

Confira as resenhas dos outros participantes da Maratona de Banca 2011, clicando
AQUI. No mês de fevereiro, o tema é livro com a palavra Paixão no título. Bem... Foi muito bom participar dessa maratona, apesar da falta de tempo e de não ter pensado direito ao escolher alguns livros. rsrs...


Bjs!


13 de fevereiro de 2011

Amante por um Mês - Miranda Lee



2º Livro da Série Clube do Pôquer


Rico Mandretti é um descendente de italianos charmoso e rico que pode ter tudo o que quiser, menos realizar seu maior desejo: Renée Selensky. Mas as coisas começam a mudar de rumo quando ele ganha um jogo de pôquer em que a aposta principal é nada mais, nada menos do que ter Renée como sua amante por um mês! Depois disso, tudo pode acontecer. Até mesmo o amor.



Palavras de uma leitora...


- Bem... Como amei o primeiro livro dessa série, resolvi ler logo os outros dois livros. Mas isso não foi lá uma completa boa ideia... Não. O livro não é ruim. Pelo contrário, é muito bom. Mas... Eu gostei mais do romantismo do primeiro livro, sabe? O jeito do Charles... Sei lá...rsrs...

- Eu estava ciente de que poderia me aborrecer com o Rico e isso aconteceu. Ele começou tudo de forma errada, pois não tinha coragem de correr o risco de receber um 'não' como resposta. Então, para salvar seu orgulho ele rsolveu fazer a tal aposta. Eu não gosto de apostas, então, isso contribuiu para que eu me irritasse um pouco mais com esse mocinho. Mas ele até que se comportou melhor nesse livro do que no anterior. Embora, mais uma vez, ele tenha decidido que a melhor forma de saber algo sobre a outra pessoa é contratando um detetive particular... Enfim... Ele não aprendeu a lição. O que a sua atitude causou no livro anterior não lhe serviu de lição.

- Algo interessante que tem nesse livro é que a gente não conhece os pensamentos da mocinha. Na maioria dos livros que leio, as autoras costumam deixar os pensamentos dos mocinhos ocultos, enquanto os das mocinhas são transparentes. Nesse livro não. Gostei e não gostei disso ao mesmo tempo. Achei bom saber o que o Rico estava pensando, mas fiquei irritada porque os da mocinha não eram conhecidos. E ainda por cima ela é como aqueles mocinhos da Lynne Graham que costumam não deixar transparecer o que sentem. Mas até que foi um pouco boa essa mudança... Só um pouco...rsrs...

- Eu costumava considerar os livros da Lynne Graham , Michelle Reid, Candance Camp etc, etc... "quentes"... Mas a Miranda Lee pega muito mais pesado, viu?! rsrs... O livro é muito hot, na minha opinião. E acho que isso tbm contribuiu para que eu não gostasse tanto dele. Não chega a ser vulgar, mas eu ainda não estou muito acostumada a ler livros assim. Eu prefiro que tenha mais romantismo. Eles quase não paravam de fazer amor. E o conteúdo??? A história do livro? Eu achei que teve mais cenas de amor do que história. Não posso nem dizer que eles não saíam de cima da cama, pois não existia lugar certo pra eles. Na parede, no chão, tapete... qualquer lugar...rsrs... Enfim... Tudo bem. Eles se amam e não conseguiam desgrudar um do outro, mas eu queria mais. Esperava mais do livro. Queria palavras lindas (embora tenha algumas), aquelas cenas inesquecíveis... e as cenas de amor tbm, é claro. Mas não só isso, entende? Sei lá... Acho que eu queria o que teve no primeiro livro. Queria todo aquele amor... O primeiro livro também é bem quente, mas tem o "algo mais". Tem aqueles momentos lindíssimos... As palavras mais lindas, os olhares de afeto...

- Bem... Tudo começa porque o mocinho já não suporta mais ficar mais um dia sem fazer amor com a mocinha. Ele passou cinco longos anos desejando-a e vivendo atormentado por não ter coragem de convidá-la para sair e tentar conquistá-la. Tinha medo de ser rejeitado e por isso preferiu viver frustrado. Mas a sorte sorriu pra ele durante uma bela noite de sexta-feira. Ele os amigos de sempre (Renée, Charles e Ali) estavam jogando pôquer. O jogo estava muito chato já que A Renée e o Rico quase não se falavam (ela havia lhe dado uma lição de moral no domingo anterior e ele se sentia ofendido). Mas tudo melhorou quando o Rico deu a sorte de estar com cartas invencíveis na mão. Charles e Ali desistiram e o Rico resolveu apostar com Renée. Como ele estava com sorte resolveu aproveitar isso para conseguir o que mais queria: o corpo de Renée. Então, ele disse que não queria apostar dinheiro... Para que entendam melhor como tudo aconteceu, acompanhem esse trecho:

"— Quer que aumentemos o número da aposta para o máximo?
— Não. Estava pensando que podíamos apostar algo que não fosse dinheiro.
Renée pestanejou rapidamente.
— A que se refere?
— Sim, a que se refere? — retorquiu Charles.
— Ao que quiser. Renée pode escolher algo que queira e que eu possa dar-lhe ou comprar-lhe. E vice-versa. Qualquer coisa.
Ela lançou-lhe um olhar desdenhoso.
— Não me ocorre nada que pudesses dar-me que eu quisesse ter.
— Não? O domingo passado tive outra impressão. — Rico olhou para Renée nos olhos e viu que tinha mordido o anzol. Estava a oferecer-lhe a sua parte do cavalo. Se ela ganhasse o seu terço, não lhe custaria muito convencer Charles a vender-lhe o seu e o potro passaria a ser exclusivamente da sua propriedade.
Rico sabia que não poderia resistir à tentação. Aceitaria a aposta e cairia nas suas mãos.
— Não estou muito certo disto — disse Charles, o eterno cavalheiro. — Não me soa bem.
— Trata dos teus assuntos, Charles — lançou Renée, e assim deixou bem claro que já ia a caminho do inferno. — Isto é entre Rico e eu. Então, como sugere que o façamos?
— Cada um escreve num papel o que deseja — sugeriu Rico. — Depois guardamos cada papel num envelope. Mostramos as nossas cartas um ao outro e o perdedor tem que fazer o que o vencedor tiver escrito no papel.
— De maneira que não dizemos abertamente o que estamos apostando — disse Renée, pensativa. — É um segredo.
— Sim. Assim é mais excitante, não te parece?
— O que acontece com o envelope do perdedor? — perguntou ela com os olhos semicerrados.
— Pode recuperá-lo sem que os outros vejam o conteúdo.
— Não imagino o que poderia querer de mim.
— Pode ser o mesmo que tu de mim.
Renée olhou para Rico com dureza.
— Pode ser — disse finalmente. — Mas, de algum modo, duvido. Apesar de tudo, poderia tornar-se interessante...
— Se não ganhar, penso recuperar o meu envelope.
Teria dado qualquer coisa para interpretar o olhar que lhe lançou Renée, mas ela sempre tinha sido especialmente hábil para esconder a verdade quando queria. Por isso, Rico nunca sabia quando estava blefando.
— Nesse caso, arranjemos papel e envelopes — disse ela resolutamente.
— Mas não vamos fazer disto um hábito — disse Ali com a sua autoridade habitual; pois nunca gostara que as coisas se tornassem pessoais na sua mesa de jogo. — Isto é uma exceção — a seguir, chamou o mordomo para trazer à mesa envelopes e papel.
Rico pegou na primeira folha do caderno que lhe ofereceu o mordomo e entregou-o a Renée. Ela pôs-se a escrever de imediato; pelo vistos sabia com exatidão o que queria pedir. No entanto, Rico encontrou-se de repente na dúvida. Quanto devia pedir-lhe? Uma noite com ela? Ou todas as noites de uma semana?
Não era suficiente, decidiu ao sentir que se obstinava ainda mais. De maneira que escreveu:
"Vai ser minha amante durante um mês, a começar por esta noite."
 
- Entenderam como tudo aconteceu? Renée perdeu a aposta e teve que fazer o que ele desejava... O que não foi nenhum sacrifício para ela, é claro.
 
- Bem... Ela começou a realizar o desejo dele naquela mesma noite e eles nem conseguiram chegar até a cama. Também, né? Esperaram cinco anos! rsrsrs.... Enfim... Mas o livro tem alguns momentos engraçados e dramáticos tbm, embora o foco pareça ser as cenas de amor. O mocinho é um traumatizado que acreditava que todas as mulheres belas eram golpistas e a mocinha tinha vários outros traumas. Aí vem a parte que fez com que o Rico ganhasse meu coração: ao descobrir um dos segredos da mocinha, ele lhe confessa que a ama e quer que ela seja sua esposa independente de qualquer coisa. A Miranda parece gostar de deixar o melhor para o final e eu dei quatro estrelas ao livro pelo final. Achei que foi muito bonito.... Lindo, na verdade! Só gostaria que o livro tivesse sido assim o tempo todo. Mas lembre-se que essa é uma opinião pessoal, ok? Até porque existem várias leitoras, inclusive a Lulu e a Beta, que consideram esse livro o melhor da série. Sou eu que não penso assim...
 
- Gente, mas o livro não é ruim! Entendam: ele é muito bom e muitas pessoas o adoram. Eu simplesmente achei o primeiro melhor, entendem? Enfim... Mas não deixo de recomendar o livro, embora não recomende a todos. Recomendo aos fãs da autora e as pessoas que gostam de romance hot.
 
- Enfim... É isso. O livro é bom, a leitura é agradável e até mesmo divertida.
 
- Bem... O terceiro e último livro dessa série é A Indomada e o Sheik.... Sheik.... Que desafio! Ler livros sobre pessoas do Oriente Médio, hoje em dia, é muito complicado pra mim... Mas espero gostar desse próximo livro...
 
- E já que estamos falando de um livro hot... Não sei se já perceberam que há na minha lista de futuras leituras, o livro Festa Particular - Jami Alden. Pois é... Estou disposta a arriscar ler esse tipo de livro. Será um grande desafio... Mas é que eu digo que não gosto desse tipo de livro, mas ainda não li. Tudo bem que só o fato de eu não ter gostado muito do livro Amante por um Mês porque tem mais cenas quentes do que qualquer outra coisa... já dá a entender que é provável que eu não venha a gostar desse tipo de livro. Mas vou ler pra saber. 
 
 
Faz parte da série Clube do Pôquer:
 
1º A Vingança (Dominique e Charles)
2º Amante por um Mês
3º A Indomada e o Sheik (Charmaine e Ali)

12 de fevereiro de 2011

A Vingança - Miranda Lee


1º Livro da Série Clube do Pôquer

 
Dominique é a esposa que todo homem sonha ter: bonita, sexy e somente interessada no prazer de seu marido, Charles Brandon, um dos maiores magnatas de Sydney. E ele está hipnotizado pelos encantos de Dominique. Mas, ao que tudo indica, ela se casou por dinheiro, e não por amor. Charles fica arrasado... e furioso! Só que ele não está preparado para abrir mão de sua mulher... não antes que sua paixão por ela tenha sido saciada... e a vingança, consumada!

 
 
Palavras de uma leitora...
 
 
- Bem... Nem sei por onde começar... O certo seria começar pelo início, mas o fim do livro é tão... emocionante! As coisas que acontecem no final: a fuga da mocinha, a carta, o desespero do mocinho, o arrependimento do Rico, a ida ao cemitério, o reencontro entre pai e filha, as verdades reveladas... Me tocaram muito. Impossível não se emocionar... A reta final do livro é intensa, mas a parte que mais me tocou foi a do cemitério... Quando a mocinha chegou ali e começou a pedir perdão pra mãe... eu não aguentei. Foi uma cena forte, cheia de dor e arrependimento. A mãe da mocinha teve câncer. Ela passou anos e anos sofrendo até que finalmente tudo acabou. A Dominique foi quem esteve ao lado da mãe o tempo todo vendo, dia após dia, sua mãe indo embora... Ela não passava de uma adolescente na época e teve que amadurecer de forma cruel. Imagina como ela não se sentiu sozinha, com medo... Sua mãe estava morrendo e ela não podia fazer nada para salvá-la. E ainda por cima, seu pai, que deveria estar apoiando-a e cuidando de sua mãe, era um covarde que preferia passar o dia inteiro bêbado.

Com o passar do livro eu descobri que o pai da Dominique não era o responsável pela doença da mãe dela. No início eu achava que fosse. Mas eu ainda o considero responsável, pelo menos em parte. Aquele covarde podia não ter feito nada que fizesse a mãe da Dominique entrar em depressão e em seguida ter aquela doença horrível, mas ele também não ajudou a evitá-la. Foi um completo fraco e não sei se ele merecia receber perdão tão fácil. Tinha que sofrer um pouco mais, pelo menos. Se ele realmente amasse a esposa como dizia amar, teria levado ela nem que fosse à força ao médico. Teria gritado ou feito qualquer outra coisa que a fizesse reagir. Ela estava se entregando, mas ele, como o homem no qual ela confiava e amava, deveria ter lutado por ela. A Tess não queria estar doente, mas ela tinha medo. Um medo muito grande. Que era uma doença que foi provocada por um trauma. Trauma esse que não foi tratado.
 
A mãe da Dominique passou por uma situação traumatizante que a fez ter um medo excessivo de tudo. E o medo, normalmente, impede a pessoa de andar pra frente. A Tess se entregou. Desistiu, pois tinha medo de enfrentar. Ela precisava de ajuda, gente! Mas aquele covarde infeliz não fez nada! Tudo que ele fez foi encher a cara! Como eu o detestei! Sei muito bem que ninguém é igual. Há pessoas que não conseguem lidar com um determinado problema. Que tem gente que se afoga na bebida, pois não tem forças para ajudar alguém que ama... entre outras coisas. Mas eu não consigo entendê-lo. Uma pessoa que ama, normalmente, faz até o impossível para ver quem ama bem. Não consigo imaginar um ser humano vendo a pessoa amada se matando aos poucos e não fazer nada. Nem que seja gritar, brigar... alguma coisa vai fazer. Mas ele desistiu. Deixou a Tess ir se entregando cada vez mais até o momento que ela descobriu que estava com câncer. Ele não procurou um médico, não fez nada... só lhe deu morfina para diminuir as dores... Não sei se sou capaz de perdoá-lo. Ele deixou a mãe da Dominique morrer e ainda ajudou a destruir a adolescência da filha. Tudo bem... Ele não era forte. Mas a Dominique era obrigada a ser? Uma adolescente?! Enfim... Mas vamos falar do casal principal do livro agora...

- Comecei a resenha falando um pouco do final do livro. A morte da Tess foi uma tragédia na história, me afetou etc, etc... Mas o que isso tem a ver com a história? Tudo bem... Foi uma fatalidade, tem a ver com a mocinha e tudo o mais... Mas influencia os personagens? A história? Sim! Foi justamente o trauma causado pela morte trágica da mãe da Dominique que a fez escolher um caminho errado, provocou o encontro entre o casal e também a separação deles. A Dominique foi muito afetada por essa tragédia. E ela também não recebeu ajuda. Culpava o pai pela morte da mãe, culpava a falta de dinheiro... Acho que em parte, ela estava certa. O pai dela teve uma enorme parcela de culpa. Era culpado pelo fato de não ter ajudado a Tess a reagir. Pelo contrário, se embriagava, fazendo a esposa ficar ainda mais deprimida. E a falta de dinheiro ajudou também, pois ela, provavelmente, ficou ainda mais infeliz ao não conseguir dar tudo que desejava pra filha. Saber que eles estavam quase passando fome e que o marido gastava o pouco que tinham com bebida, só contribuiu para afundá-la. O pai da Dominique não fazia nada. Era para ele ter procurado um emprego. Pode até ser muito difícil e realmente é, mas não é impossível. E a desculpa dele não me convenceu... Enfim... A Dominique fez coisas muito erradas por causa da revolta que sentia pela morte da mãe. Como disse, ela culpava o pai e a falta de dinheiro. E por esse motivo, ela resolveu se transformar numa golpista...

- O quê???!!! Isso mesmo que vocês entenderam. Essa é uma história diferente. A mocinha dessa vez não é acusada de algo que não fez. Ela foi acusada de ser uma golpista e realmente era uma. Ela estudou durante anos, investiu na beleza... e tudo para conseguir um marido rico. Viveu fingindo, alimentando o ódio pelo pai e caçando um marido rico. Quando eu soube disso, quando o livro disse que ela realmente era esse tipo de pessoa... fiquei furiosa. Irritada com ela. Mas aí eu não sabia do passado dela, não sabia das outras coisas que o livro revela com o passar da história... Fiz algo que fazemos as vezes: julguei precipitadamente. Eu condenei a mocinha antes de conhecer todos os seus motivos e se ela realmente era tudo aquilo. Mas eu não a detestei por muito tempo, não. O mocinho evitou isso. Porque quando ele começou a se vingar, na mesma noite em que soube do passado dela, minha raiva foi direcionada pra ele. Não gostei nada do modo que ele pretendia se vingar. E fiquei com muita raiva. O que o salvou foi o fato dele tranformar a vingança num ato de amor, foi ele se deixar levar pelo amor que sentia pela mocinha.

- Bem... Mas antes de continuar falando da história, é melhor fazer um pequeno resumo...


Um pequeno resumo:


Ela não passava de uma menina infeliz. Estava machucada e sozinha. Só queria que a dor diminuísse, só queria que alguém pagasse pela morte da sua mãe... e acabou castigando a si mesma.

Aos dezoito anos, Dominique partiu da pequena cidade na qual morava com o único objetivo de lutar para conseguir um marido rico. Havia acabado de perder a mãe e sua revolta era imensa. Ela culpava o pai e falta de dinheiro pela morte da mãe e decidiu que não teria o mesmo fim que sua mãe teve. Não amaria. Não seria tola o suficiente para se deixar destruir pelo amor. Ela se casaria por dinheiro, pois assim nunca mais seria pobre e estaria segura.

Durante anos Dominique fez vários cursos e cuidou da sua incrível beleza. Dormiu com alguns homens e foi endurecendo ainda mais seu coração com o passar do tempo e, aos vinte e seis anos, finalmente teve a oportunidade de realizar seu desejo.

Ela começou a trabalhar para um homem rico, bonito e que, ela acreditava, cairia aos seus pés. O que em parte aconteceu. Dominique e ele tiveram um caso durante um tempo. Ele lhe prometeu o mundo e ela acreditou nele. Mas depois de se divertir bastante com ela... ele simplesmente a dispensou para se casar com outra.

Dominique ficou furiosa por seu plano ter falhado e ela ter acabado sendo a vítima, mas não desistiu. Mudou mais uma vez de cidade, indo morar agora em Sidney, onde selecionou seu próximo alvo. Mas ela tinha mais exigências agora. Essa pessoa não poderia ser muito jovem e nem muito bonito. Tinha que ser inseguro o suficiente para se sentir mais do que honrado em ver uma jovem de beleza impressionante, supostamente apaixonada por ele. E decidiu quem seria sua vítima agora: Charles Brandon.

Pela foto, ele era o alvo perfeito. Tinha quarenta anos, era um homem muito bem sucedido e não era muito bonito. Dominique o escolheu, enviou seu currículo para a empresa dele, foi escolhida, pois era uma profissional competente e com ótimas referências... e partiu para o ataque.

Ela não o conheceu pessoalmente logo que começou a trabalhar na empresa. Mas o encontro inevitável estava marcado para acontecer durante uma festa da empresa. Dominique se produziu toda e chegou na festa disposta a conquistar seu chefe... mas ela não contava com um pequeno detalhe: o risco de acabar vítima de sua própria armadilha.

Ao vê-lo pessoalmente, ela se sentiu perdida. Ao olhá-lo, algo começou a se modificar dentro dela... O amor foi surgindo e os fantasmas do passado foram sendo vencidos. Bastou apenas um olhar para isso acontecer, pois Charles era justamente a pessoa que iria libertá-la, que iria salvá-la dela mesma e lhe mostrar que o amor nem sempre machucava. E dando-se conta do perigo de perder seu coração, Dominique bateu em retirada.

Só que ela já estava completamente perdida. Charles não a deixaria escapar tão fácil e, em pouco tempo, eles estavam casados.

Dominique agora tinha tudo que desejou durante quase dez anos: muito dinheiro. Mas ela também tinha o que mais precisava. Tinha o amor incondicional de seu marido e era tratada como nunca imaginou que seria na vida. Ela se sentia amada, protegida e querida. Estava feliz...

Porém, ela começou esse casamento com mentiras e em algum momento a verdade teria que aparecer. E apareceu mais cedo do que ela podia imaginar...

Como será que esse casamento poderá sobreviver depois que Charles descobrir quem sua esposa realmente era e começar a se vingar? Será que o amor será suficiente?


- Bem... Quando o livro começa, o casal já está casado. Estão terminando a lua-de-mel. Ambos se amam e sabem que são correspondidos. E ao contrário do que possam estar pensando, a Dominique não casou com o Charles por interesse. Ela realmente era uma caça-dotes antes, mas ao conhecer o Charles ela começou a se transformar. Ela o amou antes de se casar com ele e por isso fugiu. Quando o viu pela primeira vez pessoalmente, ela se sentiu muito "ligada" a ele e naquele momento, desistiu de tê-lo como alvo e foi embora. Mas o Charles foi atrás dela e ficou perturbando-a até que ela se rendeu. Foi ele que deu em cima dela e a pediu em casamento quando nem a conhecia direito. Ela aceitou se casar com ele, mas, gente, não foi por dinheiro. Ela realmente já o amava. Bem... agora que deixei isso claro, podemos continuar...

- Os problemas do casal começam logo no início do livro. Charles tem um amigo que é superprotetor e decidiu investigar o passado da Dominique enquanto eles estavam em lua-de-mel. Quando Charles se reencontra com esse amigo (o nome do infeliz é Rico), o infeliz revela tudo que o detetive particular descobriu sobre Dominique. Coisas horríveis e mais ou menos verdadeiras. Ele enche a cabeça do Charles dizendo que ela não valia nada, que só havia se casado com ele por dinheiro e que fingia que o amava. Charles ficou destruído. E... Aí eu paro de falar sobre o livro...rsrs... Já falei demais. Expliquei porque a Dominique vira uma caça-dotes, revelei inclusive que ela realmente era uma golpista... Enfim... contei muito da história. Eu não tenho o direito de contar tudo! Vai ser muito melhor se vocês descobrirem sozinhos o que acontece depois que Charles descobre os segredos da Dominique. Já disse que vai ter vingança e isso é óbvio, pois o título mesmo diz isso... mas não vou dizer mais nada. Sei que também já revelei que o casal irá se separar, mas muita coisa vai acontecer antes disso.

- O livro é lindo! Simplesmente lindo! E o final nos faz chorar. Tem muita emoção, muito amor, dor, arrependimento. Eu me apaixonei perdidamente pelo livro e com certeza o lerei de novo quando tiver tempo. É uma história de amor incrível que merece mais do que cinco estrelas. O livro é cheio de amor e ambos se ferem muito, mas não desistem um do outro. A Dominique errou. Errou muito, mas o inferno no qual viveu durante os dez anos em que nutriu todo aquele rancor e ambição, foi castigo mais do que suficiente. Ela era infeliz e estava muito machucada. Tinha perdido quem mais amava e não tinha ninguém que lhe estendesse a mão e mostrasse que nem todas as pessoas eram mais e egoístas. Que existiam aquelas que se importavam com as outras, que o amor existia... Somente quando conheceu o Charles, ela descobriu isso. Ele lhe mostrou o que era o amor, a protegeu e lhe deu forças para abandonar de vez o passado. Ela passou a desejar somente ser feliz ao lado dele, passou a desejar ser mãe... coisa que ela não queria antes. Ela mudou muito. O Charles a salvou. E eu achei tudo muito lindo. E o final do livro é perfeito! Não podia desejar nada melhor.

Acompanhe um pequeno trecho:

— Não há mas ... — rangeu os dentes. — Quando me casei com você, casei com você na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, na doença e na saúde até que a morte nos separe. Aquele relatório foi um desastre, mas eu não vou me divorciar de você, Dominique. Eu amo você. Sempre vou amar, não importa o que aconteça. Se você realmente me ama, então voltará para casa comigo. Hoje. Porque não posso suportar outro dia sem você. E nem Rusty. Nós dois ansiamos por você, minha querida. Precisamos de você. Volte para casa comigo. Mas antes ... somente venha aqui. — E se esticou para abraçá-la.

Dominique desatou a chorar e depois caiu nos braços do marido.

Ele a amparou e a abraçou até que ela não tivesse mais forças para chorar.

— Sem mais lágrimas agora — ordenou. — Vamos para casa juntos e vamos ser felizes na nossa casa feliz."
 
- Eu acho esse trecho muito lindo. E se passa num momento em que a Dominique mais necessitava de apoio. O Charles é um dos mocinhos mais maravilhosos que eu já vi. Ele sabe o que é amar, é sensível e perfeito! Também sofreu traumas quando era bem jovem (não vou contar o que foi que aconteceu no passado dele), mas ele foi mais forte do que a mocinha. Não escolheu seguir nenhum caminho errado e não deixou de acreditar no amor. E ele acreditou nela. Só isso já é muito emocionante. O que ele fez por ela... Nossa! Ele se tornou um dos meus preferidos... Enfim... Quem é Rusty? rsrs... É a gatinha que a Dominique adotou. Quando a mocinha partiu e a deixou com o Charles, a gatinha ficou rebelde e fez greve de fome...rsrs... A Rusty a amou desde o momento em que a mocinha a abrigou em seus braços. E isso prova tbm que a mocinha não é má. Se ela fosse má não seria querida por várias pessoas. Até mesmo os homens que ela supostamente apenas usou... Até mesmo eles não guardavam ressentimento dela. Acho que se tivessem oportunidade, iriam desejar se casar com ela. Eles queriam que ela fosse feliz de verdade. Gostavam dela. Nossa mocinha nunca foi má. Ela estava perdida e só precisava de alguém que a fizesse encontrar seu lugar no mundo. Alguém que a ajudasse...
 
- E o que falar do Rico???!!! Esse tal amigo do Charles me irritou profundamente. Era um intrometido que julgou a mocinha baseado somente na própria experiência de vida. Só porque a esposa dele era uma golpista em todos os sentidos, ele pensava que a mocinha também era. Quando a condenou, ele ainda não tinha provas contra ela. Ele a julgou só porque ela não era rica e o casal havia se casado muito rápido. O que ele tinha a ver com isso? Nada! Tinha que tomar conta da própria vida, mas não! Teve que se meter onde não havia sido chamado... Mas eu o perdoei no final da história por dois motivos: ele ficou arrasado quando a mocinha foi embora. Nesse momento ele percebeu o quanto estava errado. O quanto tinha sido injusto com ela. Olhando só para as provas no papel, mas não enxergando a pessoa que ela realmente passou a ser quando conheceu o Charles. Ela tão óbvio que ela amava o marido. Todos os percebiam. Até mesmo o Charles. Só o Rico não enxergava isso. Quando ele percebeu o quanto foi cruel com ela, ficou muito arrasado. O segundo motivo, é que a Renée parou de falar com ele....rsrsrs.... Esse foi um grande castigo. Ele mereceu! rsrs... Quem é Renée? Uma das integrantes do Clube do Pôquer. Ela protagoniza juntamente com o Rico, o segundo livro dessa série. Nesse primeiro livro já percebemos o quanto eles se amam ou se odeiam...rsrs... Enfim... A Renée fica furiosa com ele pelo que o intrometido havia feito e decidi não se dignar a lhe dirigir a palavra. Ele fica ainda mais arrasado, coitadinho! rsrs... Eu gostei muito disso. Ele merecia sofrer pelo menos um pouco. Assim ele aprende a não ser tão cruel com as pessoas. Mas eu até que sinto um pouco de compaixão por ele. É mais um traumatizado na vida...
 
- Bem... É isso. Eu amei o livro! Muito! Estou completamente apaixonada pela história e a recomendo pra todos! É um livro que vale muito a pena ser lido. E peço que não julguem a mocinha sem conhecê-la antes. Ela merece uma chance, ok?
 
- Essa é uma série de amigos que tem uma paixão em comum: o pôquer. Toda sexta-feira eles se encontram para jogar. E isso já dura mais de cinco anos. São quatro amigos: Charles, Rico (o intrometido...rsrs...), Renée (uma viúva rica e que se sente atraída pelo Rico) e o sheik Ali. Todos os amigos tem suas próprias histórias:
 
1º A Vingança
2º Amante por um Mês (Rico e Renée)
3º A Indomada e o Sheik (Ali e Charmaine)
 
- Esse livro foi uma indicação. O problema é que eu não lembro de quem, infelizmente. Eu acho que foi uma menina de um dos grupos do qual participo. Tenho quase certeza de que foi isso. Não lembro como foi que começamos a falar dessa autora, mas acho que foi ela que me indicou esse livro. O problema é que a gente não era amiga e não conversamos mais desde o dia em que falamos sobre a Miranda Lee. Na verdade, tenho certeza de que foi essa pessoa que me indicou esse livro, mas eu não lembro do nome dela. Vou procurar entre os emails. Quando eu achar o email dela, coloco o nome aqui. Mesmo assim, agradeço muito a essa pessoa! Foi muito bom ler esse livro. Maravilhoso, na verdade! Muito obrigada! E também tenho que agradecer a Laila, pois ela citou recentemente alguns livros que a emocionaram e esse livro estava entre eles. Ela me fez lembrar que eu tinha esse livro na lista. Muito obrigada, Laila!
 
- Enfim... Eu não pretendia...rsrs... Mas depois de ler um livro tão incrível quero continuar lendo a série. Por isso, o próximo livro que lerei será Amante por um Mês. Espero não me aborrecer muito com o Rico...

- Gente! Eu e a Monica resolvemos ler esse livro quase ao mesmo tempo e ela tbm fez alguns comentários sobre o livro durante a leitura. Segue abaixo alguns de seus comentários:

"Acabei de chegar na parte em que o amigo Rico conta a verdade sobre a Domiic.Acho que é a primeira vez que leio um livro em que a mocinha realmente é culpada...ela realmente iniciou tudo de forma calculada como uma golpista,como tantas que vimos em muitos livros,as secretárias querendo agarrar o chefe e complicando a vida da mocinha e por aí vai,ou seja todas as que tratamos por víboras e que agora temos o outro lado da moeda,o motivo de algumas serem assim.Enfim, como eu disse eu comecei a ler este livros 2 vezes e por algum motivo parei as duas vezes logo no começo,ou seja nunca cheguei na fase em que estou agora.Portanto estou muito interessada em saber como o Charles irá se vingar e como eu irei me comportar com relação a tudo isso,porque dessa vez a mocinha merece a lição e vai ser muito complicado pra ela fazer com que ele a perdoe e acredite que foi assim no começo e ela se arrepende,mas que no decorrer do processo e muito antes do casamento ela já estava apaixonada por ele e não pelo dinheiro.Eu acho que ele vai fazer ela comer o pão que o diabo amassou,aí Deus como vai ser,será que vamos dar razão a ele?,será que vamos ficar com pena da mocinha,pois conhecemos os verdadeiros sentimentos dela por ele e os reais motivos para o seu comportamento inicial?



Estou aflita e com muita pressa de chegar ao final da leitura.Ah!! não podemos no esquecer da amizade do Charles com o Rico,como vai ficar depois disso tudo,ele continuará cético com a relação a Dominic? A amizade vai continuar?Perguntas,perguntas...."
 
 
"Estou chocada!!! Eu pensei que ele fosse partir para uma vingança em que a humilhação seria a base de tudo.Sobretudo humilhações de caracter sexual.Pensei que iria flertar com outras mulheres,enfim alguma coisa do tipo,mas a menos que ele mude a estratégia ele vai começar a fazer o que eu nunca suspeitaria e ele tem todo o meu respeito.To amando esse mocinho e odiando o Rico rsrsrsr... apesar de entender os motivos,mas acho que ele agiu mais por amargura e talvez até um pouco de inveja do que por amizade.Digo inveja porque como a mulher dele não agiu correctamente não suportou o facto de ter o amigo com uma mulher que o amasse de verdade,não suportou ou não acreditou.Agora o Charles optar por conhece-lá melhor,por se mostrar a ela e manter o casamento,é a maior prova do amor dele por ela,realmente é amor,só não sei como as coisas vão se dar,porque uma hora ela vai saber do relatório,o como será? terá vergonha e vai fugir? Não sei,mas esse livro promete e estou muito interessada em ler o livro que conta a história do Ali e curiosamente não fiquei nem um pouco interessada no livro que contará o romance de Rico e Renee rsrsrrsrsrsr..."
 
- Obs: perceberam que o Rico não é muito querido durante boa parte do livro, não é? Eu o desprezei, a Monica o desprezou... Aposto que terá mais leitores que ficarão com muita raiva dele... Mas no final ele ganha um pouco nossos corações. :)
 
"Acabei agora de ler A Vingança,chorei muito quando li a carta dela,nossa!!! Chorei muito quando eles se encontraram no cemitério e depois quando o pai apareceu!!! Ainda estou muito emocionada e com dor de cabeça depois de chorar tanto.Esse livro foi uma surpresa incrível.Nunca poderia imaginar um livro tão intenso e cheio de emoção.A dor,a sensação de traição,o amor acima de tudo,depois a perda e finalmente o reencontro e o perdão.Um amor digno de ser celebrado e eu estou tão feliz por ter lido esse livro e tão desapontada comigo por ter iniciado a leitura por duas vezes e sem motivo ter desistido.Que livro incrível!!! Espero que você também tenha gostado,eu estou encantada,foi o amor mais altruísta,sincero e intenso que eu vi.E também perdoei o Rico e já começo a ter vontade de saber como será o livro dele com a Rennee."
 
- Que carta é essa?! Bem... Se vcs lerem o livro (risos) saberão do que se trata. É linda! A Dominique colocou seu coração naquelas páginas e o nosso pobre Charles ficou arrasado. Como disse, o final desse livro é intenso. E que bom que não fui a única a chorar, viu?! Isso prova que eu não tenho nenhum problema...rsrs... Portanto, preparem vcs tbm os lenços, pois vão precisar! Ah! E se não me engano, a Laila tbm chorou com o livro!






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