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6 de outubro de 2012

Herança de Ódio - Anne Hampson


(Título Original: The Laird of Lacharrun
Tradutor: Diogo Borges)


Abandonada pelo noivo, Lorna empregou-se como dama de companhia de lady Lamond, num castelo da Escócia. Desde os primeiros momentos, coisas estranhas começaram a acontecer... A riquíssima senhora instalou Lorna numa estupenda suíte, obrigou-a a receber caríssimas jóias de presente e nunca a chamava para trabalhar! Depois, apresentou-a a Craig, seu jovem e orgulhoso neto. Então, um dia, o rapaz acusou-a de ser uma caçadora de fortuna, uma ladra de heranças! Inocente, Lorna decidiu deixar o emprego. Mas isso era impossível: Craig havia preparado uma armadilha doce e perigosa... Ia conquistar Lorna, casar-se com ela e depois abandoná-la, deixando-a sem amor e na miséria!



Palavras de uma leitora...


- Quem pensa que eu estava passando por um momento masoquista, está certo.rsrs... Eu estava exatamente com vontade de ler algo que me estressasse (não que eu já não estivesse estressada o suficiente) e por isso decidi ler esse livro da Anne Hampson. Gosto do jeito de escrever da Anne Hampson e dos livros que li dela, mas que seus mocinhos conseguem me tirar do sério quando querem, isso conseguem! Só que o Craig não estava com muita vontade de agir como eu queria que ele agisse e talvez por isso, eu tenha ficado mais irritada.kkkkkkkk... 

- Encontrei esse livrinho numa banca no centro da cidade há umas duas semanas. Ele está bastante velho e eu só o trouxe porque gostei da capa e é um florzinha que dificilmente eu voltaria a encontrar. Já li vários florzinhas na minha vida e bateu uma saudade na hora em que o vi. Mas não pretendia lê-lo agora, não. Só que ontem bateu uma saudade do passado, de momentos que se foram, mas ficaram guardados no coração e acabei lembrando também do primeiro romance que li. Que foi justamente um Sabrina. Não um antigo, mas Sabrina de qualquer forma.rsrs... E como eu também queria me irritar com um mocinho, achei que era o momento apropriado para lê-lo.rsrs... 


- A história começa quando a pobrezinha da Lorna, uma jovem inocente e apaixonada por um canalha, ambicioso e egoísta, está toda triste, quase morrendo pelos cantos porque seu amado resolveu romper o noivado com ela. Ela era enfermeira e tinha se apaixonado por um dos médicos mais lindos e queridos do hospital. Seu amor era correspondido... até o momento no qual uma jovem herdeira se interessou por ele e ele viu nisso sua chance de enriquecer. Não pensou duas vezes antes de terminar com a Lorna e deixar claro que aquilo era o melhor para os dois. Só que o filho da pontualidade tinha um amor tão grande por si mesmo, que ainda se sentia desconfortável diante da ideia do hospital ficar sabendo o que ele tinha feito. Não queria ser visto como um canalha e resolveu fazer com que Lorna fosse para longe, inventando mentiras e fazendo-a cair numa armadilha, diretamente nos braços de um homem que a odiava antes mesmo de conhecê-la.

Depois de perceber que não era querida nem pelos tios com os quais vivia há cinco anos, Lorna resolveu seguir o conselho do ex-noivo e viajou para a Escócia para ser enfermeira particular de uma senhora que tinha sido internada no hospital no qual ela trabalhava pouco tempo antes. A senhora tinha se apegado à Lorna e desejou tê-la sempre por perto, para o caso de precisar novamente de cuidados. Lorna ainda estava em choque pelo término do noivado e por ter descoberto que seus tios somente fingiam amá-la e por isso (ou porque é estúpida mesmo) não percebeu que tinha algo muito estranho em toda aquela situação. Somente quando chega na Escócia e passa a morar com a senhora "delicada, simpática e doente", é que ela percebe que algo muito errado está acontecendo e que ela está apenas sendo usada como instrumento de vingança numa briga familiar. E mesmo assim, a imbecil continua morando na casa e se deixa cair numa armadilha. É o tipo de pessoa que não enxergaria o perigo nem se ele batesse em sua cara e gritasse para ela desaparecer antes que fosse tarde. Não sabem a vontade que eu senti de bater nessa garota! Ela é tonta além do limite. 

- Bem... A história seria interessante se eu a lesse numa outra época.rsrs... Uns três anos antes. Sei que teria amado a história se não tivesse mudado de uns anos para cá. Se não tivesse conhecido outros tipos de romances, outros tipos de mocinhos. Ainda gosto dos florzinhas, mas não esse tipo que li. Com uma mocinha tão insuportavelmente estúpida e um mocinho que só procura se entender com a mocinha nas últimas páginas. Faltava duas páginas e meia para a história terminar quando eles descobriram que se amavam loucamente e que deveriam ficar juntos para o resto da vida deles. Eles agiram de modo tão infantil que não acreditei muito que o Craig tinha 30 anos. Mas... se eu queria me estressar, se queria justamente um mocinho machista e com comportamentos estúpidos, por que não gostei do livro? Porque o Craig não me convenceu. Porque nada na história me convenceu. O Craig é mais de falar do que de fazer e não vi um relacionamento de verdade entre ele e a Lorna. Ele fingiu tanto no início que para mim, fingiu até o fim. Nada foi convincente. Nada foi real para mim. Foi... decepcionante. 



- Eu não diria que vocês não devem apostar na história. Meu humor não está muito bom hoje e talvez isso tenha contribuído para tornar a história tão sem graça para mim. Estou sem paciência hoje e talvez tenha sido isso.kkkkkk... Ainda pretendo ler outro florzinha hoje.rsrs...


Bjs!

24 de setembro de 2010

Mentira Fatal - Anne Hampson


Então era tudo mentira, Kim! Você não dormiu com meu irmão... nem com nenhum outro homem!", disse Markus Christou no dia em que descobriu que sua esposa era virgem. E Kim achou que ele a odiaria ainda mais por ter mentido tanto, levando-o a um casamento sem amor, apenas para salvar a honra da família. Mas agora estava feito! Não importava que ele a acusasse de mentirosa, nem que a desprezasse! Ela já havia se apaixonado perdidamente e faria de tudo para conquistar aquele grego frio e insensível, nem que para isso tivesse que aceitar a vida cruel que ele lhe oferecia, nem que tivesse que morrer de amor nos braços dele...


Palavras de uma leitora...


-A minha intenção não era ler esse livro agora. Ainda não havia chegado a vez de lê-lo. Mas, depois de me estressar ao procurar uma resenha sobre o livro "Casamento Forçado", decidi pular logo para esse livro. E foi assim que conheci a um pouco (muito) tonta Kim e o arrogante e, na maioria das vezes, insensível, Markus Christou...

-Não odiei o livro. Na verdade, a história se desenrola de forma tão bem feita, tão natural, que quando você vai ver, o livro já acabou. É um livro fácil de ler, embora, um pouco estressante. Talvez não seja estressante para muitos. Para mim foi por um simples motivo: Markus é um ditador. Detesto ditadores.

-Achei a Kim uma mocinha muito submissa para o meu gosto. Markus manda e ela obedece. Não importa a vontade dela, o que importa é que ele mandou e ela é obrigada a obedecê-lo porque ele é seu marido. Pelo amor de Deus! Estamos no século XXI e isso já não pode existir mais! As mulheres também tem cérebro, o homem não pode mais ser considerado o cabeça do corpo... Como muitos achavam antigamente valendo-se de uma interpretação própria da Bíblia. Nós mulheres também pensamos e já provamos isso... Mas a Kim estava disposta a provar que estamos erradas. Aff!!! Além da ditadura Christou, o que me irritou tbm foi a submissão da Kim... Não consigo aceitar esse tipo de coisa.

-O Markus é bastante cruel quando quer e ainda por cima acha que tem razão...sempre. Tudo bem que ele foi enganado pela Kim, mas ele também tirou bastante proveito do matrimônio... Até mais do que ela, já que nossa santa só se casou com um completo estranho que não gostava nem um pouco dela, para poder salvar os pais. Foi a única coisa que ela fez que achei admirável. Não o fato dela se casar com Markus, mas o fato dela se sacrificar pelos pais que um dia também se sacrificaram por ela.

Um pequeno resumo:

Kim estava saindo com Demetrius Christou já há algum tempo e não sabia como terminar o relacionamento. Ela não o amava e nunca quis iludi-lo e brincar com seus sentimentos. Apenas gostava de sua companhia e seu humor contagiante. Era um bom amigo e nada mais que isso... Mas Demetrius não pensava da mesma forma.

Naquela noite ela estava decidida a terminar tudo, mas a tristeza de Demetrius a impediu de deixar de vê-lo. Ela gostava bastante dele e não queria vê-lo infeliz, por isso, marcaram mais um encontro. E foi nesse último encontro que ela conheceu seu futuro marido...

Makus havia chegado na manhã daquele dia e decidiu conhecer a mulher com quem seu irmão queria casar. A primeira impressão que teve de Kim não foi das melhores e ele a considerou logo uma caça fortunas. Ele não permitiria nunca que seus irmão se casasse com ela, mesmo ela estando grávida.

Mas a repentina morte de Demetrius muda completamente as coisas...

Kim estava com sérios problemas. Seu irmão adotivo havia se metido com gente errada e virado um criminoso... Isso estava destruindo seus pais, pessoas amorosas que sempre fizeram tudo pelos filhos e Kim não suportava vê-los sofrendo. Seu pai já havia tido um infarto por causa do filho criminoso e outro, o médico disse, seria fatal.

E foi por causa do amor que sentia pelos pais que decidiu enganar Markus e fazê-lo se casar com ela...

Markus acreditava que Kim estava grávida de seu falecido irmão e, para proteger o nome da família, decidiu se casar com ela e dar seu nome para a criança.

Mas quando a verdade vir à tona... O que será que acontecerá?


-O livro é bom. Dos seis livros que li da autora, posso considerar esse o melhor... Menos agressivo, embora ainda seja agressivo. Markus tem um sério problema com seu temperamento e ainda não sei como ele não bateu de verdade na mocinha. Eu estava até aguardando por isso, pois o arrogante perdeu o controle diversas vezes. Mas é claro que ele deixou suas marcas nela. Um aperto forte de braço aqui, um empurrão ali... Nada demais, né? Se fosse comigo ele precisaria encontrar outra esposa, pois eu não aturaria nem um arranhãozinho de nada... Mas a Kim aceita tudo. Até se ele a tivesse espancado ela teria aceitado numa boa... Ele era seu marido, logo, podia tudo.

-Vocês gostam de calça comprida? Aquelas calças jeans que usamos para ir ao colégio, à faculdade... Que gostamos de usar com uma camiseta durante o dia-a-dia? Eu adoro calça jeans! É o que mais tenho no armário... Só uso vestidos, saias quando o lugar para onde vou exige mais esse tipo de roupa, mas, geralmente, estou usando calça jeans. É confortável, combina com qualquer blusa... E acho que não chama muito a atenção. Mas por que estou falando de calça comprida, calça jeans? Simplesmente porque Markus Christu proibiu terminantemente Kim de usá-las. Ela só pode usar o que ele decidir que ela deve usar. E as calças estavam proibidas. O que a Kim fez? Obedeceu, é claro! A palavra dele é lei e não pode ser desobedecida.

Vocês gostam de usar casaco quando está calor? Que pergunta idiota, né? Ainda mais se esse calor é na Grécia, um país muito quente... Ninguém que esteja com calor quer ficar com mais calor ainda, né?

Leia esse trecho:

"-Estive trancado no meu escritório o dia inteiro. Preciso respirar um pouco de ar puro.

Kim pulou da cadeira, ansiosa por acompanhá-lo.

-É melhor ir buscar um casaco, Kim.

-Ah, não.

-Vá buscar - interveio ele, autoritário - Espero por você no hall.

-Mais está muito quente, Markus, não há necessidade...

- Faça o que mandei.

Reconhecendo o tom imperioso daquela voz, ela obedeceu, corando levemente."

-Interessante, não? Eu achei interessante demais. Lembro bem do que eu falei quando li "faça o que mandei". Eu simplesmente gritei: "Que inferno!Vá para o inferno!" E quando ela obedeceu eu senti vontade de bater nela. Oh, mocinha estúpida!

-Como disse, o livro não é ruim e até é o melhor livro que já li da autora... Mas... Preciso evitar os livros dessa autora se não quiser fazer mal para minha saúde.




2 de julho de 2010

Loucuras de Verão - Anne Hampson

KIM ESTAVA NUMA BELA ENRASCADA: PRESA NO IATE DE DAMON, PARA QUEM ELA ERA UMA ASSALTANTE, E PIOR, APAIXONADA POR ELE!

Quando Kim chegou à Grécia, para visitar a família, ficou sabendo que sua irmã mais nova estava decidida a fugir com um homem casado. Para impedi-la, Kim pôs em prática um plano perigosíssimo: raptar o namorado da irmã. Mas um datalhe não deu certo e ela raptou o homem errado.


De repente, Kim é quem estava nas mãos de Damon Souris, um grego riquíssimo, convencido de que ela o havia raptado para conseguir muito dinheiro como resgate. Mesmo enraivecido, Damon era um homem fascinante. E agora? Como convencê-lo a não entregá-la à polícia? Como fazê-lo acreditar que ela não era a assaltante que imaginava?

Palavras de uma leitora...

Essa foi uma péssima escolha de livro para ler ontem, no dia do meu aniversário. Me irritei muito. Falar que me irritei muito é pouco. Damon não ganhou o meu perdão. Cruel demais para ser digno de perdão. A tola da Kim que o perdoou. E adivinhe! Ele não pediu perdão!


A família de Kim a considera inteligente, mas eu a considero uma completa idiota! Que plano mais besta! É não ter noção do perigo! Ela tem mesmo 23 anos? Parece ter 13! E acho que até uma adolescente de 13 anos é mais sensata que ela.


Damon é frio, arrogante e muito cruel... Capaz de bater quantas vezes quisesse numa mulher! E bateu na Kim! Tudo bem que na primeira vez não sabia que ela era uma mulher, mas mesmo que soubesse, a teria agredido. Mas depois tinha certeza que ela era mulher. Puxou o cabelo dela, a sacudiu com força suficiente para fazê-la gritar e se ela não obedecesse, a teria agredido muito mais. Não posso sentir simpatia por um homem tão agressivo e uma mulher tão submissa.

Não gostei muito dessa história. Na verdade, não sou muito fã das personagens dos livros da Anne Hampson.


Bjs!

14 de maio de 2010

Mulher Indomável - Anne Hampson


Se Liz não se casasse com Nigel Shapani — um desconhecido — toda a herança deixada por seu excêntrico bisavô iria para uma instituição de caridade. Seus tios e avós, muito idosos, ficariam na miséria. Assim, obedecendo àquele odioso testamento, ela concordou com o casamento, embora achasse Nigel arrogante e prepotente como a maioria dos homens. E foi com ele para a Grécia, tentando adaptar-se a sua nova situação. Felizmente o casamento era um trato de conveniência e não a obrigava a maiores intimidades com o marido. Até quando, porém, suas defesas a protegeriam do magnetismo daquele grego tão sedutor?


Palavras de uma leitora...

Na minha opinião, Mulher Indomável não deveria ser o título do livro, "Mulher facilmente domável" combina mais com a personagem Liz. Pensei que esse livro iria atender a minhas expectativas de ver uma mulher vencer um grego, ou qualquer outro homem que se julga invencível, mas não. Ela me decepcionou. Desde o início se entregou à luxúria e o deixou dominá-la. Atendeu suas vontades... Seus pequenos ataques de rebeldia foram insignificantes... Mas apesar de tudo é um bom livro.

12 de maio de 2010

Meu Primeiro Amor - Anne Hampson


Sarah era feliz vivendo sozinha em Londres. Sozinha com suas lembranças de Carl Duris, o grego viril e carinhoso que tinha feito seu coração desabrochar nos sobressaltos do primeiro amor.



Sozinha com suas lembranças e com a certeza de que nunca se casaria. Bastavam, para ela, as experiências vividas por sua mãe e por sua irmã, dominadas por maridos cruéis. Até que, por um capricho do destino, ela reencontrou Carl, tornando-se prisioneira dele naquela pequena ilha grega, distante de tudo. E era um Carl diferente este que ela enfrentava agora, amargurado, violento, cruel. Apavorada, Sarah percebeu que jamais teria chance de fugir da ilha, a não ser que descobrisse o segredo terrível que havia transformado Carl naquele monstro...



Palavras de uma leitora...

Fico me perguntando se os homens piraram de vez nos últimos tempos. Que culpa uma jovem de dezoito anos tem se a esposa de um homem resolveu se suicidar e levar o filho de três anos com ela? Mas para Carl, Sarah tinha toda a culpa e estava decidido a fazê-la pagar por isso... E subornou o chefe da moça para ir embora da ilha sem levá-la com ele. Uma prisioneira! Foi nisso que a transformou! Queria que ela lhe desse filhos e fosse sua escrava na cama... Posso dizer-lhes, nutri um grande ódio por aquele homem... no princípio. Acho que no fundo, o verdadeiro motivo de ele decidir sequestrar a pobre Sarah, não foi a vingança por causa de sua infelicidade num casamento mal sucedido, mas o fato de não conseguir viver sem ela. Tenta sufocar sem amor usando de maus-tratos... Mas no último instante decide mudar... E é isso que me irrita! Ele poderia ter acabado com aquela sórdida maldade há muito tempo, mas só no último momento ele decide fazê-lo. Mas sabe como ele decidi mostrar seu amor? Deixando-a ir sem fazer objeção. Ele já tinha arruinado a vida da moça e destruído seu coração, orgulho e auto-estima... Como pôde ter a ousadia de deixá-la partir sem dizer tudo que sentia, sem pedir perdão... ou até mesmo sacudindo-a e gritando que ela nunca o deixaria?... Qualquer coisa era válida, menos aquela atitude patética de um homem capaz de tudo, menos deixar de lado o maldito orgulho e correr atrás da mulher amada... Ah, mas sabe quem resolve essa situação? A idiota da Sarah! A adoro...ela tem um coração nobre e sensível... sempre pensando nos outros antes de pensar em si própria. Mas peraí! Depois de tudo que aquele homem  lhe fez ela tem a coragem de correr de volta para os braços dele? Sem ao menos ele lhe pedir perdão? Um cúmulo! Um homem que não é capaz de deixar de lado o orgulho idiota e lutar por sua mulher... Não pode ser digno dessa mulher.

10 de maio de 2010

Lábios de Fogo - Anne Hampson

—Era assim que você tratava Marcella? Dando ordens como se fosse um deus? — Raine gritou, perdendo o controle. Os olhos negros de Darius brilharam perigosamente, mas sua voz estava calma, quando respondeu: — Ela não era uma hipócrita como você. Por isso, eu a respeitava. Raine estremeceu. Apesar de tudo, ele tinha razão. Devia estar louca, quando aceitou casar com aquele bárbaro, só por vingança. Agora, não passava de uma escrava que ele arrastava para a cama e possuía, sem qualquer sentimento, além de ódio e desejo. Tinha que suportar até a presença da ex-amante do marido em sua própria casa. Casa? Aquela mansão era uma prisão, onde cada empregado vigiava seus passos. Onde estava condenada a passar o resto da vida, infeliz e desgraçada.

8 de maio de 2010

Um Homem sem Compaixão - Anne Hampson

Sinopse: "Uma viagem a Chipre para rever velhos amigos e deixar-se envolver pela paisagem do mar Mediterrâneo talvez fosse a solução para Helen esquecer o casamento desfeito de modo tão brutal. Ainda estava muito vivo em sua memória aquele trágico acidente em que seu marido morrera... nos braços de outra mulher. Mas embora Helen não quisesse mais amar, o destino lhe preparava uma cilada colocando em seu caminho Leon Petrou, um homem de alma de gelo e coração de pedra, para quem as mulheres não passavam de empreendimentos comerciais de que se deveria tirar todo o lucro possível!"
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