6 de janeiro de 2021

Projetos de leitura 2021


Olá, queridos!


E chegou a hora de conferir de quais desafios participarei este ano. 


Estipulei, ainda no ano passado, como principais metas:


-> Participar do Desafio Literário Livreando 2021

-> Ler 12 livros selecionados antecipadamente

-> Ler pelo menos 50 livros da minha estante


Assim, deixarei aqui neste post perfeitamente organizadas as anotações, conforme for cumprindo os desafios. Para conferir meu progresso, bastará acessar o post, cujo link ficará disponível no menu superior do blog. 


Desafio Literário Livreando 2021


É um desafio criado pela Tâmara Nunes, do blog Livreando. Desta vez, serão três temas mensais e o objetivo é nos incentivarmos a ler mais. Irei atualizando com os livros escolhidos e links das resenhas conforme for lendo. 





Janeiro

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Tema:

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Tema:

3- 
Tema: 



12 Livros para 2021

1- Tudo o que Ela sempre Quis - Barbara Freethy
2- Mary Barton - Elizabeth Gaskell
3- Tatiana e Alexander - Paullina Simons
4- Corações Quebrados - Sofia Silva
5- Ensaio sobre a Cegueira - José Saramago
6- Diva - José de Alencar
7- Drácula - Bram Stoker
8- Os Tambores do Outono - Diana Gabaldon
9- A Senhora de Wildfell Hall - Anne Brontë
10- Harry Potter e o Enigma do Príncipe - J. K. Rowling
11- Purgatório - Dante Alighieri
12- Paraíso - Dante Alighieri



Ler 50 livros da minha estante


O objetivo é que entre as minhas leituras deste ano a maioria seja de livros que já fazem parte da minha estante. 


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4 de janeiro de 2021

Fechando 2020


 

Olá, queridos!


O que dizer do ano que se foi?! 2020 foi um pesadelo de tantas formas diferentes... Tudo o que quero é agradecer a Deus por estarmos vivos, por ainda termos forças para lutar. Por termos esperança... de que dias melhores virão para todos nós. Eu tenho fé que conseguiremos vencer a Covid-19, que a vacina chegará segura e eficaz, e o mundo voltará ao normal. Espero que depois de tudo isso o ser humano aprenda a ser melhor.


Embora tenha me alegrado com a virada de ano, pois 2020 ficava para trás... Não pude deixar de sentir uma imensa tristeza por todas as vidas que esse vírus tirou, por todas as famílias despedaçadas. 2020 se foi, mas as marcas que ele deixou serão difíceis de apagar...


Voltando ao blog... Mesmo com todo o transtorno provocado pelo ano passado, eu consegui ler 70 livros, quando minha meta pessoal era ler 50. Fiquei bem feliz por isso! E para 2021 sigo com a meta de ler pelo menos 50 livros. 


No link Projetos de leitura 2020 vocês conseguem conferir tudo o que li para os desafios/projetos e o que acabou ficando pendente. Mas deixarei aqui um resumo:


Ler 12 Livros Nacionais -> Desafio cumprido tranquilamente. Li 15 livros nacionais. 

Ler 12 Livros Clássicos -> Li 35 livros clássicos. 

Ler 50 livros da minha estante -> Aqui a regra era ler livros que tivessem sido adquiridos antes de 2020. Então, eu li 35, não tendo cumprido a meta.

Desafio Literário Livreando 2020 -> Eu cumpri 50 dos 60 temas. Posso dizer que fui bem.rs

Projeto do canal Aventuras na Leitura -> Eram 10 temas e eu cumpri 9. 

Desafio do canal Literature-se -> Cumpri 11 dos 12 temas. 

12 livros para 2020 -> Este foi um fracasso total.kkkkkk Li apenas 2 dos 12 livros que selecionei. 


Total de livros lidos em 2020: 70 livros. 

Total de filmes: 21

Total de séries finalizadas (completas): 1

- Bay Yanlis (turca)


Total de séries continuadas (que comecei a assistir anos antes e continuei em 2020): 3

- Lucifer

- Erkenci Kus (turca) 

- Dolunay (turca) 


Total de séries iniciadas (que comecei a assistir em 2020): 2

- Bom Dia, Verônica - assisti toda a primeira temporada

- Bridgerton


Séries em dia (que estou acompanhando as temporadas): 2

- Lei e Ordem Unidade de Vítimas Especiais

- Bom Dia, Verônica




E é isso, gente! Feliz Ano Novo!!! Que 2021 seja um ano mais feliz, tranquilo, com muito amor e saúde! 



2 de janeiro de 2021

Livros lidos e não resenhados (outubro, novembro e dezembro de 2020)


Literatura Infantil
Título Original: Lunchtime
Tradutora: Juliana Torres
Editora: Melhoramentos
Edição de: 2018
Páginas: 31 (e-book)

59ª leitura de 2020

Sinopse: Chegou a hora do almoço para uma garotinha, mas ela não está com a mínima fome. A pequena recebe visitas inesperadas e famintas, que... Nham, nham!... comem toda a sua comida! Ufa! Ainda bem que crianças não são saborosas... É hora do almoço! é uma colorida história sobre comida, amizade e diversão! Será que vai dar fome?



Esta é uma historinha infantil, que dá para ler em menos de vinte minutos de tão curtinha. Nela temos uma pequena travessa que não quer comer, pois está muito ocupada desenhando e pintando. Então, a mãe, brava, manda ela sentar à mesa para comer, mas a garotinha apenas fica lá sentada, sem nem tocar na comida, de birra. Claro que não era certo desperdiçar a comida, é o que pensam o crocodilo e o urso que resolvem saborear a refeição no lugar dela.rs Ah, o lobo também aparece para compartilhar a refeição! É uma historinha bem simples e divertida.




Literatura Inglesa
Título Original: Persuasion
Editora: L&PM Pocket 
Edição de: 2011
Páginas: 256

61ª leitura de 2020

Sinopse: Anne Elliot é uma nem tão jovem solteira que, seguindo os conselhos de uma amiga, dispensara, sete anos atrás, o belo e valoroso - porém sem título nobiliárquico e sem terras - Frederick Wentworth. No entanto, o futuro sentimental e financeiro de Anne não é muito promissor, e quando o destino a coloca frente a frente com Frederick, agora um distinto capitão da Marinha britânica, reflexões, conjunturas e arrependimentos são inevitáveis.



O único motivo para eu não ter feito resenha deste livro é que já o li antes, em 2018, e fiz resenha na época (clique aqui para lê-la). Eu o reli em outubro numa leitura coletiva pelo WhatsApp e foi maravilhoso revisitar esta história e seus personagens tão marcantes. Recordei os motivos para ter amado tanto a história quando a li pela primeira vez, bem como voltei a passar raiva com aquela família egoísta na qual a Anne teve o azar de nascer. Mas foi impossível não tornar a sonhar com o amor tão lindo que unia Anne e Frederick e nem o passar do tempo conseguiu destruir. Amo muito este casal!




Literatura Nigeriana
Tradutora: Christina Baum 
Editora: Companhia das Letras
Edição de: 2014
Páginas: 37 (e-book)

64ª leitura de 2020

Sinopse: O que significa ser feminista no século XXI? Por que o feminismo é essencial para libertar homens e mulheres? Eis as questões que estão no cerne de Sejamos todos feministas, ensaio da premiada autora de Americanah e Meio sol amarelo.

"A questão de gênero é importante em qualquer canto do mundo. É importante que comecemos a planejar e sonhar um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens mais felizes e mulheres mais felizes, mais autênticos consigo mesmos. E é assim que devemos começar: precisamos criar nossas filhas de uma maneira diferente. Também precisamos criar nossos filhos de uma maneira diferente."
Chimamanda Ngozi Adichie ainda se lembra exatamente da primeira vez em que a chamaram de feminista. Foi durante uma discussão com seu amigo de infância Okoloma. "Não era um elogio. Percebi pelo tom da voz dele; era como se dissesse: 'Você apoia o terrorismo!'". Apesar do tom de desaprovação de Okoloma, Adichie abraçou o termo e — em resposta àqueles que lhe diziam que feministas são infelizes porque nunca se casaram, que são "anti-africanas", que odeiam homens e maquiagem — começou a se intitular uma "feminista feliz e africana que não odeia homens, e que gosta de usar batom e salto alto para si mesma, e não para os homens".
Neste ensaio agudo, sagaz e revelador, Adichie parte de sua experiência pessoal de mulher e nigeriana para pensar o que ainda precisa ser feito de modo que as meninas não anulem mais sua personalidade para ser como esperam que sejam, e os meninos se sintam livres para crescer sem ter que se enquadrar nos estereótipos de masculinidade.

 




Esta foi minha primeira experiência com uma obra da autora. Aqui temos um texto de não ficção, uma versão modificada, conforme a autora diz na introdução do livro, de uma palestra que ela deu em dezembro de 2012, durante uma conferência. No livro, a Chimamanda fala de suas próprias experiências ao presenciar atitudes machistas (até mesmo de amigos e parentes que não percebem o machismo em suas atitudes) e ao se reconhecer como uma pessoa feminista. As dificuldades de ser feminista num mundo tão problemático e num país onde existem costumes que tornam ainda mais árdua a sua luta por igualdade. 

"A cultura não faz as pessoas. As pessoas fazem a cultura. Se uma humanidade inteira de mulheres não faz parte da nossa cultura, então temos que mudar nossa cultura."

É um livro incrível, que eu devorei encantada! E decidi que quero ler tudo o que esta autora escrever! Cheguei a ler longos trechos para minha mãe e minha tia, pessoas que eu luto para que entendam a essência do feminismo, pois é um movimento com o qual elas não têm muita intimidade, não conhecem, apenas ouvem falar coisas ruins sobre o assunto e eu tento mudar isso. Tento mostrar que ser feminista é algo bom, necessário para a construção de um mundo melhor. Amei demais este livro!




Literatura Nigeriana
Editora: Companhia das Letras
Edição de: 2017
Páginas: 57 (e-book)

65ª leitura de 2020

Sinopse: Um texto comovente e propositivo de uma das maiores escritoras contemporâneas sobre como combater o preconceito pela educação.

Após o enorme sucesso de Sejamos todos feministas, Chimamanda Ngozi Adichie retoma o tema da igualdade de gêneros neste manifesto com quinze sugestões de como criar filhos dentro de uma perspectiva feminista.
Escrito no formato de uma carta da autora a uma amiga que acaba de se tornar mãe de uma menina, Para educar crianças feministas traz conselhos simples e precisos de como oferecer uma formação igualitária a todas as crianças, o que se inicia pela justa distribuição de tarefas entre pais e mães. E é por isso que este breve manifesto pode ser lido igualmente por homens e mulheres, pais de meninas e meninos.
Partindo de sua experiência pessoal para mostrar o longo caminho que ainda temos a percorrer, Adichie oferece uma leitura essencial para quem deseja preparar seus filhos para o mundo contemporâneo e contribuir para uma sociedade mais justa.

 



No mesmo dia que terminei de ler o livro anterior, eu comecei a ler este da mesma autora, e que mais uma vez aborda o feminismo, só que agora dando orientações para uma amiga na educação de sua filha como uma menina feminista. A amiga dela tinha pedido sua ajuda, pois queria educar a filha da melhor maneira possível, ensinando valores que a preparassem para enfrentar um mundo desigual, e ter a força necessária para lutar por seus direitos. Eu apreciei muito a leitura e entendi que originalmente era uma carta particular, uma conversa entre a autora e sua amiga. O ponto que não me agradou foi o livro vir com o título "para educar crianças feministas", dando a ideia que são orientações voltadas tanto para a educação de meninas quanto de meninos. E isso não é verdade. Aqui eu não estou fazendo nenhuma separação ou limitação de gênero, não é nada disso. É que a autora o tempo todo volta seu texto para a educação da filha de sua amiga, aplicando e voltando seus ensinamentos apenas para as meninas. E eu esperava algo diferente. Esperava que fosse tanto para meninas quanto para meninos, que fosse realmente um livro com orientações para educar crianças feministas, independente de ser uma menina ou um menino. Embora algumas coisas sim se apliquem aos dois, o livro não é voltado para isso. As orientações acabam excluindo os meninos e fiquei decepcionada com isso, já que a própria autora, em seu livro anterior, defende que o feminismo não é exclusivo das mulheres. Que os homens podem, e devem, ser feministas, fazerem parte desta luta. 



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