Título Original: Pollyanna
Tradutor: Paulo Silveira
Editora: Nova Fronteira
Edição de: 2018
Páginas: 192
13ª leitura de 2020
*Publicado originalmente em 1913
"A Poliana é uma garota fantástica. Ela sempre vê o lado bom das coisas e, apesar de ainda ser novinha, acaba ensinando todos ao redor com seu jeito sensível e amoroso. Todo mundo deveria conhecer essa história, que passa uma mensagem tão positiva.É muito legal poder viver a personagem na televisão, depois de ter me encantado com ela nas páginas do livro. E esta edição está muito fofa, tem tudo a ver com a Poliana. Simplesmente incrível." Sophia Valverde, atriz
Sabe aquele livrinho que te deixa com um quentinho no coração? Que te deixa leve e te dá esperanças? Poliana é exatamente assim. Uma história que me fez muito bem. Não apagou toda a tristeza causada pelos acontecimentos da semana passada, mas fez eu me sentir melhor, disposta a tentar o jogo ensinado pela pequena menina de 11 anos, que tinha mais sabedoria do que muitos adultos.
Poliana é uma criança de onze anos que perdeu recentemente a única família que lhe restava: seu pai, um missionário muito pobre, mas que passou a vida inteira se dedicando aos outros, aos ensinamentos cristãos de amor e compaixão, de ajuda ao próximo. Os irmãos da menina tinham ido para o céu, sua mamãe também e agora o seu papai. Dependente da caridade das cristãs auxiliadoras, ela não tinha quem se responsabilizasse por ela... até que entraram em contato com sua tia, irmã de sua mãe, uma pessoa que Poliana ainda não conhecia.
Paulina Harrington era a última sobrevivente de uma família muito rica, que não sabia o que era passar por necessidades na vida. Joana, sua irmã mais velha (e mãe de Poliana) foi deserdada por ter escolhido se casar com um pastor pobre, em vez de aceitar a proposta de alguém "adequado", de família tão tradicional quanto a dela. Paulina detestava o cunhado por ter levado sua irmã, mas o dever, algo que sempre levava muito a sério, a fez aceitar receber a sobrinha em sua casa, mesmo que na realidade quisesse distâcia dela.
Mesmo morando numa mansão com muitos quartos lindos e confortáveis, Paulina colocou a criança num quartinho no sótão, feio e abafado, onde era praticamente impossível dormir, por conta do calor insuportável. Ao saber que tinha uma tia tão rica, Poliana, que nunca teve nada de confortável na vida, chegou a sonhar com o lindo quarto que teria, com tapetes e quadros, mas a realidade se mostrou bem distante de tudo o que ela poderia desejar.
No entanto, Poliana era uma menina diferente. Educada por um pai que aprendera a encontrar motivos na vida para ser feliz, mesmo não tendo condições de comprar nada para sua princesinha, ela aprendeu o "jogo do contente", que consistia em encontrar em cada situação ruim um motivo para sorrir.
"Respirar somente não é viver."
Poliana é uma criança de onze anos que perdeu recentemente a única família que lhe restava: seu pai, um missionário muito pobre, mas que passou a vida inteira se dedicando aos outros, aos ensinamentos cristãos de amor e compaixão, de ajuda ao próximo. Os irmãos da menina tinham ido para o céu, sua mamãe também e agora o seu papai. Dependente da caridade das cristãs auxiliadoras, ela não tinha quem se responsabilizasse por ela... até que entraram em contato com sua tia, irmã de sua mãe, uma pessoa que Poliana ainda não conhecia.
Paulina Harrington era a última sobrevivente de uma família muito rica, que não sabia o que era passar por necessidades na vida. Joana, sua irmã mais velha (e mãe de Poliana) foi deserdada por ter escolhido se casar com um pastor pobre, em vez de aceitar a proposta de alguém "adequado", de família tão tradicional quanto a dela. Paulina detestava o cunhado por ter levado sua irmã, mas o dever, algo que sempre levava muito a sério, a fez aceitar receber a sobrinha em sua casa, mesmo que na realidade quisesse distâcia dela.
"Paulina Harrington nem se ergueu da cadeira para receber a sobrinha. A arrogante senhora olhou para a menina por cima do livro que lia e só estendeu a mão, como se a palavra dever estivesse escrita em cada dedo."
Mesmo morando numa mansão com muitos quartos lindos e confortáveis, Paulina colocou a criança num quartinho no sótão, feio e abafado, onde era praticamente impossível dormir, por conta do calor insuportável. Ao saber que tinha uma tia tão rica, Poliana, que nunca teve nada de confortável na vida, chegou a sonhar com o lindo quarto que teria, com tapetes e quadros, mas a realidade se mostrou bem distante de tudo o que ela poderia desejar.
No entanto, Poliana era uma menina diferente. Educada por um pai que aprendera a encontrar motivos na vida para ser feliz, mesmo não tendo condições de comprar nada para sua princesinha, ela aprendeu o "jogo do contente", que consistia em encontrar em cada situação ruim um motivo para sorrir.

