Mostrando postagens com marcador Universo dos Livros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Universo dos Livros. Mostrar todas as postagens

17 de agosto de 2018

A Bela e a Fera - Elizabeth Rudnick (Disney)

(Título Original: Beauty and the Beast
Tradutora: Cely Couto
Editora: Universo dos Livros
Edição de: 2017)


Sentimentos são fáceis de mudar
mesmo entre quem não vê que
alguém pode ser seu par...

Bela deseja para sua vida muito mais do que a pequena cidade provinciana de Villeneuve pode oferecer. Lá, ela se destaca da multidão com um ponto de vista único, uma independência vigorosa e um notável amor pelos livros. Ela anseia por viagens e aventuras, por uma vida tão empolgante quanto as histórias que lê, mas, quando seu amado pai é aprisionado por uma fera em um castelo encantado, o destino de Bela muda para sempre. 

Ao arriscar sua liberdade e futuro, ela assume o lugar do pai, jurando-lhe que escaparia em segredo. No entanto, conforme aprende mais sobre a Fera e seu misterioso castelo, Bela descobre que pode haver mais sobre a história dele - e sobre a sua própria - do que ela jamais poderia ter imaginado.



Palavras de uma leitora...



- Como vocês certamente sabem se leram o post Minhas leituras atuais, não estava nos meus planos ler o livro oficial do filme da Dsiney A Bela e a Fera, protagonizado pela Emma Watson nos cinemas. Todavia, minha irmã comprou o box e eu peguei emprestado (sem pedir) e comecei a ler o livro logo no dia seguinte. Foi impossível resistir, vez que se tratava do meu segundo conto de fadas favorito (perdendo apenas para Cinderela).

Logo que iniciei a leitura percebi que se tornaria um dos meus livros queridos da vida! Eu podia já conhecer a história, ter lido o conto, ter visto o filme nos dois formatos, mas nada se compara à experiência de lê-lo em forma de um romance de 204 páginas. Foi mágico! Era tudo como o filme, mas ao mesmo tempo existiam detalhes que apenas compreendemos lendo. Tinha o passado da Fera, o que o tornou o príncipe mimado e egoísta que ele era antes da maldição. Os sentimentos da Bela começando em seu interior, como ela se sentia, o que pensava disso... As conversas sobre livros... Tudo era muito melhor no livro. Eu viajava dentro dessas páginas... ia para um outro mundo. Cheio de magia e amor. De amizade. De recomeço e esperança.

"Os servos deixaram escapar um suspiro coletivo quando as portas se fecharam atrás do príncipe. Pelas horas seguintes, eles poderiam relaxar fora do alcance de seu amo cruel, mimado e grosseiro."

Era uma vez um belo príncipe, que vivia num luxuoso castelo e não se importava com nada nem ninguém além de si mesmo. Ele amava festas e somente aqueles que possuíssem uma consideração beleza mereciam a honra de um convite. A imperfeição jamais era bem-vinda. Gostava de estar rodeado de pessoas como ele e se aturava gente inferior é porque necessitava de alguém para limpar e organizar sua propriedade. Jamais demonstrava sentimentos. E se sorria geralmente era com sarcasmo. Nunca dava um sorriso sincero, feliz

Naquela festa em particular alguém que não fazia parte da lista de convidados teve a ousadia de entrar. Era uma senhora idosa, mendiga, que pediu abrigo da tempestade terrível que se desencadeava do lado de fora. Só por uma noite, ela suplicou. Do lado de fora o frio era cortante. E dentro do castelo, mesmo nos cômodos mais velhos, esquecidos pelo seu proprietário, existia um espaço para ela. Onde ninguém sequer a notaria. Mas o príncipe não se importou. Não tinha piedade. 

"- Você não entende, sua velha? Este é um lugar para a beleza. - A voz dele era fria. - Você é feia demais para o meu castelo. Para o meu mundo. Para mim."

- Só que as aparências podem enganar... Ao perceber que o coração do príncipe não amoleceria, a velha tão humilde resolveu mostrar quem verdadeiramente era. Uma feiticeira belíssima que o havia submetido a um teste no qual ele não passou. E como tudo gera consequência... ele pagaria muito caro pelo seu erro. Pela sua falta de compaixão. De que adiantava ser um ser humano se não possuía humanidade? Talvez fosse melhor consertar as coisas... 

"Eles observavam chocados a transformação do príncipe se completar. Onde antes se erguia um belo homem, agora se acovardava uma fera horrível."

A feiticeira amaldiçoou não só o príncipe, mas os outros habitantes do castelo, transformando-os em objetos e fazendo todos serem esquecidos pelo povoado. Vivendo um eterno inverno, um ciclo de sofrimento que só teria fim se a Fera que agora existia no lugar do homem aprendesse a amar e conquistasse o coração dessa pessoa. Caso contrário, a maldição se completaria e ele seria uma Fera pelo resto de sua vida. 

"Os dias viraram anos, e o príncipe e seus servos foram esquecidos pelo mundo até que, enfim, o castelo encantado foi isolado e trancafiado em um inverno perpétuo. A feiticeira apagou a memória da existência daquele lugar e dos que viviam nele, até mesmo das mentes das pessoas que os amavam."

Do outro lado dessa história temos Bela, uma jovem a frente do seu tempo, apaixonada pelos livros e que sonha em viver num lugar diferente e distante da monotonia daquele pequeno povoado onde morava há tantos anos, mas seguia sendo vista como uma forasteira, uma pessoa indesejada, que não se encaixava. Por mais que tentasse sorrir e ignorar os olhares e comentários seu coração doía. Ali ela não tinha nenhum amigo além do padre Robert, que sempre lhe emprestava um livro novo... embora na verdade ela já tivesse lido toda a biblioteca dele e não tivesse mais nada diferente para ler, tendo que se contentar em reler suas histórias preferidas. Sua única família era seu querido pai, um homem um tanto distraído, mas que a amava com todo o coração. 

Naquele ano, como em todos os outros, seu pai viajaria para vender as caixinhas de música que fazia. Bela se sentia muito solitária nesses momentos, mas ele sempre se recusava a levá-la. Porque, segundo ele, Bela estaria mais protegida ali, em seu lar. E como era costume o pai perguntaria o que ela desejava e ela responderia que queria que lhe trouxesse uma rosa. Só que, daquela vez, as coisas correriam mal. 

Após sobreviver quase por um milagre ao ser atacado por lobos, Maurice, o pai de Bela, acaba encontrando um castelo no meio da floresta... um lugar que ele sequer imaginava que existia. Tudo parecia aconchegante no início, embora um tanto estranho. Mas quando percebeu que o local parecia estar "vivo" ele se assustou e resolveu fugir. No caminho viu as rosas e lembrando-se do pedido de sua filha arrancou uma delas. Foi quando ouviu o rugido. 

Quando o cavalo de seu pai retornou sem ele, Bela entrou em desespero. Sabendo que somente o animal saberia o que havia acontecido, ela o montou e saiu em disparada, deixando-se levar por ele. Ao descobrir que seu pai estava sendo mantido prisioneiro no castelo por uma Fera terrível, ela não hesitou em trocar a sua vida pela dele. 

"Enquanto Maurice ficou obviamente devastado, a Fera parecia confusa. 
- Você tomou o lugar dele? - a Fera perguntou a Bela. - Por quê?
- Ele é meu pai - respondeu ela sem hesitar."

E é a partir daí que nossa história começa...

- Nem sei o que mais eu poderia falar!kkkkkkkkk... Amei tanto!!! E que livro maravilhoso! A autora soube adaptar muito bem a história, fazendo transbordar das páginas toda a magia, todo o amor e a cumplicidade que fazem desse conto tão querido. E sabermos o que tornou o príncipe o homem amargo e insensível que ele era é um diferencial incrível. No livro eu me senti mais tocada, sabe? Quando é narrado o passado dele nós nos emocionamos, conseguimos imaginar a criança que ele tinha sido... e tudo o que perdeu. Acho que no filme também tem a mesma cena (não me recordo), mas no livro é mais real, mais tocante. 

E a maneira como a relação entre a Bela e a Fera se constrói é linda! Claro que no princípio eles se detestavam. A Fera só vivia de mau humor, por motivos óbvios.rs Estava amaldiçoado, seu tempo estava acabando e em vez de procurar amar alguém e ser amado ele já dava por certo que as últimas pétalas da rosa cairiam e ele seguiria daquela forma para sempre. Para que lutar?! Bela também possuía seus motivos para estar furiosa e nem um pouco disposta a tratá-lo bem. Era uma prisioneira naquele lugar. E tudo o que queria era fugir. Só que nem tudo pode ser como desejamos... e uma série de acontecimentos farão com que eles percebam que têm mais em comum do que podem imaginar... e que um sentimento belo pode sim surgir no meio de tudo o que estava errado. 

"Ao fechar a porta, deu uma última olhada na rosa. Enquanto observava, outra pétala caiu. Ela desejou que houvesse algo que pudesse fazer pelas pobres almas ali aprisionadas. Mas parecia uma causa perdida, tão impossível quanto voltar no tempo."

- Bela é uma mocinha maravilhosa! Além de ser uma apaixonada por livros (o que a faz ganhar muitos pontos comigo!kkkkkkkkk...) ela é um ser humano incrível. Bondosa, mas não boba. Carinhosa, mas que tem sua personalidade e sabe explodir quando a outra pessoa merece. Ela não se apaixona pelo lado ruim da Fera. Enquanto ele agia mal apenas a afastava. É somente quando enxerga quem ele verdadeiramente era e tentava esconder que as coisas mudam entre eles. E ela se apaixona. Quando ele muda é que obtém o interesse dela. Ele precisou abrir o próprio coração para conquistar o amor dela. E amar significa deixar a pessoa ir... Porque amor e prisão não combinam. Quando o sentimento é verdadeiro só queremos a felicidade da outra pessoa mesmo que não seja ao nosso lado. Algo que a Fera compreende e por isso abre mão de si mesmo... por ela

"Ele tinha aberto seu coração havia tanto tempo fechado, e qual tinha sido o resultado? Uma ferida mais profunda do que ele era capaz de suportar. Porque ele sabia que a memória de Bela, assim como a maldição, ficaria com ele para sempre."

- Outra coisa que merece comentário é a paixão mútua por livros. Ambos eram loucos por literatura. E isso me proporcionou cenas deliciosas. Que sonho seria ter uma biblioteca como a da Fera! E que sorte da Bela por ter aquele lugar todo para ela! Queria tanto estar em seu lugar!kkkkkkkkk... 

Eu recomendo muito que vocês deem uma chance à história! O fato de já a conhecermos não altera em nada sua beleza. Continua sendo uma leitura maravilhosa! E eu já estou com vontade de reler.rsrs


Bjs!

4 de novembro de 2016

Dulce Amargo - Dulce María

(Título Original: Dulce Amargo
Tradutora: Gabriela Cleefi
Editora: Universo dos Livros
Edição de: 2015)


Lembranças de uma adolescente

Neste emocionante livro, a cantora mexicana Dulce María abre o coração para compartilhar uma série de composições suas com os fãs, dando voz à montanha-russa de sensações que é a juventude. Com o propósito de incentivar no público a reflexão sobre diversos temas, como amor, solidão e relacionamentos, Dulce decidiu revelar seus mais íntimos pensamentos, além de diversos desenhos feitos por ela. 

"Esses escritos foram e serão parte de quem sou", declara. Com uma visão mais madura de si e do mundo, a autora deseja transmitir mensagens de seu interior para as antigas e novas gerações de jovens, discorrendo sobre emoções que percorrem tons desde um azul melancólico até o mais brilhante e feliz. E não é que a vida é mesmo assim, cheia de altos e baixos? Você já a conhece por meio de sua voz, conheça-a agora também por meio de seu coração!




Palavras de uma leitora...




- Alguém aqui, como eu, se lembra com carinho da época maravilhosa que foi aquela na qual nos emocionávamos, ríamos e chorávamos com uma novela que para mim foi uma das melhores já feitas? Rebelde. Já ouvi dizer que os fãs da Geração RBD se dividem em três espécies: aqueles que amaram e hoje não gostam mais; os que ainda gostam, mas sentem vergonha de admitir; e os que são fãs incondicionais e não têm um pingo de vergonha de dizer, gritar aos quatros ventos. Eu pertenço a esta última espécie. :D 

No início, eu não dava nada pela novela. Estava acostumada a assistir dois tipos de novelas diferentes: as infantis, como Chiquititas, e outras como A Usurpadora, Maria do Bairro, Rosalinda, Laços de Família, Alma Gêmea... Não assistia novelas com protagonistas adolescentes, algo voltado para esse público. Não que eu não gostasse. É que não passavam novelas assim com frequência e eu não fazia ideia se iria gostar de Rebelde ou não. Mas bastou o primeiro capítulo para que a novela me prendesse com força e eu fosse completamente incapaz de resistir à ela. :) Foram tantos momentos... Foi pura magia. Emoção. Risos e lágrimas. Eu vivia intensamente com eles. E a personagem que mais me cativou, aquela por quem eu torcia e chorava junto foi Roberta Pardo, a mais rebelde, guerreira e marcante de todas. Uma personagem da qual é impossível esquecer. Interpretada pela minha querida Dulce María, autora do livro que era para eu estar resenhando agora.rsrsrs

Rebelde passou. A novela chegou ao seu fim. E a banda RBD, que surgiu a partir da novela e foi sucesso mundial, também chegou ao seu final. Porém, nos corações dos milhões de fãs espalhados pelo mundo, a novela e a banda continuam "vivas" e estarão para sempre. Porque quando a gente ama, seja o que for... uma novela, uma música, um livro, uma pessoa.... aquilo que amamos vive para sempre. O amor não morre. Passe o tempo que passar. 

Após a novela e banda, cada um dos seis protagonistas seguiu seu próprio caminho. E aquela que interpretou a minha personagem favorita continuou sendo a que eu mais admirava. Porque conhecer sua personagem apenas abriu uma porta para que a conhecêssemos também como cantora, compositora incrível e uma pessoa maravilhosa, sempre disposta a transmitir mensagens de amor e esperança... escritos que nos chegam à alma. Alguém que não precisa se esforçar para ser muito amada por seus fãs. 


- Faz pouco menos de dois anos que eu tenho este livro. É um dos mais especiais, guardado com todo carinho e cuidado na minha estante. Eu o ganhei de presente da minha mãe, que sabe o quanto sou fã da Dulce e estou sempre falando dos textos dela, suas músicas etc.rsrs E apesar de ter desejado muito ler o livro há bastante tempo, não encontrava o momento perfeito. Pegava o livro nas mãos e pensava: "Não. Ainda não é o momento. Preciso mergulhar de corpo e alma nas histórias que estão em suas páginas." E então... Ontem eu o peguei e senti uma vontade irresistível de folheá-lo... quando dei por mim já estava quase terminando e desejando com todas as minhas forças que tivesse mais páginas, mais desenhos, mais textos tão tocantes.

Além de uma atriz capaz de viver por inteiro tanto uma adolescente rebelde, querendo ser amada e ter sua voz ouvida (Rebelde) quanto uma assassina complexa (Mujeres Asesinas) ou uma vilã disposta a fazer todo o necessário para conseguir o que deseja (Corazón que Miente), Dulce é também cantora e compositora de músicas que não me canso nunca de ouvir. Se fosse mencionar as músicas dela que mais amo, falaria de quase todas.kkkkkkk... Mas as especiais, sem sombra de dúvidas, são "No se Parece", "Dejarte de Amar", "No Sé Llorar", "No Pares", "Te Daría Todo", "Dicen", "Aire", "Llévame", "Más Tuya que Mía", "Reloj de Arena", "Yo Sí Quería"... 

Mas hoje não vim falar de seus papéis nas novelas ou suas canções que sempre me dizem muito. Vim falar de seu livro, no qual ela abre um pouco mais de seu coração, dividindo com o mundo escritos de momentos de dor e alegria, perdas e conquistas, lembranças de sua adolescência e a confusão de sentimentos que fazem parte de uma época tão complicada da vida de qualquer pessoa. 

- Quando comecei a ler o livro já fui atingida pelas palavras iniciais da Dulce, quando ela relembra sua adolescência e o medo que sentiu poucos anos atrás, quando sentiu que estava perdendo aquilo que havia sido, aquilo que era e acreditava. E então teve que acordar para reencontrar a si mesma. Para não deixar que o mundo, as exigências e preconceitos do mundo lhe roubassem sua essência. As palavras dela são tão lindas e motivadoras, nos impulsionando a fazer o mesmo por nós. A nos reencontrar. A buscar aquela pessoa que deixamos para trás, aquele "eu" que tinha fé, sabe. 

A vida não é fácil para ninguém. Isso não é algo que não saibamos. Todos nós vivemos com nossos próprios fantasmas, tivemos nossas perdas, desenganos, momentos que nos marcaram profundamente. Sejam momentos bons ou ruins. Sejam perdas que nos fizeram crescer ou nos arrancaram partes de nós mesmos. Mas não há dúvidas de que cabe a nós escolher se vamos deixar a dor, os momentos ruins nos afundar ou se faremos deles pontes para seguir adiante. Pode parecer fácil falar, mas sei bem como é difícil seguir em frente depois que caímos, sobretudo quando somos derrubados por aqueles que mais amávamos e em quem mais confiávamos. Mas se paramos para olhar para a vida... para crianças brincando nas ruas... o vento passando por nós, a chuva caindo ou um arco-íris surgindo, quando recebemos o carinho de um animalzinho indefeso que nos ama incondicionalmente... vemos que viver vale a pena. Que é um privilégio estarmos aqui. E que temos que fazer o melhor. Viver da melhor maneira. É uma oportunidade única. Nenhum dia volta atrás. Nada jamais vai voltar. Cada novo dia é uma chance de escrever uma nova história, de escolher um novo caminho. De simplesmente viver. Então, deixar a dor para trás e amarmos a nós mesmos é uma escolha. Que precisa ser feita. Para que no final... a gente sinta que fez o melhor. Que viveu tudo o que poderia ter vivido. Que tudo valeu a pena. 

Neste livro, a Dulce nos mostra sua alma. Seu coração feito em pedaços e que ela reconstruiu. Nos mostra que não é apenas uma artista. Que por trás da atriz/cantora/compositora amada por milhões de fãs, vive um ser humano que sente como todos. Que perdeu como todo mundo e que sempre escolheu seguir em frente e recomeçar. Suas palavras são belas e por vezes nos fazem chorar. São escritos tão lindos, gente! Meus textos preferidos são: "Um Mar de Gente", "Pobre Lua", "Sozinha na Batalha", "Resíduos de Amor", "Pedacinhos de Estrelas" (este eu já conhecia, pois ela já o havia dividido com a gente em shows do RBD), "Mais Sua do que Minha" (quem não se lembra da música?!), "As Aparências Iludem", "Que Ninguém te Mude", e, sobretudo, "O Mito do Esquecimento". 

- Me emociona ter tido o privilégio, a linda oportunidade de ler este livro. De ler suas palavras, conhecer um pouco mais do seu coração. A Dulce, assim como a Fernanda Brum, sem nem me conhecer já me ensinou inesquecíveis lições nesta vida. Ela é uma pessoa que sempre tem algo a acrescentar, mesmo na vida daqueles que não conhece. 

Espero muito que ela siga escrevendo, sejam músicas belíssimas ou textos emocionantes como os presentes neste livro. Quero ler mais livros dela! Muito mais! :)


Deixo aqui duas das músicas da Dulce para vocês conhecerem. Espero que gostem! 


No Sé Llorar



Dejarte de Amar
Topo