14 de setembro de 2011

Véu de Lágrimas - Emilie Rose

Tempo de leitura:

3º Livro da Trilogia Vale Tudo no Amor


Lucas havia supostamente morrido 11 anos antes, no dia de seu casamento com Nadia, em um acidente. Então, quem poderia ser aquele homem do lado de fora da cobertura dela em Dallas, afirmando ser o noivo que ela amara? E por que a alegria de Nadia ao descobrir que Lucas estava vivo subitamente se transformou em medo ao perceber a frieza em seu olhar? Afinal, no passado ele jurou amá-la e honrá-la. Mas sua nova promessa era de vingança.






Palavras de uma leitora...




"Querida leitora,


Às vezes somos postas a prova pela vida quando menos esperamos. Na época em que sugeri o tema deste romance, não imaginava o quanto a vida imitaria a arte e que eu vivenciaria as experiências de minha heroína de diversas maneiras. Mas as provas impostas pela vida podem não ser tão ruins assim. Cada desafio traz em si um crescimento, normalmente para a melhor, ainda que as etapas do processo sejam por vezes difíceis. Quando o mundo de Nadia vira pelo avesso, ela tem duas opções: desistir de tudo ou enfrentar a situação. E a escolha dela é a mesma que devemos fazer nos momentos de crise. Observar Nadia reconstruir-se e descobrir sua força interior foi inspirador para mim. Por isso, espero que se a vida te desafiar, você esteja à altura da ocasião.


Boa leitura!


Emilie Rose."






- Quando comecei a ler esse livro, não fiquei indiferente. Senti raiva. Da mocinha da história. Eu me perguntava se alguém poderia ser tão fútil quanto a Nadia. E quando fui avançando na leitura, comecei a me perguntar se a intenção do casal era me matar. Talvez, por algum motivo desconhecido, eles me odiassem. E aí, o livro sofreu alguns pequenos "acidentes"...rsrs... Para diminuir um pouco minha raiva, eu joguei o livro duas vezes no chão. Podem julgar uma atitude infantil. Mas eu tinha meus motivos. E ainda fui "generosa" já que minha vontade era lançar o livro na parede.


- Quem está acompanhando minhas resenhas sobre essa trilogia sabe que, pouco antes de morrer, o pai de Rand, Mitch e Nadia colocou alguns absurdos no seu testamento. Motivo? Já disse antes, mas não custa nada repetir: tentar se reconciliar com Deus, para garantir uma vaga no céu. Depois de ter feito até o impossível para destruir a vida dos seus filhos, ele achou que poderia consertar as coisas ao colocar aqueles absurdos no testamento e depois escrever algumas cartas que deveriam ser entregues aos filhos, depois que eles cumprissem as tarefas que o cretino do pai havia escolhido para cada um. E só para lembrar:


A obrigação do Rand, do livro Risco da Paixão, era assumir a presidência da empresa da família e voltar a contratar Tara, sua ex-amante, como assistente pessoal. Motivo? O pai dele queria consertar dois graves erros: infernizar a vida do filho quando ele ainda era criança e depois ter terminado de destruir o relacionamento dele com Tara, que havia sido pega saindo do quarto do pai de Rand por volta da meia-noite e com a aparência de alguém que havia acabado de fazer sexo.


A obrigação de Mitch era procurar o filho ilegítimo de um ano do pai e mantê-lo na mansão da família por um ano. Simples? Nem tanto já que a tia do menino, Carly Corbin, jamais aceitaria ficar longe do seu pequeno. Quem leu a resenha do livro Desejo Lavrado (o único livro que AMEI dessa trilogia) sabe que Carly não passou por pouca coisa na vida. E tudo que ela viveu a tornou uma pessoa mais forte, que não se deixaria ser humilhada mais uma vez. Carly dificulta muito a vida e os planos de Mitch.


E finalmente: a obrigação de Nadia era viver por um ano numa cobertura que o pai tinha em Dallas. Ela não poderia trabalhar, ter motorista particular, cozinheira, empregada e nem sair após a meia-noite. Ela teria que ficar em casa de meia-noite até às seis horas da manhã. Também não poderia fazer festas e ver as amigas fúteis que possuía. Além de tudo isso, ela teria que conseguir se manter com uma pensão de dois mil dólares. Algo que ela achou um absurdo, já que gastava muito mais do que aquilo num vestido de noite.


O que aconteceria se um deles falhasse? Simples. Todos perderiam toda a herança, que passaria para o maior inimigo do pai deles, pelo preço de um dólar. Tudo que eles tinham seria vendido por um dólar.


Os irmãos de Nadia não haviam falhado, mas ela poderia colocar tudo à perder...


- Bem... Resumi um pouco as coisas e acho que já expliquei um pouco porque desprezei a Nadia. Ela era fútil. Passava as noites fora com pessoas que só se importavam com o que vestiam e ainda por cima se embriagava, segundo o livro. Como se não bastasse, ela queria que os irmãos resolvessem todos os seus problemas. Se tinha uma dificuldade, corria para os irmãos para que eles resolvessem tudo por ela. Isso é o que o livro nos diz. Eu não podia gostar de uma pessoa que não se importava com nada e nem com ninguém. E que tudo que fazia pelos outros, era para seu próprio bem e não os dos outros. Nas primeiras 80 páginas, essa é a imagem que temos da Nadia. A imagem de alguém que não possuía conteúdo. Que era apenas capa. Mas será que vocês já sentiram que algo aconteceu e me fez passar a ver suas atitudes de uma forma totalmente diferente?! rsrs... Pois é. Mas aviso: A PARTIR DAQUI, TERÁ SPOILER. SE NÃO QUISER SABER MAIS DO QUE O NECESSÁRIO, NÃO CONTINUE LENDO ESSA RESENHA. DEPOIS NÃO DIGA QUE NÃO AVISEI!!! :)


- Eu acreditava que a Nadia sempre havia sido essa pessoa fútil. Que sempre foi uma pessoa mimada e egoísta. Só que... depois que ela reencontra seu marido, que estava supostamente morto, conhecemos quem realmente era a Nadia. E confesso: eu me senti muito mal. Porque, eu a pré-julguei, não procurei ver além das suas atitudes, mesmo já sabendo que ela havia perdido um filho, no mesmo acidente no qual acreditava ter perdido o marido. Eu conhecia sua infância desde o livro Risco da Paixão e não procurei enxergar o que a autora já tinha me mostrado: aquela imagem fútil era falsa. Uma tentativa de defesa. Uma tentativa desesperada de não procurar o caminho mais fácil. E quando me permiti ver além das aparências, me senti uma completa tola e até mesmo insensível. Reconheço que sou uma pessoa sensível até demais. Mas parece que eu tinha esquecido disso. E quando a Nadia disse algo para o Lucas, no momento que ela sentia que seu mundo desabava mais uma vez sobre a sua cabeça, eu senti vontade de chorar. Como pude ser tão cega?! Como pude não enxergar a dor dessa mocinha???!!! Não vou inventar desculpas para meu pré-julgamento, pois não existe. Admito meu erro. Eu, que sempre tento ver além das aparências, só enxerguei a capa da Nadia. Não fui em busca do seu conteúdo.




" - E por isso você acha que está se redimindo de todas as suas faltas? - A dor que ela exibia nos olhos despedaçou o coração de Lucas. - Naquele acidente, eu perdi tudo o que possuía de mais sagrado: o homem que eu amava, o nosso filho e a chance de engravidar outra vez. - Ela suspirou antes de prosseguir: - Um mês depois, eu descobri que minha mãe tinha tirado a própria vida, em vez de ficar ao meu lado e me amar. Ela me abandonou como se eu não representasse nada na vida dela. Da mesma forma que você. Por isso, eu lhe digo que já perdi tudo o que eu tinha de maior importância. Coisas que o dinheiro não pode comprar. Por isso, não venha me falar de jogo ou de luta. Eu sobrevivi e lutei. E não fiz outra coisa a não ser seguir o jogo da vida. Porque eu precisava fazer isso ou acabaria como a minha mãe. E, acredite, houve dias em que eu considerei que a morte seria minha melhor opção. Eu achava que não tinha mais nenhum motivo para viver. - Ela deu um sorriso amargo. - Talvez o fato de saber que eu passei 11 anos desejando ter morrido com você naquele carro não signifique muito para a sua consciência. Você me perguntou por que eu não prossegui com os estudos de moda, como eu desejava. Agora eu vou lhe contar a verdadeira razão. Eu pouco me importava com a faculdade que estivesse cursando, porque eu não tinha intenção de me graduar. Passava a maior parte do tempo tentando encontrar coragem suficiente para acabar com a minha vida."


- Talvez muitos digam que suicídio, ou pensar em suicídio, é coisa de alguém que não tem coragem de lutar pela vida. Que é fraco. Bem... eu não discordo, mas também não concordo. Odeio Romeu e Julieta, porque ambos se suicidaram. Não posso considerar aquilo uma história de amor, pois além disso o livro ainda é muito fraco e os personagens não pareciam se amar tanto assim (opinião totalmente pessoal). Porém, nenhum de nós tem o direito de julgar alguém que cometeu um suicídio ou pensou em cometer. Pois somente quem passa por uma determinada situação, sabe o que sentiu ao passar por ela. Se não passamos por algo não podemos dizer que agiríamos de forma diferente. E também, o que você pode suportar não significa que outra pessoa pode suportar também. Ninguém é igual. Não é uma lição que eu aprendi ao ler o livro. Eu já tinha aprendido isso com a própria vida, mas parece que eu sofri uma amnésia temporária. Enfim... Não estou dizendo que você tem que concordar com, aceitar, a atitude de alguém. É só que... não temos direito de julgar ninguém. Falar é fácil, não? Mas, na prática, as coisas não acontecem bem assim....




- O que você faria se sua vida virasse pelo avesso? Todos nós temos coisas, ou pessoas, que são importantes para nós. O que você faria se as perdesse? Nadia perdeu tudo que tinha de mais precioso na vida. Era o dia do seu casamento. Um dia que deveria ser de imensa felicidade, mas acabou se transformando num dia marcado pela tragédia. Por causa de um descuido, ela acabou distraindo o marido, Lucas Stone, enquanto ele dirigia o carro. E acabou assim, provocando um terrível acidente. Nadia ficou seriamente ferida e entrou em coma. Quando acordou, descobriu que não tinha mais uma vida. Tudo não passava de um vazio... pois ela havia perdido o homem que amava, o filho que esperava e a possiblidade de voltar a engravidar. Como tinha sofrido uma hemorragia, e não parava de sangrar, os médicos se viram obrigados a lhe tirar o útero, roubando assim seu maior sonho... que era ser mãe. Nadia não quis mais viver e pensou seriamente em terminar de uma vez por todas com sua vida. Mas lhe faltou coragem e ela resolveu passar a fugir das lembranças.


Durante o dia, ela se matava de trabalhar. E a noite, saía com amigas que estavam mais preocupadas com a aparência do que com a amizade dela. Mas isso era bom. Pois tudo que Nadia queria era não sentir nada. Era sobreviver até o dia que Deus resolvesse levá-la. Até o dia que Ele decidisse que ela já tinha sofrido demais e era hora de partir. Nadia passou a viver com uma "máscara" em seu rosto. Escondendo quem ela realmente era. Bebeu, se feriu assim, e passou a brincar com os homens. Usá-los e depois jogar fora. Aquela não era mais ela... Mas ela não se importava, pois ser ela machucava demais. Ela queria fugir da dor. Mas quando seu pai morreu e ordenou aquilo no testamento, Nadia teve a oportunidade de corrigir seus erros e voltar a ser quem realmente era. Além disso, ela também teve a oportunidade de ser tornar uma pessoa melhor. E fico feliz por ela não ter desperdiçado essa segunda chance.


- Falando do Lucas agora... Antes de dizer qualquer coisa: eu o entendo, mas não perdoo. Aprendi a perdoar na vida real, mas quando leio um livro as coisas são funcionam bem assim...rsrs... Não senti necessidade e nem vontade de perdoar o Lucas. Realmente entendo que ele estava preocupado com o futuro da família dele. Mas Nadia também era sua família e ele não pensou nela. Aceitou os dois milhões de dólares que o pai dela lhe deu para que ele não procurasse por ela (eles já eram casados) e seguiu com sua vida, como se ela e o filho que ambos perderam, jamais tivessem existido. Posso entender o amor que ele sentia pela família e que ele se sentiu dividido, mas não posso perdoar sua escolha. Ele a abandonou. Deixou ela enfrentar aquela dor terrível sozinha. Ele foi cruel e ambicioso. Um traidor. Ele escolheu o caminho mais fácil. Simples assim. Em vez de lutar com suas próprias forças, possibilidades, ele preferiu usar o dinheiro que o pai da Nadia o ofereceu. Ele a trocou por dinheiro. E apesar dele ter "consertado" seu erro no final, eu não posso perdoá-lo. Tenho que ser sincera. Confessei que errei ao pré-julgar a Nadia, mas quanto ao Lucas... vocês podem até achar que ele não tinha opção, mas eu penso diferente e acredito que se lesse esse livro novamente, teria a mesma opinião. Ele tinha opção sim. Mesmo que passasse por dificuldades. Ele tinha a opção de manter a dignidade e lutar pelo amor deles. Tinha que pelo menos ter dado a Nadia a opção de escolher ficar ao lado dele diante das dificuldades ou não. Aí sim eu poderia entendê-lo. Mas ele foi covarde. Jogou o amor dela fora como se não fosse importante. Acreditou na palavra de um homem que o odiava e faria qualquer coisa para vê-lo longe da Nadia. Ele sequer foi atrás dela para saber se ela estava realmente bem. Não. Ele lhe virou as costas e jamais voltou atrás. O reencontro não é provocado por ele. Por algum tipo de arrependimento da parte dele. Quem provoca o reencontro é o cretino do pai da Nadia, 11 anos depois da separação. Enfim...


- Enfim... É isso. E quantas estrelas o livro vai receber? Três. Apesar da história até ser boa, não é um livro que eu lerei de novo. Não tenho a menor intenção de voltar a ler esse livro...rsrs... Eu acabei gostando da Nadia, depois de ter passado a ver além das aparências. Mas não gostei do Lucas e não vi além da aparência dele, pois ele não tem nada além...rsrsrs... Eu não o suporto. Fato. E não enxerguei amor da parte dele. Foi muito fácil ele se aproveitar do amor da Nadia. E seria até uma espécie de vingança. Um prêmio que ele não merecia. E a atitude dele no final não me comoveu nem um pouquinho sequer. Ah, fala sério! Fazer aquilo foi fácil demais. Ele mesmo disse que estando casados, tudo que era de um... era de outro. Então, ele não abriu mão de nada. Sabia que comoveria a Nadia... Não saiu perdendo. Continuou possuindo aquilo do que, supostamente, abriu mão. Para mim, ele não passa de uma capa. Não tem conteúdo. É ambicioso e falso.


- A parte mais linda desse livro para mim... é aquela na qual passa o casamento do meu casal querido...rsrs... Carly e Mitch. Fiquei muito feliz porque a autora fez questão de mostrar o casamento deles. Eu me emocionei de novo! rsrs... O único livro, dessa trilogia, que eu realmente amei e mexeu com minhas emoções, foi Desejo Lavrado. E ele é o único livro dessa trilogia que eu recomendo. Você não perderá nada se não ler Risco da Paixão e Véu de Lágrimas...rsrs...



Faz parte da trilogia:




Risco da Paixão
Desejo Lavrado
Véu de Lágrimas


Bjs e até a próxima!

Uma leitora que se envolve profundamente com as histórias que lê, que é apaixonada por músicas, filmes... uma romântica incurável.Leitora apaixonada por romances de época, clássicos e thrillers. Mãe da minha eterna princesa Luana e dos meus príncipes Celestino, Felipe e Damon (gatinhos filhos do coração). Filha carinhosa. Irmã dedicada. Amiga para todas as horas. Acredita em Deus. E no poder do amor.

7 comentários:

  1. Apesar de ser um livro que vc não apreciou por aí além, eu adorei ler a sua resenha. Ela me permitiu inclusive fazer uma introspeção..

    Beijo!
    Carla

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  2. É Lú,ele realmente é da mesma estirpe do Miles de Dança do Destino,só enxerga o próprio umbigo e pensa que convence.Vou passar longe desse livro,porque não quero me aborrecer.Já sei que não vou ser capaz mesmo de perdoar o cretino,pois nada justifica simplesmente virar as costas para a mulher que ele diz amar e seguir com a sua vida como se nada tivesse acontecido.Agora eu tenho algumas perguntas:

    Ele não tratou de se divorciar dela legalmente porque?

    Ele sabia que ela estava em coma quando deu as costas a ela,ou o pai inventou alguma desculpa,como foi sso?


    bjs,

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  3. Olá, flor!


    É verdade. Ele se parece com o Miles em alguns pontos. É muito fácil se "preocupar" com os outros depois que a sua vida já está organizada. O Miles só fez algo pela Rachel porque ele já tinha se tornado o que queria. Mas antes... quando ela mais precisava... ele tbm lhe virou as costas. Enfim...

    Ele pensava que estava divorciado, pois assinou os papéis de divórcio. Mas a assinatura da mocinha foi falsificada! Ela estava em coma e não poderia assinar nada. Então, o pai dela falsificou sua assinatura.

    Respondendo a segunda pergunta agora: o pai dela inventou que ela não queria mais vê-lo por ele estar paralítico e ter matado o bebê deles. Mas o Lucas aceitou tudo numa boa e quase no final do livro ele próprio admite que preferiu o dinheiro por causa da família. Como eu disse, entendo a situação. Mas não posso perdoá-lo por tê-la deixado quando ela mais precisava e por jamais ter voltado atrás. Se ele ao menos tivesse procurado por ela depois.... Mas não. O reencontro só acontece por obra do pai dela.

    Bjs!

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  4. lu eu achei esse romance uma cachorrada!para mim,foi uma perca de tempo!aff
    espero que os outros não sejam assim!só vou ler o que vc "amou" pq eu tenho o maior medo de que o resto seja pior do que esse daí de cima!

    xeru

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  5. Olá!

    Eu li a resenha de Desejo Lavrado... Achei a Carly muito legal e tudo o mais. Quanto à Nadia, eu já imaginava que seria isto. Já percebeu que nenhuma mocinha é fútil por ser (eu nunca encontrei alguma que fuja à regra)? Eu não leria este livro de jeito nenhum. Se a Nadia passou por tudo aquilo e resolveu ser vazia para não sofrer, entendo e não julgo. Até não condeno o Lucas, ele escolheu o que lhe era mais caro. Agora, eu simplesmente não quero aceitar (e nem vou) conhecer uma mocinha que comeu o pão que o diabo amassou, perdeu um filho e cujo marido a abandonou por dinheiro... por quê? Porque ela aceitou. Tudo, tudo! Perdoar tudo bem, até porque eu sou cristã. Mas aceitar ser pisada desta maneira? É como se nada tivesse mudado para ele! Incrivelmente machista e manipulador.
    Adorei sua resenha, APOIO INCONDICIONALMENTE!!!

    Abraços!

    Ana Carolina Nonato
    Seis Milênios

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  6. Luna, eu passei por duas etapas enquanto lia a sua resenha:
    1. Me arrepiei inteira;
    2. Comecei a rir como louca aqui.
    Você falando da Nadia me fez pensar no quanto isso acontece, não só nos livros, mas na vida. Julgar as pessoas é algo que todos nós fazemos muito bem, né?
    Depois, você falando que sentiu ódio do mocinho... Eu não li o livro, mas ri um monte aqui do outro lado. Essa coisa de enxergar o livro como uma coisa real vai deixar a gente com rugas, né?!
    kkkkkkkk
    Mas, enfim, me deixou super curiosa, apesar do mocinho cru!

    Um grande beijo,
    Náh

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  7. Olá K-rol, Ana e Náh!


    K-rol,


    rsrsrs... Risco da Paixão é MUITO PIOR, na minha opinião. Aquele quase não deu para engolir...rsrs... Me arrependi muito de ter lido. O único bom mesmo é Desejo Lavrado. E concordo com vc, ler Véu de Lágrimas foi uma perda de tempo.


    Ana,

    kkkkkkkk... Ai, Ana, você me divertiu muito agora. Parece está muito furiosa. E olha que vc nem leu o livro, fico aqui imaginando como vc se sentiria se tivesse lido...rsrs... Realmente é inaceitável. A Nadia foi fraca. Apesar de entender suas atitudes, eu não achei justo ela ficar com o Lucas. Ele é um traidor. Um completo canalha!


    Náh,


    É verdade. Por mais que tentemos evitar, sempre fazemos isso, sempre julgamos.


    kkkkkkkkkkkk... Concordo! Daqui a pouco ficarei cheia de rugas e cabelos brancos por causa de livros assim...rsrs....


    Bjs!

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