26 de janeiro de 2012

A Chama e a Flor - Kathleen E. Woodiwiss

Tempo de leitura:

1º Livro da Série Família Birmingham


"A chama e a flor" é uma história de amor entre uma camponesa irlandesa (Heather) e um violento e auto-suficiente capitão ianque (Brandon), tendo como pano de fundo o submundo da poderosa Londres do século XVIII e os sonhos e mazelas de uma sociedade em formação numa América feudal."

Uma tentativa de estupro marca para sempre a vida de Heather.

Ao ver-se acuada por seu agressor, fere-o de morte. Horrorizada, foge e começa a vagar pelas ruas de Londres.
Acaba em um navio, onde o capitão, confundindo-a com uma prostituta, abusa dela.
Após algum tempo, Heather descobre que está grávida, e o capitão do navio deseja reparar a desonra tomando-a por esposa.
Pouco a pouco o inicial receio entre ambos dá espaço ao afeto, e amadurece a semente do amor.
Entretanto, o passado espreita, disposto a dar um golpe fatal a seus sonhos.



Palavras de uma leitora...



- Eu comecei a ler esse livro por pura curiosidade.rsrs... Tinha lido um comentário muito engraçado sobre ele no skoob e senti vontade de conhecer o tal "psicopata".kkkkkk... Essa palavra que a menina usou para descrever o mocinho, me fez lembrar de algo que eu tinha dito sobre o Clayton (de Whitney, Meu Amor) e eu cheguei a chorar de tanto rir.rsrs... Aí, não resisti e tive que conhecer o Brandon. Eu até esperava odiá-lo, mas isso não aconteceu. Talvez eu não esteja no meu normal ultimamente, mas achei esse mocinho bem mais suave do que outros que conheci (bem mais suave do que o Clayton e o Ráfaga, por exemplo.). É verdade que ele se comporta como um verdadeiro canalha no início do livro. Ele realmente estuprou a mocinha e mais de uma vez. Três no total. O que ele fez foi marcante e muito cruel. A mocinha sofreu, gritou, chorou e nada o fez parar. Ele ainda teve a cara de pau de brincar com algo que era muito sério. De fingir que o que fez não tinha importância, que não era grave. Ele se desculpou com a sua consciência ao dizer que acreditava que ela fosse prostituta, mas nada justifica. O que ele fez foi nojento e desumano. Ele não teve um pingo de piedade da mocinha, apesar de não ter agido com violência. Deu pouca importância ao que ela sentiu. Na verdade, não deu importância alguma. Suas lágrimas não o comoveram e ele ainda zombava da dor dela. É algo realmente capaz de esquentar nosso sangue, nos fazer desistir da leitura e odiar demais o mocinho. Mas... Se a cena é realmente tão revoltante e não há desculpas para a atitude do mocinho... Por que então eu o perdoei e acabei me apaixonando por ele?rsrs... Talvez porque eu tenha ficado louca. Não sei explicar. É só que depois de ter conhecido alguns mocinhos bem complicados e ter lido o livro do Roger (apesar do Roger jamais ter estuprado ou agredido a Isaura), eu estava disposta a conhecer o mocinho melhor antes de formar uma opinião sobre ele. E quase imediatamente ele ganhou meu coração.rsrs... É um tipo de carinho que não dá bem para explicar, pois o Brandon é complicado demais e é muito difícil entendê-lo. Acredito que numa outra época, alguns meses antes, eu sequer procuraria entendê-lo. Acredito que ele não teria a menor chance comigo e eu não teria paciência com as suas oscilações de humor... e suas brincadeiras irritantes. Do modo como ele brinca com tudo e mais um pouco. O Brandon é verdadeiramente irritante em vários momentos. Seu sorrisos debochados seriam capaz de esquentar demais o meu sangue no passado. Mas no caso desse livro, esse modo de levar as coisas, zombar de assuntos importantes, só me irritou demais realmente uma vez. Quase no final do livro. Achei que ele tinha ultrapassado o limite naquele momento. Que deixou escapar uma oportunidade valiosa de consertar um pouco o que tinha feito antes. Mas ele não fez isso. Levou na brincadeira mais uma vez e foi aí que eu realmente me aborreci seriamente com ele. Apesar de amá-lo, em momento algum eu esqueci o estupro. Só que eu vi nele algo além daquele canalha que tinha feito o que fez, entende? Não me "apeguei" ao estupro, não deixei que aquele ato condenasse o livro inteiro, antes de eu terminar de lê-lo. Acreditei que o mocinho merecia uma chance de mostrar que tinha o seu valor, apesar de qualquer coisa. Gente, não estou diminuindo o que ele fez. Não estou dizendo que foi certo e que não era importante. Nada disso. O que ele fez foi muito mais do que errado. A mocinha realmente não queria nada com ele. Ela realmente lutou, ela realmente sofreu e tudo que queria era distância dele. Eu não esqueci nada disso. Mas já que tinha perdoado outros mocinhos que tinham cometido esse crime gravíssimo, acreditei que ele também merecia uma chance de me mostrar que não era um monstro e continuei a leitura. Acabei me apegando muito ao mocinho.rsrs... Sim. Eu realmente me apaixonei por um mocinho que tinha cometido estupro e apesar de já ter perdoado algo assim antes, eu fiquei até um pouco chocada. Ainda mais porque ele não pagou pelo que fez. Nada que tenha passado, foi realmente um castigo. Se ele sofresse como o Clayton sofreu por exemplo, eu ainda não me sentiria culpada por tê-lo perdoado. Como é que é?! rsrs... Sim. Me sinto um pouco culpada por ter perdoado o Brandon. Porque se eu for bem sincera, ele não pagou pelo erro e nem procurou pedir perdão. Ele fez de conta que nunca tinha feito nada e zombou demais das coisas. Mas, se eu também for ser sincera o perdoei porque enxerguei que toda aquela zombaria era um modo de se defender de seus próprios erros. Um modo de procurar aliviar a consciência. Acredito que ele tinha inclusive medo de pedir perdão, por não saber como a mocinha reagiria diante de tudo. Negar para si próprio que tinha cometido o erro, era uma forma de se defender dele. A maior parte das vezes nas quais o Brandon sorriu daquele modo irritante, ele estava procurando se proteger de algo. Da fascinação que estava sentindo pela mocinha, do seu terrível crime, do amor que ele estava começando a sentir por ela... Não é correto fazer o que ele fazia. Se proteger, negando os fatos. Mas era uma característica dele e eu procurei entendê-lo. Além disso vi muita ternura no Brandon, amor, nos sorrisos carinhosos, nos olhares, no modo como ele ficava pensativo algumas vezes enquanto a observava. Na forma como tocava seus cabelos, na alegria que sentia quando ela sorria. Eu enxerguei amor nele. E o vi inclusive muito vulnerável diante desse sentimento inesperado. Ele não queria amá-la. Não queria se importar com ela, mas aconteceu. Aquela jovem que ele tanto tinha ferido, invadiu seu coração e ele não sabia nem o que fazer, como se aproximar dela. Aí, ficava irritado e dizia coisas que não queria dizer. Eu vi o Brandon como um menino teimoso e perdido em muitos momentos.rsrsrs... Houve momentos nos quais desejei protegê-lo de toda aquela confusão. Enfim... Ele me conquistou, gente. E não foi escolha minha. Simplesmente aconteceu.


Um pequeno resumo:


A história começa quando os pais da mocinha já faleceram e ela está com 17 anos. Ela vive com uma tia que é o demônio em forma de gente e já não aguenta mais tanto sofrimento. Ser surrada sempre que sua tia deseja, humilhada e explorada. Como se sequer fosse um ser humano. A tia da mocinha a odiava por ela ser tão bela como a falecida mãe. Ela tinha inveja da mocinha e por isso vivia maltratando-a dia e noite e todo aquele sofrimento, aquele inferno já durava dois anos. Tudo que a mocinha queria era ter uma oportunidade de sair daquele lugar. De recomeçar longe de tudo aquilo.


E quando o irmão da sua tia apareceu, disposto a levá-la com ele para Londres e lhe arrumar um emprego como professora de uma escola para senhoritas, Heather viu nele um anjo enviado para salvá-la. Confiante, ela partiu acreditando que a partir daquele momento nada mais seria igual. E realmente não foi. Heather saiu de um inferno para cair em outro ainda pior.



Ao chegarem em Londres, William finalmente mostrou suas garras. Tentou violentar a mocinha e num momento de desespero, ela pegou uma faca para se defender. Durante a luta, ele acabou conseguindo se apoderar da faca e quando a mocinha conseguiu se soltar das mãos dele, ele caiu... por cima da faca.


Desesperada e em choque, Heather fugiu sem olhar para trás. Fugiu sem saber para onde e o que fazia. Tudo parecia um pesadelo e ela só queria acordar. Estava com medo de tudo e acreditava que a qualquer momento a polícia iria encontrá-la e acusá-la de ter matado aquele homem. Por isso, quando dois homens se aproximaram, parecendo estar justamente a procura dela, Heather ficou tão assustada, que sequer resistiu. Acreditava que era a polícia e que estavam levando-a até o juiz, que iria decidir seu destino. Condená-la por um crime que ela sequer tinha cometido. Mas quem iria acreditar nela? Quem iria acreditar que aquele verme simplesmente caiu por cima da faca?


Aqueles dois homens, levaram Heather até o camarote de Brandon. Ele tinha acabado de chegar em Londres e depois de tanto tempo no mar, sem companhia feminina, precisava "aliviar" suas necessidades. Fazer sexo com alguma mulher, independente de quem fosse. Desde que fosse mulher e estivesse limpa...


Quando seus dois criados se aproximaram com Heather, ele sequer perdeu tempo. A luta da mocinha não foi nenhum impedimento para ele. Pelo contrário. Ele chegou a rir dos seus esforços, acreditando ser um jogo para excitá-lo ainda mais. E quando a possuiu e descobriu que ela era virgem, não sentiu um pingo de remorso. Continuou até saciar seus desejos e depois a deixou chorando.


Quando descobriu que ela era virgem e que estava apenas perdida, sua única preocupação foi com o fato dela pertencer a alguma família importante e ele acabar condenado por tê-la violentado. Mas quando ela esclarece que era pobre e não tinha quem se importasse com ela, Brandon fica aliviado e mais do que disposto a continuar violando-a. E comete o crime mais duas vezes, antes da mocinha finalmente conseguir escapar.


Heather, tomada pelo pânico e o ódio, conseguiu fugir daquele lugar e resolveu voltar para a casa da sua tia, mesmo sabendo que continuaria sofrendo ali. Mas qualquer coisa era melhor do que ter que suportar as coisas que Brandon fazia com ela. Do que ter que suportar toda aquela dor e humilhação.


Depois de muitas semanas, a tia de Heather acaba descobrindo que ela está grávida e ela se vê forçada a contar o que lhe tinha acontecido. Ou pelo menos, parte do que aconteceu. E a partir daí, um reencontro nada agradável se aproxima. Brandon, que nunca tinha sido forçado a fazer nada em sua vida, se vê obrigado a se casar com a mocinha, se não quiser apodrecer na prisão ou inclusive ser condenado à morte.


E um casamento por obrigação, onde as duas pessoas não queriam estar casadas só pode começar e terminar mal, não é? Ou será que não?


- Bem... Em resumo posso dizer que gostei muito desse livro apesar do início nauseante. Brandon não se arrependeu. Ou pelo menos, não quis admitir que tinha errado. Como posso dizer? Ele negou para si mesmo que tinha cometido algo de errado e por isso, em momento algum, pediu perdão a mocinha pelo que tinha feito. Tudo ficou por isso mesmo. Como se ele nunca tivesse feito nada, porém eu o perdoei. Sei que parece loucura, mas eu senti que podia perdoá-lo independente do que ele fez. Lhe dei outra chance e não posso dizer que me arrependi. Na minha opinião, apesar da falta de pedido de perdão e o modo como ele a tratou inicialmente, ele merece perdão. Não é um mocinho perfeito. Sequer posso dizer que ele é perfeito apesar de qualquer imperfeição.rsrs... Não é. Está muito longe disso, mas eu o amo mesmo assim e achei o relacionamento entre o casal, após o casamento, muito fofo. Tinha sim momentos em que eu desejava esganar o mocinho e até mesmo a mocinha, mas gostei muito de como as coisas ficaram depois do início. Do modo como Brandon precisou resistir, de como eles foram se conhecendo mais e se aproximando. Eu cheguei a rir muito com algumas cenas... algumas loucuras e diálogos desse casal. Me apaixonei por eles. Torci por eles e até acho que eles mereciam uma história melhor do que essa. Mereciam uma história bem melhor, pois apesar da história ser muito boa, a autora pecou pelo excesso.
 
A Kathleen exagerou demais nessa história, gente. A beleza impactante da mocinha (todos os homens a desejavam. TODOS. Quase paravam de respirar quando ela passava e queriam violentá-la.rsrs...), o excesso de narração inútil (a autora não precisava narrar tudo que narrou), chegando ao ponto de cansar o leitor... e o mais importante para mim: a forma como ela terminou a história. Queridos leitores, tenho que ser sincera com vocês, apesar de desejar que leiam o livro...rsrsrs... O final é ridículo. Eu não sabia se ria ou chorava.kkkk... Não tenho nem palavras para explicar o quanto achei tudo aquilo chocante, ridículo, desnecessário. Não sei no que ela estava pensando quando decidiu que o livro tinha que terminar como terminou, mas... Enfim..rsrs...
 
- Recomendo a leitura? Sim. Apesar dos exageros e do início cruel, não é um livro ruim. Não me arrependi de lê-lo, me diverti muito com ele, achei o casal adorável e o Brandon conquistou totalmente meu coração. Amo demais esse mocinho complexo e teimoso.rsrs... Só por ele eu seria capaz de reler o livro. E o livro não perdeu uma estrela por causa dele. Apesar de ter ficado muito furiosa com ele quase no final da história, por ele ter jogado fora uma oportunidade única de se explicar, de pedir perdão e encarar as coisas de maneira séria, o livro perdeu uma estrela porque teve muitas falhas. A soma de tudo fez com que eu considerasse que o livro não era digno de cinco estrelas. Apesar disso, ele está entre os favoritos.

- Sabiam que o Brandon me fez lembrar de uma música que minha irmã vive escutando?rsrs.. Não posso dizer que sou fã dessa música, apesar dela ter uma letra muito bonita. Mas é que eu não acredito no arrependimento que a música tenta passar, sabe? Não acredito que houve o arrependimento citado, mas lembrei da música.rsrs.. Ela é muito linda, sim. Só tenho problemas com ela por não acreditar que o cara se arrependeu.kkk...

Os trechos dos quais o Brandon me fez lembrar:

"Eu não vou ficar aqui

Vendo a gente se perder
Eu não posso admitir
Que um de nós tem que sofrer
Eu errei não vou negar
Mas perdoa por favor
Dá uma chance em nome do amor"

"Eu to pedindo desculpa por quê não cumpri meu papel

Desesperado, arrependido, pelo amor de Deus
Vida me dá mais uma chance minha vida
Não me abandone amor ainda

Tô tão envergonhado do que eu fiz
Por nada, não vou deixar de amar você por nada
Você é minha luz, a minha estrada
Eu vou lutar pra te fazer feliz!"


- Eu gostaria que o Brandon tivesse se desculpado, que tivesse ficado desesperado, arrependido. Que suplicasse o perdão da mocinha, que implorasse para ela não abandoná-lo, que dissesse pelo menos o que o cantor disse: "Tô tão envergonhado do que eu fiz." Não posso dizer que não fiquei chateada com ele por causa disso. Eu fiquei. Mas o amo, apesar de não achá-lo perfeito. Apesar de ver que ele pode ser um completo canalha algumas vezes. Enfim...


Bjs e até breve!

Uma leitora que se envolve profundamente com as histórias que lê, que é apaixonada por músicas, filmes... uma romântica incurável.Leitora apaixonada por romances de época, clássicos e thrillers. Mãe da minha eterna princesa Luana e dos meus príncipes Celestino, Felipe e Damon (gatinhos filhos do coração). Filha carinhosa. Irmã dedicada. Amiga para todas as horas. Acredita em Deus. E no poder do amor.

12 comentários:

  1. Amiga, falei que comentaria amanhã, mas tive que ler a resenha. rsrs

    Eu só não concordo em um ponto: achá-lo mais suave que o Clayton e o Ráfafa. Ou melhor, tudo bem, ele pode ter mais suavidade no trato com a mocinha, mas ele começa por fazer algo que nenhum dos outros fez. Ele estuprou a mocinha e várias vezes! Contra a vontade dela. Não houve a mínima colaboração da parte dela. Ele até poderia se transformar em um santo depois, mas ele ter feito isso me deixou dividida até mais ou menos a metade do livro.

    Acho que o Clayton e o Ráfaga tinham histórias de vida mais complexas que explicavam o seu jeito de ser, sua aparente frieza, insegurança, amor doentio.. ao longo da leitura de A Chama e a Flor eu fiquei até o final do livro tentando entender por que um mocinho que a autora sempre fez questão de mostrar que era maravilhoso foi capaz de fazer aquela mosntruosidade e zombar daquele jeito do que ele próprio fez. Terminei o livro sem uma explicação para a atitude dele. Não notei que houvesse algum trauma, algum drama que justificasse isso. E apesar de ele ter me conquistado não posso compará-lo com mocinhos como o Ráfaga e o Clayton. rsrs Não sei explicar, mas não consigo. rsrs Acho que o fato dessa história ter muito menos magia que a desses outros mocinhos tb contribui. rs

    Mas adorei. Como vc sabe eu gosto muito dessa autora e gostei muito de partilhar a leitura com as minhas duas amigas queridas.


    Bjs!

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  2. Tenho muita vontade de ler todos os livros da Kathleen E. Woodiwiss.

    Beijos
    http://www.apaixonadaporromances.com.br

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  3. Olá, Carlita!


    Eu tbm amei partilhar a leitura com vocês. :)


    Bem... Para mim, o Brandon fica sendo mais "suave" porque em momento algum agrediu a mocinha e nem permitiu que o fizessem. A cena do Clayton agredindo fisicamente a mocinha é muito marcante (tendo ela merecido ou não, ele não tinha esse direito. E foi chicotada. Nem sequer foi com a mão pelo que me lembro). E quando a estuprou (mesmo que não tenha ido até o fim, ele a machucou), a cena foi muito forte para mim, pois o Clayton já a amava e a Whitney também o amava. Em vez desse fato diminuir as coisas, para mim aumenta, pois ser machucada por alguém que amamos é muito pior. E quanto ao Ráfaga, a cena dele permitindo que ela fosse agredida daquela forma tão horrível para mim é muito mais do que simplesmente forte e inaceitável. O Ráfaga é muito querido por mim, mas ao compará-lo com o Brandon, ele é o mais complexo e mais agressivo. Ele já era louco pela Sheila e mesmo assim permitiu que fizessem aquela coisa horrível. Ele assistiu sua amada ser tão agredida. Impossível para mim considerá-lo mais suave do que o Brandon. Enfim... Quanto aos mocinhos preferidos: Clayton e Ráfaga estão na frente do Brandon, apesar de não serem mais suaves.rsrs... Mas pelo que vc disse: a história deles dois é muito mais linda do que a do Brandon. Tem magia do começo ao fim.


    Bjs!

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  4. Lá isso é verdade. Náo bateu. Mas eu preferia que ele tivesse dado umas chicotadas por cima da roupa dela, como o Clayton fez, do que a tivesse estuprado. Preciso ser sincera. rs


    Sim, a magia pesa muito. Mesmo com o estupro se a autora quisesse essa história poderia ter sido inesquecível. Mas ela se redimiu em outras. :D

    Bjs!

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  5. rsrsrs...


    Sendo sincera, eu queria que não tivesse nem uma coisa nem outra. Não posso dizer que não fiquei triste pelo modo como tudo começou. Fiquei, sim. E tbm fiquei triste por ele não pedir perdão, mas... Enfim...


    rsrs...


    Bjs!

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  6. rsrsrs

    É. Mas é uma história bonita apesar desse passo em falso dele. Para mim pior que o estupro foi aquela atitude final. Eu teria esquecido tudo se ele tivesse dito a coisa certa. :D Assim ficou essa manchinha no caráter dele.

    Bjs

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  7. Luna! Sou louca para ler esse livro! *0* hahahha

    Amo Clayton (Aiaiai... sem palavras!) e o Ráfaga (A forma desse agir é completamente justificavel! Afinal, ele é um lider guerrilheiro e lei vale para todos!) E acho que vou gostar do "psicopata"! rsrsrs

    Preciso ler esse livro... Mega curiosa depois da sua resenha!

    Bjuss

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  8. kkkkkkkkkkk Tá, espera eu parar de rir aqui. Luna, eu comecei a rir com a sua resenha no começo e no final eu ainda tava gargalhando. Mas tudo bem.
    Eu li alguns livros com mocinhos mais "psicopatas" por assim dizer, mas nada que chegasse a tanto... Teve um histórico que o mocinho estuprava a mocinha, mas ela o provocava e ele acreditava que ela não era virgem... Depois ele mudou completamente e tal... Enfim, a história explicou tudo...
    Aí parece que o "mocinho" tem algum tipo de complexo, né? kkkkkkkk E você amou ele!
    Sabe o que me lembrou? DEXTER! Ok, ok. Não tem nada a ver, eu sei, mas eu pensei em DEXTER no sentido da forma como a gente é capaz de relativizar as coisas... (o que de maneira crua e nua pode parecer um crime, num contexto, parece que muda...)
    O DEXTER é um serial killer e tal, mas não sei se você conhece a série ou leu os livros, ele tem um código... Ele só mata outros assassinos, caras maus, sabe? E eu adoro ele! Adoro, sim. (shiii, é a primeira vez que eu confesso isso, então, segredo de confessionário, viu? Não pode contar pra ninguém...) Ele tem um humor negro, sabe, e, apesar de ser como é, ele não permite e faz qualquer coisa para proteger quem está a volta dele, como seu filhinho e sua irmã...
    Sabe o que acontece? O DEXTER tem uma história. Uma coisa que aconteceu com a mãe dele quando ele era muito criança e o fez se tornar o que é... Você percebe o quanto ele é perturbado e tal... Mas também percebe o quanto FALTA a ele, sabe? E daí da vontade de abraçar e explicar que o mundo não é assim tão ruim... Dá vontade de tentar ajudar ele a mudar, sabe? Acho que, nesse sentido, consegui entender porque você gostou do mocinho...
    Não sei se me fiz entender... Mas foi uma coisa que veio na minha mente enquanto lia a sua resenha e não pude deixar de comentar...
    Esse "quase mocinhos" de livros... tsc tsc... kkkk
    Adorei a resenha, Luna! E juro que fiquei curiosa aqui para ler...

    Beijos,
    Náh

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  9. kkkkkkkkkkkkkk...


    Obrigada, Náh! Entendi direitinho o que você quis dizer. Não conheço esse Dexter, mas se não me engano já vi vc falar dele no seu blog. Talvez eu esteja enganada, mas creio que foi no seu blog, sim.rsrsrs...


    O Brandon realmente deve ter algum complexo.rsrs... Ele é "impossível", mas eu o amo com todo o meu coração.kkkkkkkkk...


    Leia o livro! Talvez você também goste dele. :D



    Beli,


    kkkkkkkkk... Também acho que você vai gostar do meu querido psicopata.kkkkkkkk....



    Bjs!

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  10. Eu simplesmente adoro este livro. Nos últimos 25 anos, já o li pelo menos umas 5 vezes (desde a minha adolescência). Estou terminando de lê-lo de novo. Recomendo.

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  11. Qual o livro de Roger e Isaura? Fiquei curiosa adoro um ogro.

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  12. Olá, Paloma!

    São dois livros que formam a história de Isaura e Roger:

    O Anjo Negro (O Quarto Arcano 1) - Florencia Bonelli

    O Porto das Tormentas (O Quarto Arcano 2) - Florencia Bonelli

    Amo demais a história deste dois! É uma das histórias mais intensas e lindas que já li! Recomendo MUITO!

    Bjs!

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