10 de outubro de 2014

A Viajante do Tempo - Diana Gabaldon

Tempo de leitura:
(Título Original: Outlander
Tradutora: Geni Hirata
Editora: Saída de Emergência
Edição de: Agosto/2014)

1º Livro da Série Outlander


Em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, a enfermeira Claire Randall volta para os braços do marido, com quem desfruta uma segunda lua de mel em Inverness, nas Ilhas Britânicas. Durante a viagem, ela é atraída para um antigo círculo de pedras, no qual testemunha rituais misteriosos. Dias depois, quando resolve retornar ao local, algo inexplicável acontece: de repente se vê no ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros.

Tão logo percebe que foi arrastada para o passado por forças que não compreende, Claire precisa enfrentar intrigas e perigos que podem ameaçar a sua vida e partir o seu coração. Ao conhecer Jamie, um jovem guerreiro escocês, sente-se cada vez mais dividida entre a fidelidade ao marido e o desejo. Será ela capaz de resistir a uma paixão arrebatadora e regressar ao presente?



Palavras de uma leitora...


"[...] os fantasmas estão à solta nos dias sagrados e podem ficar vagando por aí como quiserem, fazer o bem ou o mal, de acordo com sua vontade."

- Era para ser um recomeço. Uma chance de conhecer o homem com quem era casada. A guerra os havia separado poucos meses depois do casamento e durante vários anos permaneceram assim... dois estranhos unidos por alianças e assinaturas num pedaço de papel. Agora que a guerra havia finalmente chegado ao fim, tudo que Claire desejava era salvar seu casamento. Construir aquilo que não tivera a chance de construir. Uma família. Ao lado do homem que amava. 

Ela sabia que não seria fácil. Era tolo aquele que acreditava que a distância não significava nada quando se amava uma pessoa. O tempo... a distância podem provocar grandes estragos. Rachaduras, até mesmo no amor. Ela estava ciente dos danos que causara ao seu casamento, mas se aprendera algo em sua vida era jamais desistir. Não se daria por vencida enquanto não tentasse superar a distância que os anos criaram entre ela e o homem com quem planejara viver toda a sua vida. Mas o que ela jamais poderia imaginar é que teria que superar não só uma distância emocional, mas também temporal. Porque uma ironia do destino, os colocaria num mesmo lugar, mas separados pelo tempo. Por dois séculos

"A verdade é que nada se movia, nada mudava, nada parecia acontecer e, ainda assim, eu experimentava uma sensação de terror tão grande que perdi completamente a noção de quem ou quê eu era, de onde me encontrava. Estava no âmago do caos e nenhuma força física ou mental era útil contra isso."

Após ser atraída por uma rocha num círculo de pedras onde aconteciam rituais misteriosos, Claire se vê de repente na Escócia do século XVIII, no meio de um ataque sangrento e sem a menor ideia de como acordar daquele pesadelo. Aos poucos, percebe que não está sonhando ou tendo alucinações e antes que possa ter a chance de enlouquecer, é atacada por alguém que se parece com seu marido, agredida e sequestrada por um clã escocês que a leva para longe da sua única oportunidade de voltar para casa: o círculo de pedras. Porque se aquele maldito círculo a tinha levado para uma época que ela imaginava que só conheceria pelos livros de História, ele também deveria levá-la de volta. Isso se vivesse tempo suficiente para voltar. O que ela começava a achar pouco provável. 

"Uma figura saiu da escuridão tão perto de mim que eu quase esbarrei nela. Contendo um grito, virei-me para correr, mas a mão grande e forte agarrou meu braço, impedindo-me de fugir.
- Não se preocupe, dona. Sou eu.
- Era o que eu temia - disse asperamente embora na realidade ficasse aliviada por ser Jamie." 

No meio do caos que se tornara a sua vida, só havia uma certeza: fosse o que fosse que ela viesse a enfrentar, existia alguém que apesar de tê-la conhecido há tão pouco tempo e, como os outros, possuir um monte de perguntas sem resposta sobre ela... estaria ao seu lado. E por mais que ela relutasse em admitir, aquela certeza era estranhamente reconfortante. 

"Involuntariamente, estendi a mão, como se eu pudesse curá-lo e apagar as marcas com um toque dos dedos. Ele suspirou profundamente, mas não se moveu, enquanto eu percorria as cicatrizes profundas, uma a uma, como se quisesse mostrar-lhe a extensão dos danos que ele não podia ver. Finalmente, descansei as mãos o mais levemente possível sobre seus ombros em silêncio, procurando as palavras.

Ele colocou a própria mão sobre a minha e apertou-a levemente, como se compreendesse o que eu não conseguia dizer." 

- O amor não é à primeira vista. Acontece lenta e naturalmente, conforme a vida trata de colocar Jamie cada vez mais em seu caminho... em sua vida. E conforme algo dentro dela começa a inventar desculpas para vê-lo, para estar em sua presença, ainda que sem tocá-lo. Ela amava ouvi-lo, observá-lo enquanto ele trabalhava, vê-lo abrir um sorriso diante das próprias piadas e olhá-la daquela maneira que sempre provocava um sentimento estranho dentro dela. Não. Ainda não era amor. Mas ela sabia que o que separava aquela atração de um sentimento mais forte era tênue, frágil. Sabia que seria apenas uma questão de tempo. E isso a apavorava. Muito mais do que ela seria capaz de admitir para si mesma.

"Tive a impressão de que um estava sustentando o outro; se um de nós soltasse a mão ou desviasse os olhos, ambos cairiam. Estranhamente, a sensação era reconfortante. Onde quer que estivéssemos nos metendo, ao menos estávamos juntos nisso."

- Quando as circunstâncias e uma obsessão doentia colocam Claire em perigo, somente um casamento pode mantê-la em segurança e salvar sua vida. E ainda que ela soubesse que tudo aquilo não estava certo e lutasse com todas as forças contra o inevitável... uma parte de si desejava aquele casamento. Desejava ser de Jamie, poder estar em seus braços, sentir que algo ali era real, mesmo que numa outra vida ela já pertencesse a outro homem.

Claire se sentia dividida entre a vida que começava a construir no passado e a vida que possuía no futuro. Dividida entre ficar ou voltar. Entre os dois homens que ela amava. Que escolha fazer? Que vida escolher? Qualquer que fosse a sua decisão, ela sabia que tudo possuía um preço. Que jamais sairia intacta daquela situação. E que seu coração nunca iria se recuperar. 

"- Queria que você pudesse me acalmar, Sassenach, é o que desejo fervorosamente, pois tenho pouca paz em mim agora." 

-  Eu não ia fazer esta resenha. Era uma decisão que eu tinha tomado antes mesmo de terminar a leitura desta história. No máximo, pretendia escrever um post com os trechos mais impactantes com um ou dois comentários sobre o quanto eles eram importantes para mim. Sobre a maneira como me arrebataram. Pensei: "De que adianta tentar escrever algo que eu sei que jamais estará sequer aos pés desta história?" Seria inaceitável escrever algo que não fosse digno deles, por isso eu tinha tomado essa decisão. Mas acontece que até dos livros que eu odeio, eu faço resenha. Como poderia não compartilhar com vocês o quanto a história do Jamie e da Claire me marcou? Como poderia guardar para mim toda essa confusão de sentimentos, toda essa intensidade e saudade louca que já sinto deles? Não poderia. E ainda que eu saiba que minhas palavras jamais serão suficientes para expressar tudo que sinto, preciso escrever. Preciso dividir um pouco do meu amor por eles. Preciso dizer o quanto esse casal significa para mim. E porque eu jamais conseguirei esquecê-los. 

"- Eu mesmo posso suportar a dor - disse ele suavemente -, mas não aguentaria vê-la sofrer. Está acima das minhas forças."

- Jamie... Quem é Jamie Fraser? Um mocinho que ainda bem jovem pagou um alto preço por amar. Por querer proteger a sua família, a sua irmã. Só Deus poderia saber o quanto as lembranças do seu passado ainda eram capazes de derrubá-lo no chão e fazê-lo sentir um desespero que lutava dia após dia para superar. Era um homem marcado pela vida e pela crueldade humana. Mas que ainda assim era capaz de fazer piada de si mesmo e ver nas piores situações algo bom, um motivo para sorrir. Alguém que nunca amava pela metade e que seria capaz de dar a própria vida para proteger quem amava. Alguém que ao conhecer uma inglesa misteriosa e mandona, percebe que seu pai tinha razão ao dizer que ele saberia quando a encontrasse... quando encontrasse a mulher da sua vida. Aquela com a qual se casaria. E quando a oportunidade de unir a sua vida a dela aparece, ele não hesita. Claire era a mulher que ele tanto havia esperado. A única que possuiria seu coração. Ainda que ela partisse... ainda que ela não pudesse permanecer em sua vida... ele sabia que jamais a esqueceria. E fosse para onde fosse, ela carregaria consigo o seu coração. Ela seria para sempre a sua mulher, a sua Claire... ainda que não estivesse ao seu lado. 

Jamie me conquistou desde o princípio. Desde quando o vi pela primeira vez, com o seu bom humor, com o seu sorriso irresistível, com a sua capacidade de me roubar o fôlego sem ao menos tentar. Se já seria difícil escrever essa resenha por não possuir palavras, tudo fica mais complicado pelo fato de eu mal conseguir enxergar o que escrevo já que meus olhos estão tomados pelas lágrimas. Nunca. Nunca consigo falar sobre ele sem chorar. E somente quem conhece esta história é capaz  de entender isso. O Jamie me atingiu profundamente. Minha alma. Meu coração. A minha vida. E toda vez que ele sofria, eu sentia como se uma faca se cravasse dentro de mim. Me sentia impotente, inútil, desejando com todas as minhas forças entrar dentro da história e protegê-lo. Eu o amava mais cada vez que ele fazia o que era preciso para proteger a mulher que amava. Mas ao mesmo tempo, sofria demais. Porque qualquer dor que ele sentisse, me derrubava. Me matava um pouco mais. Não foi apenas amor que essa história me provocou. Eu também senti um ódio violento, que quase me sufocava, cada vez que a crueldade humana se aproveitava dos sentimentos profundos que uniam a Claire e o Jamie. Toda vez que o filho das profundezas do inferno (porque ele veio direto de lá. Nenhuma mulher poderia ter parido esse demônio) usava esse amor para feri-los, eu sentia um ódio assassino, uma vontade enorme de assassinar um certo personagem com minhas próprias mãos. Me senti numa montanha-russa lendo essa história. Com subidas e descidas cada vez mais rápidas, mais loucas. Eu amava e odiava com uma rapidez impressionante. Ia das lágrimas ao riso. Do desespero à calma. E ao mesmo tempo que sentia que precisava ler mais e mais páginas, estar mais e mais com o meu casal amado, sentia que precisava fechar o livro por alguns instantes senão acabaria enlouquecendo. Senão não conseguiria suportar. Foram tantas e tantas coisas que aconteceram... tantos e tantos momentos lindos. Tantos e tantos momentos desesperadores. Eu ainda não consegui voltar ao meu normal. Todas as minhas emoções continuam confusas. E meus nervos profundamente abalados. Eu já não tenho sequer a ilusão de seguirei sendo a mesma depois desta história. Não. Não tenho tal ilusão...

" - Eu vou protegê-la. Dele e de qualquer outra pessoa. Até a última gota do meu sangue [...]" 

- Jamie nunca foi homem de fazer promessas vãs. O que ele sentia, ele sentia intensamente. E tudo que prometia era com a intenção de cumprir. Por isso, eu me desesperava com algumas promessas que ele fazia. Cheguei a ter a sensação de que ele só podia estar tentando me matar. E acabaria conseguindo fazer isso.rsrsrs... Intenso. Verdadeiro. Apaixonante. Terno. Selvagem. Teimoso como só ele sabia ser. Tudo ele sempre sentia com paixão. Amava com uma paixão impressionante, lutava e se irritava com a mesma intensidade. E sempre disposto a desafiar quem achasse necessário, ainda que não estivesse numa posição muito favorável para fazer tal coisa. Ainda me lembro com um sorriso no rosto de como ele provocou o Black Jack anos antes de conhecer a Claire. A maneira como ele tirou aquele demônio do sério, num momento em que ninguém esperaria que ele fosse dizer o que disse.kkkkkkkkk... O que aconteceu depois não foi nada divertido, mas eu fiquei fascinada pela coragem do meu mocinho, pela sua determinação, pela sua garra. Conheço pouquíssimos mocinhos que aguentariam o que ele aguentou e ainda seguiriam lutando. Nada que vocês imaginem chega perto do que ele passou. Acreditem. Nem os spoilers que eu conhecia da história puderam me preparar para o que vi... E ainda que ele tenha caído, sempre se levantou. Sim. O ser humano (que ironicamente é chamado de "ser" "humano") quando se empenha em dobrar uma pessoa, pode conseguir. Pode destruir essa pessoa. Fazê-la em pedaços aparentemente impossíveis de serem colocados no lugar. Mas quando existe alguém disposto a nos estender a mão, quando um sentimento mais forte do que qualquer dor,  do qualquer sofrimento... mantém-se vivo dentro de nós, cada pedacinho pode voltar ao lugar. Ainda que as cicatrizes permaneçam. Ainda que doam. 

" - Ah, sim, Sassenach - respondeu ele, um pouco melancolicamente. - Eu sou seu senhor... e você é minha senhora. Parece que não posso possuir sua alma sem perder a minha."

- Ainda me pego suspirando ao lembrar dos momentos lindos que eles viveram juntos. Dos risos, dos momentos de paixão (em lugares inadequados.kkkkkk...), da maneira como conseguiam dizer tudo com uma simples troca de olhares, dos momentos em que eles apenas ficavam abraçados, nem nada dizer... sem nenhum toque mais íntimo e ainda assim eu sentia que existia ali uma conexão única. Lembro das brigas... lembro do quanto lutaram um pelo outro. E choro. Sempre choro. Seja de felicidade ou tristeza. Uma mescla dos dois. Porque não é possível ficar indiferente. Não é possível não se emocionar. Eu estou profundamente marcada por essa história. Não importa quantos livros lerei depois desse, quantas histórias lindas ainda conhecerei... Claire e Jamie seguirão sempre, sempre em meu coração. Jamais poderei esquecê-los.

"Quaisquer que fossem os problemas que pudéssemos enfrentar - e eu sabia que havia muitos - estávamos juntos. Para sempre. E isso era suficiente."

- Uma mocinha única, corajosa, que nunca desistia sem lutar. Que ainda que tudo parecesse sem saída, seguia insistindo, buscando a solução que ela sabia que estava oculta em algum lugar. Esta história não seria tão especial se ela fosse diferente. Se ela não fosse exatamente como é. A mocinha que me enche de orgulho, que me causa tanta admiração, respeito e carinho. Existem mocinhas que não merecem o amor dos mocinhos. Que não são dignas dos sacrifícios e da entrega deles ao que sentem por elas. Mas a Claire... ela não só merecia, mas me impressionava com a maneira como ela sabia valorizar tudo que o Jamie tinha feito por ela. Tudo que ele tinha aberto mão por amá-la... para protegê-la. Ela chegava a me deixar chocada com sua paixão, com seu amor. Eu sinceramente... ainda que conheça muitas mocinhas corajosas, guerreiras, capazes de fazer tantas coisas pelo mocinho amado... não consigo imaginá-las fazendo tudo que a Claire fez. Lutando como ela lutou. Pelo Jamie ela era capaz de qualquer coisa. Morreria e mataria por ele. Porque o que ela sentia por ele era mais forte do que tudo. Do que seus princípios, do que suas crenças, do que sua própria vida. Nada lhe importava mais do que ele. Posso dizer sem pensar duas vezes que eles nasceram um para o outro. Que a Claire necessitou viajar ao passado porque era lá que estava a sua alma gêmea, sua outra metade. Ainda que ela pudesse ser feliz em sua época, ainda que pudesse amar... jamais seria o mesmo. Porque ela era do Jamie. E sempre seria. Estivesse onde estivesse. Estavam unidos por algo mais forte do que o tempo. Tudo que viveram jamais poderia ser apagado. Nem mesmo a morte seria capaz de destruir aquele amor. O que eles sentiam iria além de qualquer vida.

"- Claire, você poderia... eu só queria... Claire, abrace-me com força. Se eu começar a tremer de novo agora, não vou conseguir parar. Claire, me abrace!"

"- É... difícil de explicar. É... é como... acho que é como se todo mundo tivesse um pequeno lugar no íntimo, talvez um lugar particular que guardasse para si mesmo. É como uma pequena fortaleza, onde vive a sua parte mais pessoal... talvez seja a sua alma, talvez apenas aquela parte que faz de você quem você é e ninguém mais."

- Sei que minha resenha (se é que se pode chamar isso de resenha) não chega nem aos pés desta história. É incapaz de expressar tudo que sinto e transmitir metade da magia desta história. Eu sei. Mas deem uma chance ao livro. Não consigo imaginar alguém lendo essa história e não sendo capaz de amá-la, de mergulhar dentro dela e jamais querer retornar. Ninguém consegue ficar indiferente ao Jamie e a Claire. É impossível conhecê-los e não amá-los!

- E para quem ainda não sabe, este ano a história de Jamie e Claire virou série de TV!!!! Outlander. Que só em seu primeiro episódio já se tornou um grande sucesso, com garantia de segunda temporada (e se Deus quiser, terá muitas outras temporadas!). 

"Achei que ele tivesse adormecido e surpreendi-me quando ouvi sua voz atrás de mim.
- Claire?
- Sim?
- Eu amo você."

Leitora apaixonada por romances de época, clássicos e thrillers. Mãe da minha eterna princesa Luana e dos meus príncipes Celestino, Felipe e Damon (gatinhos filhos do coração). Filha carinhosa. Irmã dedicada. Amiga para todas as horas. Acredita em Deus. E no poder do amor.

3 comentários:

  1. Oi Liuna!

    Acho linda e forte demais a história deles dois, acho que tem muito sofrimento e tento ignorar essa parte ... kkkkkkkk

    Mas, sem dúvida é uma das histórias de amor mais lindas que já li e como boa romântica que sou não poderia deixar de ter na minha estante...

    Bjssss

    Faby

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  2. Jamie é... Jamie. Um nome tão curto mas com um significado que não cabe no dicionário. Um nome que a gente nunca mais pronunciará em vão. :D

    Amei a resenha, amiga. :)

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  3. Olá Faby! Olá Carlita!

    Também penso que tem muito sofrimento, Faby.kkkkkkk... Sofro horrores nesses momentos, mas é uma história tão linda, tão mágica que vale a pena cada segundo. :)


    Concordo completamente, Carlita! Suspiros, suspiros, suspiros...

    Obrigada, flor! :)

    Bjs!

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