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1 de abril de 2014

Um Homem Muito Sensual - Helen Bianchin



Uma simples acompanhante?

Nickos Alessandros precisava de alguém para acompanhá-lo em sua agitada vida social. A linda e sofisticada Michelle seria a pessoa ideal para essa tarefa… temporariamente.
Para Michelle, um relacionamento falso a ajudaria a escapar da perseguição de um playboy. Nickos, porém, era tremendamente sensual, e Michelle começou a ter dificuldade para resistir aos encantos daquele verdadeiro deus grego. Se ela concordasse em participar daquela farsa, será que conseguiria separar fantasia da realidade?



Palavras de uma leitora…

- Sim. Depois de um desaparecimento de um mês, volto a dar notícias de vida.rsrs… E, infelizmente, não com a resenha de um livro marcante.

 “Ele beijou-lhe a mão mais uma vez e fez uma prece de agradecimento a Deus pela sorte que tivera de encontrar aquela mulher. Sua mulher.

Quando se lembrava de que quase não fizera aquela viagem à Austrália, que por um triz poderia ter enviado um de seus funcionários em seu lugar, chegava a sentir um arrepio de horror na alma. Se tivesse ficado em Atenas resolvendo outros problemas, jamais a teria conhecido. E aquilo seria tenebroso.

Como viver a vida toda, como passar uma existência inteira nessa Terra sem nunca experimentar a alegria de tê-la nos braços?

- Uma das coisas que sempre me fizeram suspirar ao ler um livro da Helen Bianchin, era o romantismo dos seus mocinhos. A capacidade que eles tinham de fazer e dizer coisas lindas, românticas, mesmo que fossem simples. Em geral, sempre são mocinhos que fariam tudo pela mulher amada, que muitas vezes não tinham coragem de confessar facilmente o amor que sentiam, mas que nos faziam perceber tal sentimento a cada página virada. Eram sempre os heróis das mocinhas.rsrs… Salvando-as de um ex controlador, obsessivo e doente mental, que não conseguia compreender o fim do relacionamento. E elas eram sempre mocinhas que tinham que enfrentar, com graça e dignidade, a língua afiada das rivais e, certas vezes, até mesmo as tentativas, desesperadas, dessas mulheres para eliminá-las do caminho. Lembro que já li livrinhos nos quais as “rejeitadas” tentavam até matar as pobres mocinhas, o que só fazia com os mocinhos ficassem ainda mais próximos de suas amadas e eles fossem ainda mais felizes. É claro que já li livros ruins da autora. Sejam ruins por serem fracos ou por terem pestes como mocinhos, mas esses livros foram raros.rsrs… A maior parte dos livros que li da autora, foram lindos e se tornaram inesquecíveis. Um Homem Muito Sensual teria entrado para essa lista. Para a lista de inesquecíveis. Se eu o tivesse lido num outro momento. Numa outra época da minha vida.


- Michelle e Nickos se conheceram num jantar entre amigos. Michelle era noiva do filho dos anfitriões, um rapaz um tanto quanto desequilibrado, que achava que Michelle só pertencia e só poderia pertencer a ele. Nickos era o convidado de honra, um homem envolvente e charmoso, que não conseguia tirar os olhos de Michelle e insinuar que existia entre eles mais do que estavam dispostos a admitir no momento. Ele a queria e não fazia questão de esconder isso. Determinado, pôs fim ao relacionamento sufocante que existia entre Michelle e o noivo e a convenceu a entrar numa trama complicada e perigosa… para o coração de ambos. Com o tempo, o que havia começado apenas como um jogo e que evoluiu para desejo, se transformou em amor. Só o que eles não sabiam é se estavam dispostos a encarar tal sentimento e todas as suas consequências. Ou fingir que nada ocorria e, ao fim do jogo, seguir com suas vidas. O que vale mais? Amor ou liberdade? E seria o amor realmente uma prisão?


- Nem sei bem por que comecei a ler esse livro.rsrs… Faz tanto tempo que o estou lendo (sim. Minha situação está tão complicada que estou demorando uma eternidade para ler um livro fininho. Se o livro fosse maior, provavelmente eu terminaria a leitura no próximo ano) que já nem lembro o motivo.kkkk… Mas foi provavelmente por estar sentindo alguma falta dos livrinhos da Helen Bianchin, que, no início da minha vida como leitora, teve papel importante. Era uma das autoras que eu mais amava, perdendo apenas para Lynne Graham, Michelle Reid, Charlotte Lamb e uma ou duas autoras mais. Eu lia seus livros com frequência e me encantava… sonhava acordada com suas lindas e simples histórias de amor, que tinham basicamente a mesma trama, mas que, para mim, eram únicas independente de tudo.rsrs… Sinto falta daquela época… Da época na qual as coisas eram mais simples, até no mundo da leitura. Agora tudo está mais complicado e eu, de certa forma, amadureci como leitora. Algo que é bom e ruim ao mesmo tempo.rs… Bom, porque me abri para outros tipos de histórias, me permiti dar chance aos romances históricos (lembram que houve uma época na qual não suportava históricos?!), aos livros de suspense (que não fossem só do Sidney Sheldon ou Dan Brown), saí do mundo dos livrinhos de banca e entrei no mundo dos livrinhos de livraria. Eu sempre fui uma leitora disposta a encarar novos romances, desde que não fossem romances com temas que me incomodassem além da conta. Sempre gostei de livrinhos mais reais, no entanto, os evitava mais.rsrs… Eu “pertencia” aos romances de banca. Abria pouquíssimo espaço para outros tipos de história, entendem? Tenho a sensação de que isso mudou muito de um ano (ou um pouco mais) para cá. Por diversos motivos… E é bom porque me permiti conhecer ótimas histórias, me encantar, emocionar, sofrer (risos), chorar e sorrir com histórias diferentes, mas incríveis da maneira delas. Aceito com mais “naturalidade” certas histórias e mesmo sofrendo muito com elas, gosto.kkkkk… O que me faz pensar que sou masoquista, é claro. Mas enfim… E ao mesmo tempo, é ruim. Porque sinto uma saudade violenta dos meus livrinhos de banca. Sinto falta daquela simplicidade… Da época na qual eu sentava, em dias chuvosos (ou não) nos quais eu estava em casa, com vários livrinhos perto de mim (na época, muitos deles, eu pegava emprestado com a irmã de uma amiga.) e ficava lendo um após o outro, sorrindo como uma boba e suspirando emocionada.rsrs… Era tudo tão mais simples (pelo menos, no mundo que eu criei, separei, para os livros), tão mais tranquilo… Eu penso que eu “enxergava” muito mais os romances de banca naquela época. Era capaz de compreendê-los melhor, “vivê-los” com maior intensidade. Hoje em dia, sinto como se tivesse me distanciado mais deles e é triste admitir. Mas como eu disse, isso aconteceu por vários motivos e não só por culpa de certos livrinhos de banca que tive o desprazer de ler. Aconteceu por certas decepções que não valem a pena ser mencionadas. Aconteceu porque conheci histórias diferentes e isso provocou certa mudança em mim. Enfim… foram vários os motivos.rsrs… Não amo mais os livrinhos de banca????!!! Claro que amo. Sempre os amarei. Aqueles que li no passado, alguns que conheci nos últimos dois anos e os que ainda conhecerei no futuro (pois não desisti deles). Sobretudo os que são da Lynne Graham e da Candace Camp.rsrsrs… Mas quase já não sou capaz de sentir a ligação que eu sentia antes (pelos da Lynne Graham e Candace Camp ainda sinto!!!!). A magia. Por que estou dizendo isso? Porque não senti por Um Homem Muito Sensual – Helen Bianchin, nem sequer metade do que eu sentia quando lia um livro da autora, no passado. E sei que se eu tivesse lido essa história uns dois anos atrás, seria diferente, entendem? O livro tem tudo que as histórias da autora sempre tiveram. É a mesma trama, que sempre foi capaz de me emocionar no passado. Por isso sei que a culpa não é da história. É minha.



- Eu gostei do livro. Mas não o amei. Um livro que eu teria amado muito no passado. Quero acreditar que é só uma fase. Que, se der tempo ao tempo, conseguirei recuperar a “ligação” que eu tinha com os livrinhos de banca (sobretudo os mais antigos), mas me entristece muito pensar que isso talvez não ocorra… 

7 de setembro de 2011

Resenha da Mónica: Leilão do Amor - Helen Bianchin


Loukas Andreou é uma força a ser reconhecida nos negócios e na sedução, e o homem com quem Alesha Karsouli precisa se casar, de acordo com o testamento de seu pai.

Relutante, ela se vê forçada a concordar com um casamento apenas no papel, no qual os dois seriam um casal em ocasiões sociais, mas levariam vidas separadas. No entanto, Loukas precisa de uma esposa afetuosa em público, e a única forma de conseguir isso seria conquistá-la...





Resenha:


Leilão do Amor - conta, quer dizer tenta contar, a história de Loukas e Alesha. Bem Alesha é uma herdeira que se confronta com o testamento do pai 2 dias depois da sua morte. No testamento ele exige que ela se case com Loukas, filho de um grande amigo dele, ou teria apenas controle sob 50% da empresa. Alesha estudou administração e começou a trabalhar na empresa em cargos menores e foi crescendo gradualmente e hoje ocupa um importante cargo na diretoria e não quis e tão pouco achou justo abrir mão de tudo que conquistou com seu esforço, então decide aceitar e acatar o testamento do pai. Loukas é um grego tal como conhecemos, com a diferença de que é doce, gentil e sinceramente nada dominador, quer dizer um pouco, mas nem perto do que estamos habituadas a ver em outros mocinhos. Bem nossa mocinha já foi casada e com um tremendo canalha que a maltratou física e emocionalmente a deixando traumatizada. Havia algumas cicatrizes no corpo e uma delas é uma marca de mordida no seio. Então ela fez exigências, quartos separados, vidas separadas e claro que o mocinho não aceitou, concedeu cama separada num quarto conjunto até que ela se sentisse à vontade a compartilhar a cama dele, coisa que não demorou muito.



Meninas, peguei esse livro porque costumo gostar muito dos livros da Helen Bianchin e depois de ler as resenhas tive certeza que havia sido uma boa escolha... Bem pra mim não passaram de 103 páginas de nada, misturada com coisa nenhuma. Mas que droga!!! O livro tinha tudo para ser maravilhoso, mas na minha opinião a autora não conseguiu desenvolver o tema com as emoções que ele merecia. A mocinha tem um trauma que ela superou tão rápido que cheguei a duvidar do tal trauma. Um ex-marido que foi arruinado financeiramente pelo atual como punição por ter tratado a mocinha tão mal. Mas penso que ele deveria ter aparecido na trama, causado algum problema, perturbado um pouco as coisas, talvez assim haveria alguma ação. As narrativas foram tão chatas e entediantes. Para ter uma idéia a autora narrou uma manobra de ré rsrsrsrs... Tipo sem noção rsrsrsrs... e sem importância nenhuma. Se ainda fosse para descrever uma saída furiosa de carro de algum dos personagens, mas nem isso, foi tudo tão morno, um tipo encher linguiça, porque penso que em 30 páginas ela teria contado a mesma coisa, enfim... Mas concordo com todas que disseram que o Loukas é maravilhoso e muito diferente dos mocinhos gregos que estamos habituadas. Eu sinceramente lamento, porque queria muito ter gostado, queria muito ter sentido tudo que vocês resenharam, mas apesar de ter me empenhado muito não fui capaz. Bem vou ali gritar um pouco pra ver se a raiva passa rsrsrsrs...


 
 
 
Mónica

18 de dezembro de 2010

Coração Insensível - Helen Bianchin



Marisa Maxton e seu irmão mais novo Tony estavam sozinhos no mundo, e a vida não era fácil. A última gota foi quando Tony se meteu em problemas sérios. Quando Cesare Gianelli de repente entrou em cena e ofereceu sua ajuda, Marisa ficou grata em aceitá-la. Mas havia uma condição - Cesare queria que ela casasse com ele. Ela rapidamente se apaixonou por seu novo marido, mas ele deixou claro que tudo o que ele queria era uma dona de casa competente. Será que ela poderia esperar encontrar a felicidade ao lado dele?



Palavras de uma leitora...

- Serei breve... O que eu, basicamente, tenho a dizer é que não gostei do livro. Sei que a Helen Bianchin é uma ótima escritora. Normalmente, gosto de suas histórias. A maioria das suas histórias (maioria. Não todas, pois dois de seus livros já foram para a categoria "romances que odiei"...rsrs) são relaxantes. Histórias suaves para vc ler para passar o tempo, relaxar... Mas essa história me irritou pelo simples fato de ser chata.

- O livro até que começa bom com o primeiro encontro deles no momento que o pneu do carro dela fura e ela não consegue trocá-lo sozinha.... Peraí... Eu conheço essa história! rsrs... Quem leu "Para Viver um Grande Amor" (categoria romances que odiei) vai perceber que o livro começa quase igual...rsrs... O primeiro encontro é quando o penu fura, aí depois a mocinha fica sabendo que depende do bom samaritano sarcástico para solucionar seus problemas. Mas pelo menos o livro não é totalmente igual ao outro. Ainda bem! Senão esse livro ganharia uma passagem só de ida vocês sabem para onde...rsrs.... Enfim... O livro não começa ruim, mas depois... Eu larguei o livro e fui fazer outras coisas... E fiquei assim, lia algumas linhas e parava, pedindo paciência aos céus para não abandonar a leitura. E finalmente consegui acabar de lê-lo... com a sensação de tempo perdido.

- O livro fala basicamente de tabaco. Pendura tabaco, retira tabaco.... Mocinha cozinha para o mundo inteiro, faz todos os afazeres da casa sozinha (conta só com a boa vontade de uma amiga para ajudá-la de vez em quando), ainda tem que aprender a pendurar tabaco...rsrs... Aí o mocinho quase nunca pode ajudá-la, pois está trabalhando na plantação de tabaco (acho que isso... é plantação, né? Nem lendo o livro eu entendi como funciona....rsrs). Eles tiveram uma discussão porque ela não sabia limpar e congelar patos... Nem eu sei! rsrs... Quando ela pediu para ele ajudá-la a matar as aves, ele não pôde, pois também não gostava de fazer isso... Aí uma boa samaritana chega e resolve o problema... E o livro é isso: o cotidiano de fazendeiros. Sem emoção. Sem romance. Sem nada que prenda a atenção do leitor...

- O casal passa o livro inteiro como estranhos que trabalham juntos. Quando fazem amor pela primeira vez, o livro corta a cena e só passa que a mocinha chorou depois. Não me pergunte o motivo, pois não sei....rsrs... E quando a mocinha engravida e o livro melhora um pouquinho... A autora mata o bebê! Aí a mocinha entra em depressão.... E o livro é essa chatice toda...


- NÃO recomendo.

19 de novembro de 2010

Véu de Intrigas - Helen Bianchin



Ela era amante, mãe, esposa... mas seria uma mulher amada?

Durante o dia, Lisane Deveraux é uma advogada de sucesso com uma carreira em plena ascensão. A noite, ela é amante do sexy milionário Zac Winstone, um homem de causar inveja.Porém, a vida perfeita de Lisane está prestes a virar de cabeça para baixo quando surge uma gravidez inesperada. Ela e Zac jamais planejaram se casar, mas agora ele insiste que ela seja sua esposa... para o bem do futuro herdeiro e de sua bela amante.Mas ela sabe muito bem que Zac a está pedindo em casamento apenas pelo bebê. E que sentimentos mais profundos nunca farão parte do acordo.

Será Lisane capaz de suportar tamanha provação para proteger seu filho? Ou será que o coração de Zac finalmente será derretido?


Palavras de uma leitora...


- 3º lugar na lista de melhores autoras...

- Contra tudo que imaginei, eu gostei muito dessa história. E estou surpresa por isso, pois já estava preparada para detestá-la...rsrsrs... Mas não. Eu amei esse livro e me atrevo a dizer que é um dos melhores que li dessa autora. Incrível, né?

- Eu tinha lido uma resenha no skoob que dizia que quem salvava o livro era o Zac e que a Lisane era cabeça dura. Eu não achei nada disso. Gostei dos dois. Não achei a Lisane cabeça dura, não. Entendi sua insegurança e acho que ficaria pior do que ela se estivesse na mesma situação. Achei até que ela foi corajosa, determinada e que cedeu fácil à proposta de casamento. Não estou criticando ela ter cedido. Até achei que ela foi muito corajosa, como eu disse. Assumir essa responsabilidade naquelas circunstâncias não é muito fácil. Ela depositou sua confiança nele e ele valorizou a fé dela. Achei esse casal maravilhoso! rsrs...

- Quem já leu minhas resenhas sobre os livros "Ao Melhor Concorrente" e "Para Viver um Grande Amor", sabe que não gostei desses dois livros. E são livros da Helen Bianchin. Antes desses livros eu sempre lia seus livros quando queria relaxar, ler algo doce, leve e cheio de romantismo... Mas depois de ler esses dois livros, passei a ficar sempre com um pé atrás. Sempre que leio um livro dela... Fico cautelosa, esperando pelo pior. Dessa forma, estou preparada para qualquer coisa. Tudo bem. Podem dizer que não sou da mesma maneira com os livros da LG, mas tenho uma explicação para isso: LG nunca coloca estupro ou agressão por parte do mocinho em seus livros (pelo menos não nos livros que já li). Sabe... Depois que leio pela primeira vez algo assim em um livro, fico pra sempre cautelosa ao ler outro livro da mesma autora. Mas adoro a Helen Bianchin. Adoro a maioria dos livros que já li dessa autora, pois ela tem um jeito de escrever que encanta e te prende. A maioria dos seus livros são leves, doces e românticos... As falas do mocinho sempre convincentes... E Véu de Intrigas se encaixa nessa categoria. Por isso amei essa história.


Um pequeno resumo:

Ela saiu de sua cidade natal para recomeçar. Queria deixar para trás o que era impossível resolver. Saiu de Sidney e foi para Brisbane em busca de uma nova vida e lá encontrou o amor.

Inteligente, talentosa e determinada, Lisane se formou em Direito e se tornou uma advogada respeitada e admirada. E foi nos corredores de um tribunal que ela o encontrou e não pôde mais deixar de pensar nele.

Zac era um bem sucedido advogado criminalista, vindo de uma família nobre de juizes e promotores. Implacável nos tribunais, ele tinha a capacidade de reduzir um ser humano à nada. Idiota era aquele que ousasse desafiá-lo. Mas também era um amigo maravilhoso e um amante inesquecivel. E com sua determinação e charme, ganhou a bela e jovem advogada para si.

Lisane e Zac se davam muito bem e raramente brigavam. Quem quer que os visse diria que foram feitos um para o outro, mas também sabiam que essa não seria a "verdade". Para todos, Lisane era apenas uma "companheira de cama" agradável para Zac passar o tempo, pois a única que poderia ser sua esposa era Allegra Fabrisi, uma bela advogada filha de um juiz muito importante e amigo da família de Zac. Allegra, incrivelmente bela e poderosa, estava mais do que disposta a ser esposa de Zac.

Lisane e Zac não tinham um relacionamento. Estavam "juntos", mas não havia um nome que definiria o que eles eram um para o outro. Amantes? Talvez... Não viviam juntos e só o que dividiam eram maravilhosas e apaixonantes noites de "sexo". Lisane aceitava bem a situação. Amava Zac e no fundo acreditava que ele também a amava. Não tinha esperança de dividir o futuro com ele e muito menos de ser a escolhida para ser sua esposa. Mas não queria pensar nisso. Só queria viver o agora ao lado do único homem que a fazia se sentir mulher e uma mulher amada.

Mas uma gravidez totalmente inesperada acaba com a segurança de Lisane e sua crença no amor de Zac. Ela já não sabia o que pensar nem o que fazer. Temia a atitude dele, embora soubesse que ele jamais seria capaz de magoá-la. Mas não sabia o que esperar. Sempre acreditou que no final ele ficaria com a bela Allegra, que era querida e desejada pela família dele. E uma notícia arrasadora, exibida em um jornal, a faz terminar com Zac.

Mas Zac não aceita a decisão dela. Jamais a deixaria partir de sua vida; mesmo que não houvesse a gravidez. Ele a amava e queria dividir sua vida com ela. Ela era a única mulher que ele escolheria como esposa. A única capaz de tocar seu coração.

E para não pressioná-la nem magoá-la, Zac lhe propõe um acordo: viverem na mesma casa por um mês e deixar o destino decidir o que será daquela relação. Embora ele já soubesse que não existiria vida sem ela.


- O Zac é um mocinho maravilhoso e apaixonante. Nunca fez nada para magoar nossa mocinha e sempre procurou fazê-la feliz. Ele conquistou meu coração...rsrs... Houve um momento que ele disse que se eles estivessem num tribunal, (brigando pela criança) a reduziria a frangalhos. A Lisane, corajosa e orgulhosa, perguntou porque ele não fazia isso. Sabe o que ele fez? A beijou de uma forma apaixonante e disse que não fazia isso por ela... Só por ela. Em outras palavras, jamais teria coragem de fazer algo que a fizesse sofrer, pois a amava. Eu achei muito lindo. Realmente amei esse casal.

- A Lisane é o tipo de mocinha que mais gosto. Corajosa, determinada... Pode estar passando pelo que for, nunca vai se curvar. Ela enfrenta o que tiver que enfrentar, até mesmo um homem apontando uma navalha para ela e totalmente disposto a  matá-la... rsrs... Tudo bem. Ela foi parar no hospital e por pouco não perdeu a vida, mas poderia ser pior...rsrs... A rival tentou intimidá-la? Sim, mas ela não se deixou abater. Não cedeu terreno. E olha que ela ainda não tinha a garantia de ser esposa dele. E no caso dela, não teria ficado muito chateada se ela tivesse recuado. Ela não era nada mais do que "companheira de cama" (odeio essa expressão, mas ela é usada pela mocinha). Pelo menos, era o que ela achava. Quando a mocinha já é esposa do mocinho e ele não facilita para a rival (alguns mocinhos da LG tem mania de facilitar, mesmo "sem querer") não fico lá muito contente quando a mocinha deixa a outra intimidá-la, não.

O livro é muito bom e gostei também da família do Zac, que apesar de querer Allegra como nora, em momento algum maltratou a Lisane. Pelo contrário. Souberam respeitar a decisão do Zac e mostraram carinho público pela Lisane. Mostraram à todos que ela era bem vinda à família. Adorei essa atitude.

O que não gostei no livro e nunca irei gostar em livro algum, foram algumas palavras ditas pelo mocinho e pela mocinha...rsrs... Sei que tem gente que não acha nada demais e as palavras nem foram ditas de modo ofensivo. Foi um modo "carinhoso" de chamar a pessoa...rsrs... O Zac, quando eles estavam em momentos íntimos, chamou a Lisane de devassa, safada... E quando mandou ela mordê-lo, ela disse: "Quer que eu me transforme de menina devassa em uma cadelinha?". Não achei nada legal. Sei que existem pessoas que não acham nada de errado nesse tipo de linguagem quando se está em momentos íntimos com alguém e eu também não acho errado as outras pessoas gostarem disso.. Eu não gosto...rsrs... O que não achei legal foi esse tipo de linguagem no livro. É dispensável. E esse é um dos motivos de eu não gostar de livro hot demais. Alguns exageram. Mas, felizmente, isso não se repete depois. Lisane, Zac, querida, querido, amor... São palavras usadas depois...rsrs... Bem melhor, né?

Enfim... Eu adorei o livro, o casal, a história, quase tudo...rsrs... Recomendo o livro.

"- Saber que você carrega nosso filho é um presente maravilhoso. Para ambos. Um presente que eu nunca negaria - acrescentou ele com ternura. - Mas é você que importa para mim, mais do que ninguém ou qualquer coisa no mundo. Você é o amor da minha vida. É tudo para mim. - Zac observou o rosto dela transformar-se pelo impacto de suas palavras. Havia alegria e amor naqueles lindos olhos azuis! - Sem você não há luz nem calor. Não há nada! - Ele nunca tinha dito aquilo, nem uma vez... - Como você podia não saber? - A voz dele era rouca de emoção. - Todas as vezes que fizemos amor... foram com meu coração, minha alma... tudo que sou. [...] Por você, somente você."


Atualizado: 22/11/2010   18:57 h

Olá! Estou totalmente sem tempo e tenho mil e uma coisas para fazer, mas não poderia deixar de vim até aqui para inocentar a Helen Bianchin. Do que estou falando? Quem já leu essa resenha sabe que não gostei nada de algumas "palavras" ditas pela mocinha e pelo mocinho, né? Até falei que desejava que isso não se repetisse mais nos livros da autora. Acontece que a Helen não é responsável por essas palavras. Como assim? O idioma original do livro é o inglês, certo? E nós o lemos em português e para que isso fosse possível foi necessário uma tradução. E o responsável, segundo o livro que tenho, por essa tradução foi Eugênio Barros.

Bem... Quem leu o livro em inglês e corrigiu essas frases desagradáveis do livro, foi a nossa amiga Carla que enviou um comentário para essa resenha nos fornecendo as frases certas.

"- Minx. (isso significa algo como "sua abusadora", "sua atrevida", etc). Em momento algum diz que ele sussurrou isso de olhos fechados. A tradutora inventou! Ele diz apenas essa palavra.



Depois a tradutora continua (e aqui não tenho nada a dizer)


"Ela irrompeu numa risada convulsiva. Tinha sido Zac quem a ensinara a relaxar totalmente e aproveitar o sexo da melhor maneira possível. Receber e dar prazer numa troca total de carícias, sem reservas e sem inibições."


Então ele diz:


- Bite me (me morda)


E ela responde "Now, there´s a thought" (Que significa "ora aí está uma boa ideia", ou "não é nada má ideia" )


Como é que disso ela concluiu que a mocinha disse isso:


"Quer que eu me transforme de menina devassa em uma cadelinha?"


Meu Deus, isso é deturpar completamente o texto. A gente ainda fica pensando mal do casal e mal da autora. Eu fico me perguntando quantas vezes as tradutoras inventarão texto que não existe e acabam fazendo com que a gente odeie um personagem ou a história toda por causa de um pedaço mal contado??


Então em resposta a ela ele pergunta:
- Promises, huh? (Isso é uma promessa?) E a tradutora traduz por "Não me maltrate"- gemeu ele
A minha alma está parva!
Pelo menos com isso a reputação da autora ficou salva. Agora essa tradução deixou muito a desejar.




- Bem... Agora vocês sabem que a autora Helen Bianchin nada teve a ver com isso. Culpem o tradutor. Eugênio é nome de homem, né? rsrs... A não ser que tenha errado na hora de colocar o nome tbm.

15 de outubro de 2010

Doce Descoberta - Helen Bianchin


Gianna e Franco Giancarlo aceitaram um conveniente casamento com os olhos bem abertos. Eles agiam como um casal feliz para criar uma aliança entre suas poderosas e milionárias famílias e dispersar as fofocas da imprensa. Mas, um ano depois, as coisas mudaram: o casamento pode não ser real, mas a paixão de Franco pela mulher, sim...


— Esqueceu uma coisa. — Franco tocou o rosto dela com as duas mãos, beijou-a levemente e, em seguida, intensificou o beijo. Ela retribuiu à medida que ele a fazia lembrar das boas coisas da noite anterior.
Quanto tempo demorou? Alguns segundos?
Ela não conseguia pronunciar nenhuma palavra quando ele a soltou, e teve que se controlar quando o polegar dele acariciou seu lábio inferior.
Droga. Ela não queria parecer tão vulnerável. No entanto, bastava ele tocá-la para ela desmoronar.

 
Palavras de uma leitora...
 
- Esse livro estava na minha lista de futuras leituras há algum tempo... E resolvi lê-lo agora. foi uma leitura leve, suave e romântica... Porém, acho que dessa vez o livro não me agradou tanto como os outros livros da mesma autora...
 
Não sei bem o que faltou... Só sei que ela já fez livros melhores. Eu acho que o livro estava meio "parado"... Faltou um pouco mais de emoções, problemas... Até mesmo paixão. Pelo menos, na minha opinião. Acho que a melhor parte do livro foi quando a Gianna contou que estava grávida (e isso só acontece no final da história).
 
Enfim... O livro não é ruim... Só acho que eu esperei mais.
 
Um pequeno resumo:
 
Os pais de Franco morreram juntamente com os de Gianna num terrível acidente. Esse fato abalou a estrutura do conglomerado Giancarlo-Castelli e para equilibrar as coisas novamente, o avô de Franco e a avó de Gianna decidiram que os netos tinham que se casar...um com o outro.
 
Gianna era apaixonada por Franco e por isso aceitou o casamento de conveniência, mas ela não sabia que seu amor era correspondido. Se soubesse, talvez não tivesse sido tão insegura durante tanto tempo...
 
O objetivo do casamento ficou claro desde o início: gerar um herdeiro que tivesse tanto o sangue de um Giancarlo (Franco) como o de uma Castellli (Gianna). Acontece que, depois de um ano de casados, Gianna ainda não havia conseguido engravidar.
 
Isso provoca ainda mais tensão em Gianna e como se não bastasse, uma "namorada" do passado de Franco retorna disposta a fazer qualquer coisa para ter Franco de volta.
 
Os ataques de Famke começam de maneira sutil, mas vão ficando cada vez mais impossíveis de se tolerar... Chegando a provocar uma briga quase séria entre o casal. Famke não mediria esforços para tirar Gianna do caminho e recuperar seu ex-amante...
 
Como será que Gianna lidará com a rival?
 
- As brigas entre Famke e Gianna também são boas. São partes que gostei, pois a Gianna, apesar de toda sua insegurança, não cedeu terreno para a rival. Ela a enfrentou de frente. Franco podia não amá-la, mas ela não deixaria Famke ocupar o seu lugar. Adorei essas partes...
 
- Como disse antes, o livro não é ruim. Só não é tão bom quanto os outros da autora.
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