Editora: Verus
Edição de: 2018
Páginas: 224
Onde comprar: Amazon
Sinopse: Maria Amélia de Bragança é princesa do Brasil, prometida a Maximiliano Habsburgo, arquiduque da Áustria. Mas não há nada que ela deseje menos do que esse casamento: como alguém pode querer que ela se case com um homem que nem sequer conhece? O que Amélia não esperava é que seu noivo chegasse ao Palácio das Janelas Verdes, em Lisboa, acompanhado do amigo Klaus Brachmann, um homem charmoso e experiente que se sente compelido a seduzir a princesa apenas pelo prazer da conquista. Uma viagem inesperada que Maximiliano precisa fazer se mostra a oportunidade perfeita para que Klaus ensine uma coisinha ou outra a Amélia entre quatro paredes... E, conforme o jogo avança, a possibilidade de casamento se torna cada vez mais remota para a princesa, que agora precisa proteger seu coração a todo custo.
É madrugada do dia 03/07 e mesmo sabendo que só irei publicar esta resenha no dia 05, resolvi começá-la no papel mesmo, pois não estava com vontade de ligar o computador.rs
O Amante da Princesa foi minha última leitura do mês passado e eu estava decidindo ainda se faria esta resenha ou não. Originalmente, dei 2 estrelas ao livro. Todavia, isto não é definitivo. Como assim, Luna? Quem me conhece sabe que organizo meus sentimentos por uma história no momento em que faço a resenha. E já aconteceu de eu reavaliar um livro após concluir a resenha.kkkkk... Sim, sou doida a este ponto.
No grupo Literatura de Época (no Facebook), bem como num grupo no WhatsApp, eu partilhei meus receios e falei da minha antipatia pelo livro (antes de ler). Tinha implicância sim, admito. Muita. Porque sou apaixonada por História e quando percebi que a autora teve a "ousadia" de pegar a trágica história de amor da princesa Maria Amélia e seu noivo Maximiliano, para transformar em algo bem diferente, eu senti muita raiva. Com tantos nobres por aí que realmente se casaram por conveniência e tiveram amantes, por que mexer justamente na história dessa menina que, contra os costumes da época, amava o homem com o qual iria se casar? Por que perturbar a história de amor deles quando a vida já tinha tratado de condená-los? Eu fiquei realmente muito aborrecida e mais do que disposta a detestar o livro. A história de Maria Amélia e Maximiliano era bonita e trágica e ninguém deveria pegá-la para desconstruir tudo como a autora se atrevera a fazer.

