(Título Original: Secrets of a Summer Night
Tradutora: Janaína Senna
Editora: Arqueiro
Edição de: 2015)
As Quatro Estações do Amor - Livro 1
Apesar de sua beleza e de seus modos encantadores, Annabelle Peyton nunca foi tirada para dançar nos eventos da sociedade londrina. Como qualquer moça de sua idade, ela mantém as esperanças de encontrar alguém, mas, sem um dote para oferecer e vendo a família em situação difícil, amor é um luxo ao qual não pode se dar.
Certa noite, em um dos bailes da temporada, conhece outras três moças também cansadas de ver o tempo passar sem ninguém para dividir sua vida. Juntas, as quatro dão início a um plano: usar todo o seu charme e sua astúcia feminina para encontrar um marido para cada, começando por Annabelle.
No entanto, o admirador mais intrigante e persistente de Annabelle, o rico e poderoso Simon Hunt, não parece ter interesse em levá-la ao altar - apenas a prazeres irresistíveis em seu quarto. A jovem está decidida a rejeitar essa proposta, só que é cada vez mais difícil resistir à sedução do rapaz.
As amigas se esforçam para encontrar um pretendente mais apropriado para ela. Mas a tarefa se complica depois que, numa noite de verão, Annabelle se entrega aos beijos tentadores de Simon... e descobre que o amor é um jogo perigoso.
No primeiro livro da série As Quatro Estações do Amor, Annabelle sai em busca de um marido, mas encontra amizades verdadeiras e desejos intensos que ela jamais poderia imaginar.
Palavras de uma leitora...
- Quando viverei um momento em que poderei ler e resenhar tranquilamente, sem que o dia a dia tente me atrapalhar?rsrs Sério, é necessário sempre desabafar sobre o estresse de não poder ler como eu gostaria. Tipo: quase vinte e quatro horas por dia.rs Seria o paraíso, não acham? :D
Mas a semana que começou com o dia 03/06 foi particularmente terrível. Um pesadelo. Completo. A escolha mais sensata seria ter aberto mão da leitura esses dias. Porém está aí algo que eu nunca faria. Se mesmo lendo eu estava prestes a enlouquecer e descontar a raiva até nos móveis imagina como ficaria calma se não lesse!
"Uma menina que sempre sonhou em se casar poderia superar praticamente qualquer obstáculo, exceto a falta de dote."
- Aos vinte e dois anos de idade, Annabelle ainda tinha esperanças de que todos os seus problemas poderiam ser resolvidos no momento em que recebesse uma proposta de casamento. Sabia que sua família mal tinha condições de pagar pelas despesas básicas e que possivelmente a lastimável situação na qual se encontravam já deveria ser de conhecimento geral, mas não se importava. Pelo menos, não tanto assim. Ela podia não ter dote e usar vestidos remendados, mas sabia que era bonita e que isso poderia ajudá-la a se casar. Tal esperança era tudo o que possuía.
Todavia, dois anos mais tarde, ela continuava esperando por um convite que jamais chegaria. Participava das temporadas, mas em cada baile era obrigada a observar em silêncio enquanto jovens debutantes eram tiradas para dançar sem que ela pudesse ter a chance de dançar uma valsa que fosse. Os homens solteiros não a queriam como esposa. Não queriam alguém que não pudesse somar nada à fortuna deles e as únicas propostas que recebia era para compartilhar de suas camas. Na qualidade de amante.
Embora tivesse sua dignidade e orgulho, ela sabia que aquela era sua última temporada. Que se não conseguisse atrair nenhum homem como marido, estaria completamente perdida. Não era mais possível adiar as dívidas. Seu irmão precisava estudar, ser mantido na escola... sua mãe não poderia continuar se sacrificando daquela maneira degradante. Tudo estava nas mãos dela e... se não se casasse... não teria outra alternativa senão abrir mão de seus princípios. De sua honra. E ser o que não desejava.
"Talvez minha sorte esteja prestes a mudar, pensou Annabelle, e fechou os olhos numa breve oração de esperança."
Tudo muda quando ela acaba fazendo amizade com outras jovens solteiras que também enfrentavam problemas em atrair pretendentes. Apelidando-se gentilmente de "solteironas", as três unem-se à Annabelle com o objetivo de tomar as rédeas do próprio destino e parar de esperar pacientemente que tudo se resolva e alguém apareça do nada jurando amor eterno. Determinadas, iniciam o projeto pela mais velha do grupo, prometendo que quando a primeira conseguisse se casar não se esqueceria das demais e só parariam quando todas estivessem devidamente casadas e felizes. E, pela primeira vez em muito tempo, Annabelle pode sorrir de verdade.
Um beijo jamais esquecido...
"Parecia que uma sensação sutil de reconhecimento ocorrera entre os dois - não como se tivessem se encontrado antes, mas como se tivessem chegado perto um do outro várias vezes até que por fim um destino impaciente forçara seus caminhos a se cruzarem."
Só havia um grande obstáculo no caminho de Annabelle... Simon Hunt, o homem que se atrevera a lhe roubar um beijo no passado. Um beijo que por mais que tentasse ela não era capaz de esquecer. Ao longo dos anos, fizera de tudo para mantê-lo longe de si, mas arrogante como o diabo, ele sempre se mantinha por perto... provocando-a e devorando-a com os olhos na frente de todos. Suas atenções não seriam tão desprezíveis se ela não soubesse, com toda a certeza do mundo, que tudo o que ele ansiava por possuir era seu corpo... de modo passageiro. Como amante, assim como todos os outros que lhe fizeram propostas ultrajantes. E ela não seria sua amante por nada no mundo... não enquanto ainda tivesse uma chance.
Mas como resistir a todas as investidas dele, se seu corpo a traía com o desejo cada vez mais urgente? Como fugir se quando ele a tocava todo o resto perdia importância? Não sabia que poder ele tinha sobre ela... Não entendia a própria confusão de sentimentos, mas sabia que precisava lutar contra aquela fraqueza... senão ele acabaria por ser realmente a sua perdição. E destruiria tudo o que ela ainda tinha.
"Apesar de dominador, até mesmo cruel, Simon nunca perdia o sono por causa de consciência pesada. Era uma lei da natureza, só os mais fortes sobrevivem, e os mais fracos deveriam ficar fora do seu caminho."
- Cruel, sério? Se o Simon era tão mau quanto jurava ser eu definitivamente não sei o significado de crueldade.rsrs Sabe aqueles cachorros que ladram e não mordem?kkkkk... Ele é exatamente assim. Bem... Na verdade, ele até morde, mas são aquelas mordidas de amor, nada que machuque.rs
Logo que conheci o mocinho, confesso que não fui com a cara dele. Para ser bem sincera, até o momento em que ele trocou o primeiro beijo com a mocinha eu gostava do cretino.rs Torcia por ele e tudo. Mas a história foi se desenvolvendo, os anos se passaram e os pensamentos dele sobre a mocinha me fizeram querer tratá-lo de uma maneira não muito agradável. Estava tão revoltada com tudo o que a Annabelle era obrigada a suportar daquela sociedade hipócrita e nojenta, que acabei por descontar toda minha raiva no Simon já que ele parecia ser da mesma laia que os outros.
"Até agora sua estratégia tinha sido esperar pacientemente, sabendo que o desespero acabaria por conduzir Annabelle a fazer coisas que nunca havia pensado antes. A miséria colocava tudo sob uma nova perspectiva."
Realmente senti uma raiva muito grande dele. Cada vez que resolvia pensar no que pretendia fazer com ela, no que planejava transformá-la, mais vontade de matá-lo eu sentia. Ele costumava se considerar tão acima dos homens da aristocracia, mas no fundo pretendia se comportar como eles. Esperando que a mocinha estivesse completamente perdida, sem esperança alguma de casamento, para oferecer ajuda... em troca de tê-la em sua cama. Queria usar seu corpo sabendo que ela se submeteria para poder quitar as dívidas que a família tinha, para poder ter o que vestir e comer... e isso era inaceitável. Eu nunca seria capaz de perdoá-lo se ele fosse capaz de fazê-la descer tanto quando poderia ser diferente. Quando poderia respeitá-la como mulher e amá-la como ela merecia, como sonhava.
"Embora ninguém a quisesse como esposa, parecia haver um número infinito de cavalheiros dispostos a mantê-la em pecado."
Por mais que o livro seja divertido e leve, um romance encantador, existiram momentos em que fiquei arrasada e com os olhos cheios de lágrimas de ódio. Revoltada com uma sociedade machista e que via as mulheres como objetos, que considerava que elas tinham "algum" valor se tivessem dinheiro, se possuíssem um dote capaz de fazer os homens pensarem na possibilidade de casamento. Uma sociedade que as oprimia e não lhes dava muitas opções. Como pertencente à classe alta, Annabelle tinha sido educada e preparada para se casar com um nobre, para ter tudo o que alguém da posição dela merecia. Algo abaixo disso não poderia ser aceito e ela deveria ser obrigada a viver na miséria e manter a fachada do que ser estúpida o suficiente para aceitar a proposta de alguém que fosse inferior, que não fizesse parte do "meio deles". Ainda que os seus iguais não quisessem se casar com ela. Era mais aceitável inclusive ser amante de um nobre que esposa de um homem pobre. E trabalhar como governanta ou se submeter a qualquer outra profissão inferior a colocaria não à mercê de um único homem, mas de todo mundo, pois as mulheres que trabalhavam eram ainda mais desrespeitadas que as amantes. Para qualquer lado que olhasse, ela não tinha dúvida alguma que seu futuro seria obscuro sem um casamento adequado. Porque a mesma sociedade que não lhe dava oportunidades estava mais do que disposta a massacrá-la se ela fizesse uma escolha errada... do ponto de vista dos demais. Era tanta hipocrisia, tanto oportunismo que chegava a me sentir nauseada.
"Quando ele olha para mim, fica claro que tem alguma coisa em mente, mas não é casamento."
- Antes de começar esta leitura, eu tinha alguns receios. Tinha lido resenhas de pessoas dizendo que tiveram problemas com a mocinha do livro, que não gostavam dela, pois ela insistia em querer se casar com um nobre. E embora eu respeite a opinião de todo mundo, não consigo entender como alguém pode julgar a mocinha assim, quando ela está bem longe de ser superficial ou egoísta e quando nenhum não nobre a tinha pedido em casamento. Se isso aconteceu enquanto ela passava por mais uma temporada humilhante não fui capaz de perceber, infelizmente. Ela estava agarrando sua última oportunidade de ter uma vida honrada e se primeiro iria atrás dos nobres era porque eles eram pessoas do meio dela, do ambiente que ela frequentava, ao qual estava acostumada. Não consigo entender como alguém pode se sentir incomodado porque a Annabelle queria manter o padrão de vida que levava quando todos nós lutamos dia a dia para mantermos o nosso, para não passarmos por dificuldades na vida. Nos matamos de estudar, de trabalhar para termos uma vida confortável e darmos o melhor para nossos filhos, nossa família. Ninguém quer o pior. Sempre iremos querer o melhor. É algo natural. E Annabelle não tinha que querer algo inferior coisa nenhuma! Ela tinha todo o direito do mundo de querer se casar com um nobre. Afinal de contas, ela não estava sendo rejeitada apenas por não ter um dote, por não ter dinheiro? Se eles tinham o direito de escolher suas futuras esposas levando em conta tais critérios por que diabos de motivos ela não poderia fazer o mesmo?! Sempre o tão famoso dois pesos e duas medidas. O homem pode, a mulher não. Isso me irrita tanto!
O mais incrível no julgamento de algumas pessoas é que ela sequer tinha recebido proposta de alguém que não fosse nobre. Se ela tivesse conhecido um homem que a tratasse com respeito e quisesse torná-la sua esposa, ainda ia. Mas não! Nenhum homem tinha lhe oferecido nada que não fosse ser amante. Mas as pessoas se sentiam incomodadas porque ela não saiu por aí indo de classe em classe ver se alguém de um ambiente que lhe era totalmente desconhecido não estava disposto a fazer dela sua esposa. Fala sério!
- E Annabelle não era soberba nem nada. Era uma mocinha humilde e bastante realista. Queria amor, queria ser querida pelo homem com o qual se casasse, mas sabia que isso não deveria ser uma prioridade. E que se não encontrasse algum nobre para se casar iria preferir realmente tornar-se esposa de alguém que fosse de uma classe mais baixa se a outra opção fosse ser uma amante. São pensamentos que fazem parte do livro. Reflexões que ela é obrigada a fazer. E ao mesmo tempo tinha que considerar a família... tinha que levar em conta ainda o que seria melhor para sua mãe e seu irmão. Tinha um peso enorme sobre os ombros e o apoio de ninguém, nem mesmo das hipócritas que um dia foram suas amigas, mas que depois de fisgarem maridos importantes lhe viraram as costas. O que mais existiam eram pessoas dispostas a se aproveitarem de sua vulnerabilidade, do estado terrível no qual ela se encontrava.
"Enquanto houvesse esperança, no entanto, ela teria respeito próprio - e lutaria para mantê-lo."
- Dá para perceber que eu admiro e defendo a mocinha com unhas e dentes, não é mesmo?rsrs Pois bem! Não tinha como ser diferente. Annabelle é muito fácil de amar. Uma personagem corajosa, que era obrigada a ver a mãe fazendo tudo o que podia para ainda manter alguma comida na mesa (e vocês não têm ideia do que ela é obrigada a fazer), que andava com as roupas em estado lastimável, mal tendo um calçado adequado para colocar nos pés e ainda assim entrava nos salões de baile, sabendo que as outras moças olhariam para ela e comentariam, sabendo que os homens se deliciariam vendo que ela estava mais e mais perto de chegar ao ponto que queriam. Ela mantinha a cabeça erguida e lutava, mesmo que a vergonha às vezes fosse imensa. E quando alguns eram piores que os outros e além de simplesmente olharem ainda se atreviam a comentar alguma coisa, ela não abandonava sua dignidade e passava por cima da vontade de fugir. A admiro muito. Porque a situação dela era desesperadora e não gostaria nem de imaginar o que seria viver de um modo assim. E lembrem-se que a história não se passa no século XXI e sim no século XIX. Se as coisas são complicadas para as mulheres hoje dá para ter uma ideia que eram um pesadelo dois séculos atrás.
"Desejo poder me apaixonar."
- Simon me surpreendeu. Bem quando eu estava mais do que disposta a mandá-lo para o inferno (lembrando que é sempre com passagem só de ida) ele conseguiu reverter o jogo e me fazer reconhecer que estava errada sobre o que acreditava. Que não o conhecia o suficiente para saber o que ele realmente pensava ou sentia. Existiram cenas tão lindas! Suspiros... Simon conseguiu manter seus sentimentos ocultos até de nós leitores... Não que não soubéssemos que ele sentia algo, mas não dava para medir, para ter uma real ideia do que faria, do quanto a queria. E não. Ele não é nobre. É um mocinho que era de classe média e fez a própria fortuna enfrentando os riscos dos negócios, tornando-se empresário e construindo seu próprio espaço no mundo. Não era refinado como os homens da nobreza. E talvez por isso tenha demorado a se julgar digno dela. E não tenha feito a proposta que ela precisava ouvir para acreditar nele. Para vê-lo como alguém diferente dos outros. Alguém que a enxergava como pessoa. Ainda assim, mesmo se julgando alguém para quem ela não daria uma chance, ele não conseguia se manter longe... Estava sempre lá, pedindo uma dança, provocando-a, prometendo que um dia ela cederia e ele a teria onde desejava... Enfim... Ele me irritou quando eu acreditei no que ele supostamente pensava. Mas quando percebi que era diferente... quando ele me deu a chance de saber o quanto a amava... Aí eu me rendi!kkkkkk... Porque as coisas que faz são realmente lindas, tocantes... de nos fazer chorar de emoção.
"Assim que percebeu que Annabelle estava doente, sentiu um vazio no peito, como se tivessem arrancado seu coração."
- O primeiro grande momento do Simon como mocinho é justamente quando algo acontece com Annabelle e ele fica desesperado, não querendo ficar longe dela um só instante. Nem mesmo se afastar da porta de seu quarto. E isso porque não a amava! Imagine se amasse! É muito envolvente essa cena deles dois. Ele até tenta fazer graça, suas piadas de sempre e diverti-la, mas no fundo estava preocupado, temendo que ela sofresse, querendo vê-la bem de novo, nem que fosse para xingá-lo.rs
É a partir daí que eles realmente se aproximam. Trocando algumas farpas ainda (bem leves.rs), mas de certa forma dando uma chance de se conhecerem melhor... mesmo não sabendo até onde aquilo iria... que rumo as coisas tomariam. Ela achava que ele só a queria como amante. E ele ainda não tinha criado coragem para mostrar que queria mais. Muito mais.
"- Não há nada que eu não faça por você."
- Quando as coisas se resolvem entre os dois damos muitas gargalhadas. Sério! Eu esperava que aquilo fosse acontecer, mas não da maneira que aconteceu. Os outros personagens da história (como o melhor amigo do mocinho e as amigas solteironas dela) são bem intrometidos!kkkkkk... Se metendo onde ninguém os chamou. E querendo tomar decisões pelos amigos, pois "sabiam o que era melhor para eles". Ah, sim! Se a Annabelle e o Simon fizessem o que seus amigos e "grandes conselheiros" planejavam não teriam sido felizes.rs As intenções até eram boas, mas o resultado seria só infelicidade.
"- Eu morreria mil vezes - disse ele, com um tremor na voz - para poupá-la do menor dano."
O final deste livro foi um dos mais lindos que já li. Eu chorava e ria ao mesmo. O amor dos dois provou ser mais forte do que qualquer coisa. E que um não estava disposto a viver sem o outro. Porque não existiria vida. Apenas um vazio constante, uma dor que nunca os deixaria. Eu chorei muito com a reta final da história, principalmente quando o pior passou e levados pela certeza do que poderia ter acontecido eles se abriram por completo. Dizendo o que já tinham dito com atitudes, carícias e olhares. Falando o que ia em seus corações. O quanto se amavam. Chorei mesmo! E não me envergonho! Porque foi uma cena belíssima!
Não colocarei o trecho mais bonito aqui porque vocês merecem ler em primeira mão para que possam se emocionar como eu, ser envolvidos pelas mesmas sensações. Mas deixarei um outro trecho retirado da mesma cena e que também amo:
"Meu lugar é ao seu lado, Simon. Nada mais importa, exceto estar com você. Você está preso comigo para sempre, e nunca vou escutar quando me pedir para ir embora."
- Se vocês soubessem o que aconteceu antes disso... Ele pediu para ela ir embora. Pediu. Implorou. E eu estou chorando de novo.kkkkkkk Deus do céu! Nunca esquecerei. Nunca vou conseguir me lembrar daquela cena sem chorar. Era amor demais! Era sacrifício. Porque quando se ama como eles se amavam é o outro que vem em primeiro lugar. Não porque não haja amor próprio, mas porque precisamos que a outra pessoa esteja bem, porque proteger aquela pessoa é mais importante do que protegermos a nós mesmos. E tenho que parar de falar para não dar spoiler!rs
Amei muito este livro! Muito mesmo. É totalmente digno de 5 estrelas e passagem para os favoritos. Mas não deveria me surpreender, pois sempre me dei muito bem com os livros da Lisa Kleypas. A primeira história que li dela ainda não foi publicada aqui no Brasil (até onde sei) e se chama Um Estranho nos Meus Braços. Com essa história pude perceber que ela se tornaria uma das minhas escritoras preferidas. :)
Segredos de Uma Noite de Verão foi tanto um dos meus escolhidos para o Desafio Mensal quanto para o tema de junho do Desafio 12 Meses Literários, que consistia em ler um livro do meu gênero favorito. :D
Bjs!
P.S.: Vale comentar que já estou louca para ler a história do conde de gelo (também conhecido como Marcus) e da Lillian. Já sei que vou me divertir muito, pois essa mocinha não é fácil. Vai enlouquecê-lo, sem sombra de dúvidas!