9 de junho de 2010

Paixão Esquecida (Enigmas do Passado) - Helen Bianchin

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ELE ERA SEU MARIDO, MAS ELA ESQUECEU-SE DELE...

Elise não se sentia casada. Muito menos grávida! O acidente destruíra todas as suas lembranças e, por mais que se esforçasse, não conseguia se recordar de um único momento ao lado daquele homem charmoso e sedutror que dizia ser seu marido. Alejandro Santanas não passava de um estranho, arrogante e autoritário, que entrara em sua vida sem pedir licença. Porém, embora temesse aquele homem enigmático, sempre que ele se aproximava Elise era invadida por sensações indescrítiveis. Porque a mente recusava-se a reconhecê-lo, se o corpo tremia de saudades ao menor toque? Será que realmente haviam vivido uma história de amor ou tudo não passava de uma farsa?



Palavras de uma leitora...

Não consigo odiar os mocinhos da Helen. Eles sempre começam de maneira errada, mas eles nunca tratam a mocinha de maneira violenta. Sou fã dos livros da Helen e sempre me apaixono pelos seus mocinhos.

Bem, hoje não posso falar muita coisa. Agradeçam ao teste de História que tenho amanhã. Sabe o que mais gosto nos livros da Helen? Além dos mocinhos românticos e apaixonados? Que ela fala de casamentos em conflito. Não é em todos os livros, mas na maioria dos que já li. Adoro livros sobre casamento. É interessante ver o progresso de um casamento que estava ameaçado desde o início. E amei Alejandro Santanas porque ele tentou salvar seu casamento com Elise. Aproveitou-se da amnésia dela para mostrar seu lado carinhoso, dedicado. Desligou-se por um tempo do mundo para ligar-se a sua esposa. E, ao contrário dos mocinhos da Lynne, ele defende sua esposa, acredita nela... Não acredita em fulana de tal porque ela é uma antiga amiga e etc... Ele confia. Tudo bem que usam de chantagem para conseguir se casar com a mocinha ou para retomar o casamento, mas não maltratam elas.

Esse livro é muito bom. O primeiro que li da Helen que contém amnésia.

Uma leitora que se envolve profundamente com as histórias que lê, que é apaixonada por músicas, filmes... uma romântica incurável.Leitora apaixonada por romances de época, clássicos e thrillers. Mãe da minha eterna princesa Luana e dos meus príncipes Celestino, Felipe e Damon (gatinhos filhos do coração). Filha carinhosa. Irmã dedicada. Amiga para todas as horas. Acredita em Deus. E no poder do amor.

2 comentários:

  1. Este é mais um daqueles típicos romances no qual o Mocinho se casa com a Mocinha, mas, convenientemente, se esquece de avisar a atual "amante" de que se casou, querendo continuar a vida do mesmo jeito que estava. É claro que a amante, e rival da mocinha, não aceita e parte com tudo pra cima da coitada. Não achei a mocinha indecisa e nem insegura, na verdade ela estava sendo chifruda, porque o mocinho em momento nenhum negou seu caso com a Savannah. A mocinha não pediu para casar com ele e nem pediu para ser corna! Dá a entender que o mocinho só deu um chega pra lá na amante quando ela agrediu fisicamente a esposa. Mas e quanto ao resto, a agressão psicológica que a esposa sofria publicamente com notícias diárias em jornais e revistas de sua traição com a modelo? Isso ele, o marido, não explicou! Odeio isso...

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  2. Beatriz, não lembro de quase nada deste livro!kkkkkkkk... Faz muitíssimo tempo que li, então não posso defender ou acusar o mocinho.rs Mas alguns mocinhos da Helen Bianchin são de fato complicados e uma coisa que tem em quase todas as histórias dela são rivais bem venenosas. Mulheres capazes de tudo para destruir a vida das mocinhas. E quando não têm isso, encontramos ex-namorados, maridos violentos que não aceitam o fim da separação e voltam para atrapalhar a felicidade delas.

    Os mocinhos de diversas autoras geralmente acham que não têm que explicar nada. E isso realmente dá nos nervos! As mocinhas têm que explicar tudo e eles nada! Argh!

    Bjs!

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